Solidariedade aciona STF contra Nunes Marques e Mendonça na propaganda do TSE
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
- Notícias ao Minuto BrasilPaulinho da Força pede afastamento de Kassio e Mendonça de ações sobre propaganda no TSE (abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- CNN BrasilSolidariedade pede ao STF que tire Kassio e Mendonça de ações no TSEAção é assinada por Paulinho da Força, um dos deputados mais próximos de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Briefing
O que importa para você
- Só 18 de 106 pedidos de direito de resposta das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro foram decididos no prazo de 72 horas.
- Se acolhido, o pedido redistribui os processos de propaganda a três ministros substitutos, a partir de 5 de outubro ou antes.
- Os três auxiliares atuais ocupam três das sete cadeiras do plenário que julga os recursos contra suas decisões.
Onde os lados divergem
- A cobertura de centro dá peso aos dados de atraso no direito de resposta e ao racha no STF, em que o grupo de Moraes vê Mendonça ajudando Flávio Bolsonaro.
- A cobertura de direita destaca a crítica de Nunes Marques à interferência do STF na Justiça Eleitoral e o apoio de Paulinho da Força a Augusto Cury.
Onde os lados concordam
Todas as coberturas relatam que o Solidariedade pediu a Flávio Dino a troca dos juízes auxiliares de propaganda do TSE por ministros substitutos, com base em portaria de maio editada por Nunes Marques, e que o partido diz não buscar favorecer candidato.
O que ainda está incerto
- Não há manifestação de Nunes Marques, Mendonça, Estela Aranha ou do TSE sobre a petição.
- Não se sabe quando Dino decidirá.
- As fontes divergem sobre o dia do protocolo, domingo ou terça-feira.
O Solidariedade, presidido por Paulinho da Força, pediu ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha deixem a função de juízes auxiliares de propaganda no Tribunal Superior Eleitoral. O partido contesta portaria de maio e aponta atrasos nos pedidos de direito de resposta.
O partido Solidariedade pediu ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, que os ministros Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Estela Aranha deixem de atuar como juízes auxiliares de propaganda eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE. A petição é assinada pelo presidente da legenda, o deputado federal Paulinho da Força, de São Paulo, e chega a poucos dias do primeiro turno da eleição presidencial.
Os juízes auxiliares julgam as representações sobre propaganda irregular e os pedidos de direito de resposta da disputa presidencial. Pela Lei das Eleições, são três. Segundo o partido, uma resolução do próprio TSE para 2026 manda escolhê-los entre os ministros substitutos. Em maio, a Portaria TSE nº 235, assinada por Nunes Marques como presidente do tribunal, designou o vice-presidente, André Mendonça, e incluiu a própria Presidência na distribuição dos processos. Estela Aranha, também ministra efetiva, já havia sido designada em dezembro de 2025. O Solidariedade vê violação do princípio do juiz natural e pede que o plenário designe três substitutos e redistribua os processos, de imediato ou a partir de 5 de outubro, dia seguinte ao primeiro turno. O partido diz não querer anular decisões já tomadas nem favorecer candidato.
A petição traz números. Dos 106 pedidos de direito de resposta apresentados pelas campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e de Flávio Bolsonaro, do PL, apenas 18 foram decididos no prazo legal de 72 horas. Para o partido, a causa é o acúmulo: os ministros efetivos somam a chefia do TSE, os processos ordinários e o acervo do Supremo.
O pedido foi feito na mesma ação em que Dino derrubou uma ordem de Mendonça para remover publicações sobre Nossa Senhora Aparecida. Depois, o ministro Luiz Fux suspendeu a decisão de Dino e levou o caso ao plenário do Supremo.
As coberturas divergem no enquadramento. A cobertura de centro detalhou os fundamentos jurídicos e os dados de atraso, e registrou que Paulinho da Força é próximo dos ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além de lembrar que o modelo contestado repete o adotado por Moraes em 2022. Parte dessa cobertura descreveu o episódio como mais um capítulo de um racha no Supremo, em que o grupo de Moraes entende que Mendonça agiu para ajudar a campanha de Flávio Bolsonaro. O veículo de direita que tratou do caso deu menos peso aos números de atraso e destacou a crítica de Nunes Marques ao que chamou de risco de interferência do Supremo sobre a Justiça Eleitoral, além de lembrar que Paulinho apoia Augusto Cury, do Avante. Nenhum veículo de esquerda cobriu o pedido até o momento; a leitura mais próxima desse campo, presente nos relatos, é a de que ordens de remoção saem em horas enquanto o direito de resposta demora.
Ainda não se sabe se Dino vai acolher o pedido, nem como Nunes Marques, Mendonça e Estela Aranha responderão. As fontes também divergem sobre a data do protocolo, citada como domingo ou terça-feira.
Fontes


O diretório nacional do Solidariedade protocolou nesta terça-feira (29) uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir que os

Ação é assinada por Paulinho da Força, um dos deputados mais próximos de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes