Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Quaest+92AtlasIntel+87Eleições 2026+75STF+73TSE+63Caso Banco Master+62Alexandre de Moraes+41Renan Santos+34Daniel Vorcaro+26Senado Federal+21PGR+17Medida Provisória das bets+16
ver todos

STF libera pagamento parcial de 'penduricalhos' a magistrados e MP

Redação Fuja da Bolha•0 fontes•27/06/2026•atualizado em 31/08/2026•Política Fiscal
STF libera pagamento parcial de 'penduricalhos' a magistrados e MP

Resumo da cobertura

O Supremo Tribunal Federal formou maioria no sábado (27) para autorizar o pagamento em dinheiro de férias, licenças-prêmio e plantões acumulados e não usufruídos por magistrados e membros do Ministério Público antes da decisão de março que restringiu os benefícios. Os pagamentos devem respeitar o teto de 35% do subsídio mensal e passar pelo crivo do CNJ. O Supremo manteve a proibição de auxílios sem natureza indenizatória, como auxílio-alimentação e auxílio-creche.

WhatsApp

O Supremo Tribunal Federal formou maioria neste sábado (27) para liberar o pagamento em dinheiro de parte dos chamados penduricalhos a magistrados e membros do Ministério Público. A Corte autorizou a compensação de férias, licenças-prêmio e plantões judiciais que foram adquiridos, mas não puderam ser usufruídos antes da decisão de março de 2026, que havia restringido esses benefícios. O placar se consolidou com o voto do ministro Luiz Fux, que acompanhou em parte o voto conjunto de Flávio Dino, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Alexandre de Moraes. O presidente da Corte, Edson Fachin, já havia acompanhado os relatores na sexta-feira (26).

Pela deliberação, os pagamentos devem respeitar o limite de 35% do subsídio mensal, calculado sobre o valor de R$ 46.366,19, o que corresponde a cerca de R$ 16,2 mil em adicionais. Fux acompanhou a liberação, mas divergiu quanto ao teto: para ele, a indenização deveria ser integral, sem limite temporal ou monetário. Antes que os pagamentos ocorram, o Conselho Nacional de Justiça terá de encaminhar ao STF uma relação das verbas consideradas legais para que sejam referendadas pela Corte.

A cobertura de centro relatou de forma factual o placar, os votos e os valores envolvidos, ressaltando que a decisão complementa o julgamento de março, quando o Supremo fixou critérios nacionais para limitar os pagamentos extras no Judiciário. Naquela ocasião, foram vedados benefícios como auxílio-alimentação, auxílio-creche e assistência pré-escolar, mesmo sob outra denominação. Esses auxílios, sem natureza indenizatória, continuam proibidos.

Veículos de direita enfatizaram a dimensão de segurança jurídica da decisão. Para uma fonte especialista ouvida, o STF não mudou de rumo, mas criou uma regra de transição que respeita o direito adquirido de quem já havia conquistado determinados benefícios antes da mudança. O argumento central é que não se podem alterar as regras no meio da partida, prejudicando quem já tinha o direito. Nessa leitura, a Corte distinguiu o que efetivamente compensa um direito não exercido daquilo que funciona apenas como adicional remuneratório, e o julgamento seria um acerto de contas com o passado, sem abrir espaço para novos excessos.

Veículos de esquerda tenderiam a destacar o outro lado da equação: mesmo com o teto de 35%, a combinação dos benefícios com a nova Parcela de Valorização por Tempo de Antiguidade na Carreira pode elevar os rendimentos em até cerca de 70% acima do teto constitucional. Sob esse ângulo, a exceção preserva privilégios de uma categoria já no topo da remuneração pública e aprofunda a distância em relação ao restante do funcionalismo.

O que ainda não se sabe é o custo fiscal agregado da liberação, quantos magistrados e promotores serão beneficiados e em que prazo o CNJ e o Conselho Nacional do Ministério Público concluirão a regulamentação dos pontos que ficaram em aberto. O Supremo também analisa, em plenário virtual, mais de vinte recursos contra a decisão de março, o que mantém a discussão sobre os limites de remuneração no Judiciário longe de um desfecho definitivo.

Briefing

O que importa para você

  • Pagamentos limitados a 35% do subsídio mensal (base de R$ 46.366,19), cerca de R$ 16,2 mil em adicionais.
  • Só entram férias, licenças-prêmio e plantões adquiridos antes de março de 2026 e referendados pelo CNJ.
  • Auxílio-alimentação, auxílio-creche e assistência pré-escolar continuam proibidos.

Onde os lados divergem

  • Direita: enfatiza segurança jurídica e respeito ao direito adquirido, vendo o julgamento como acerto de contas sem novos excessos.
  • Leitura crítica: aponta que a combinação de benefícios pode elevar ganhos em até 70% acima do teto constitucional, preservando privilégios de uma categoria já bem remunerada.

Onde os lados concordam

Cobertura de centro e de direita concorda que o STF manteve as restrições de março, vedando auxílios sem caráter indenizatório, e abriu exceção apenas para férias, licenças-prêmio e plantões já adquiridos, sempre dentro do teto de 35% e sob aval do CNJ.

O que ainda está incerto

  • Custo fiscal total da liberação e número de beneficiados.
  • Prazo para o CNJ e o CNMP concluírem a regulamentação.
  • Desfecho dos mais de 20 recursos contra a decisão de março em análise no plenário virtual.
JudiciárioPolítica NacionalPolítica Fiscal

NeXTverso·Publicidade

Esquerda e direita são um eixo de três

O NeXTverso mede posição política em três eixos e mostra a conta por trás de cada pergunta.

Ver a metodologia

NeXTverso·Publicidade

Dezesseis formas de decidir. Uma é a sua.

As funções cognitivas de cada tipo, e o teste gratuito que aponta o seu.

Ver os 16 tipos

Fontes

Ainda não há fontes listadas para esta história.

Leia em seguida

Abin vê criticidade em risco de interferência dos EUA na eleição de 2026
Esquerda e centro · 2 fontesAbin vê criticidade em risco de interferência dos EUA na eleição de 2026

Linha do Tempo

  1. 27 de jun. de 2026, 00:00
    STF forma maioria e autoriza pagamento de férias, licenças-prêmio e plantões acumulados a juízes e membros do MP
    itatiaia.com.brcorreiodamanha.com.br
  2. 26 de jun. de 2026, 00:00
    Ministro Edson Fachin acompanha os relatores na liberação dos pagamentos acumulados
    itatiaia.com.br
  3. 01 de mar. de 2026, 00:00
    STF fixa teto de 35% do subsídio para verbas indenizatórias de magistrados e MP e cria a PVTAC
    itatiaia.com.brcorreiodamanha.com.br

Continuar lendo

  • Fachin aciona PGR antes de decidir se Andrei Rodrigues segue na Polícia Federal

    Fachin aciona PGR antes de decidir se Andrei Rodrigues segue na Polícia Federal

    25% Esquerda·25% Centro·50% Direita·4 fontes
    Esquerda 25%Centro 25%Direita 50%4 fontes
  • Dario Durigan liga Operação Carbono Oculto ao financiamento do filme Dark Horse

    Dario Durigan liga Operação Carbono Oculto ao financiamento do filme Dark Horse

    50% Centro·50% Direita·2 fontes
    Centro 50%Direita 50%2 fontes
  • Jato ligado a Daniel Vorcaro levou Flávio Bolsonaro dos EUA em janeiro de 2025

    Jato ligado a Daniel Vorcaro levou Flávio Bolsonaro dos EUA em janeiro de 2025

    23% Esquerda·77% Centro·13 fontes
    Esquerda 23%Centro 77%13 fontes