
Tarcísio de Freitas tem 51% em São Paulo, onde Flávio Bolsonaro supera Lula
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Pesquisa do instituto Ideia contratada pela Associação Comercial de São Paulo e divulgada em 10 de agosto de 2026 mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 51% das intenções de voto no primeiro turno da disputa paulista, contra 34% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), e 53% a 37% em eventual segundo turno. O mesmo levantamento mediu a corrida presidencial no estado: o senador Flávio Bolsonaro (PL) tem 37% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 32%, com 44% a 39% em segundo turno. Foram ouvidos 1.800 eleitores por telefone entre 5 e 8 de agosto, com margem de erro de 2,3 pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-04956/2026. No plano nacional, a pesquisa CNT/MDA divulgada em 11 de agosto aponta Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 29%.
Esquerda
Veículos de esquerda leem o conjunto dos levantamentos pela chave nacional, e não pela paulista. A pesquisa CNT/MDA mostra Luiz Inácio Lula da Silva com 42% contra 29% de Flávio Bolsonaro e, no cálculo por votos válidos, próximo de decidir a eleição em primeiro turno.
Centro
Pesquisa do instituto Ideia contratada pela Associação Comercial de São Paulo e divulgada em 10 de agosto de 2026 mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 51% das intenções de voto no primeiro turno da disputa paulista, contra 34% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), e 53% a 37% em eventual segundo turno.
Direita
Para veículos de direita, os números confirmam o domínio do campo conservador no maior colégio eleitoral do país. Tarcísio de Freitas caminha para a reeleição em primeiro turno com 51%, sustentado por 63% de aprovação da gestão e por 64% dos eleitores que dizem que ele merece continuar no Palácio dos Bandeirantes, enquanto Fernando Haddad é o candidato mais rejeitado do estado, com 48% afirmando que não votariam nele de jeito nenhum.
10 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O título afirma que o presidente está a menos de um ponto da vitória no primeiro turno, mas o corpo revela que os 49,4% resultam de um cálculo de votos válidos feito pela própria redação, não de número divulgado pelo instituto, que registrou 42%. O texto adota vocabulário de campo ao caracterizar o adversário por 'submissão' e 'elo fisiológico' e ao destacar o receio do eleitorado com a família do ex-presidente.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
O texto descreve sem tomar partido a opção do governador pela reeleição e o apoio pessoal ao senador, registrando inclusive a neutralidade formal do partido dele. O que enfraquece a peça não é viés, e sim o apoio integral em atribuições anônimas ('aliados avaliaram', 'a cúpula do PL') numa reportagem declaradamente produzida com auxílio de inteligência artificial.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto de agência, com explicação didática do critério de votos válidos para vitória em primeiro turno e qualificação correta das diferenças dentro da margem de erro. Cobre governo, Presidência e Senado sem adjetivar candidatos, ainda que o veículo tenha perfil editorial de direita.
Perspectivas omitidas
A pesquisa do instituto Ideia, contratada pela Associação Comercial de São Paulo e divulgada em 10 de agosto de 2026, mediu as intenções de voto de 1.800 eleitores paulistas para o governo do estado, a Presidência e o Senado. Os números colocam Tarcísio de Freitas perto da reeleição em primeiro turno e Flávio Bolsonaro à frente de Luiz Inácio Lula da Silva entre os paulistas, em contraste com o levantamento nacional divulgado no dia seguinte.
A pesquisa do instituto Ideia, contratada pela Associação Comercial de São Paulo e divulgada em 10 de agosto de 2026, colocou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 51% das intenções de voto no primeiro turno da disputa pelo governo de São Paulo, contra 34% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Em simulação de segundo turno, o placar vai a 53% a 37% para o candidato à reeleição. Como a apuração considera apenas os votos válidos, o patamar indica a possibilidade de a disputa estadual terminar sem segunda votação. O levantamento ouviu 1.800 eleitores por telefone entre 5 e 8 de agosto, tem margem de erro de 2,3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-04956/2026.
O mesmo estudo mediu a corrida presidencial dentro do estado. No cenário estimulado, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 37% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 32%. Em segundo turno entre os dois, o placar é de 44% a 39% para o senador. Nos demais confrontos simulados, o presidente tem vantagem numérica dentro da margem de erro contra Renan Santos (Missão), por 39% a 36%, e contra Romeu Zema (Novo), por 39% a 38%, e aparece atrás de Ronaldo Caiado (PSD), por 41% a 39%. Na pergunta espontânea, em que nenhum nome é apresentado ao entrevistado, o quadro se inverte: Lula é citado por 25% dos paulistas e Flávio Bolsonaro, por 19%. Para as duas vagas paulistas no Senado, Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) lideram, seguidas por Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL), com Ricardo Salles (Novo) atrás.
A cobertura de centro concentrou-se na reprodução integral dos cenários e da metodologia, com atenção à diferença entre vantagem numérica e empate técnico, à avaliação da gestão estadual (63% de aprovação e 29% de desaprovação) e aos recortes por renda, religião, gênero e faixa etária divulgados pelo instituto. Também foi nessa cobertura que apareceu o registro do contratante do estudo e dos dois protocolos no Tribunal Superior Eleitoral, informação ausente em parte das outras versões.
Veículos de direita enfatizaram a distância de 17 pontos entre os dois primeiros colocados na disputa estadual, a rejeição de 48% a Fernando Haddad contra 27% ao governador e a liderança do senador na corrida presidencial dentro do maior colégio eleitoral do país. Nessa leitura, o desempenho é apresentado como aprovação de gestão e de agenda de segurança, com violência e corrupção no topo da lista de problemas citados pelos eleitores paulistas. Um dos textos foi além do relato e caracterizou como desculpa a explicação do ex-ministro, no debate da véspera, sobre a trajetória da taxa básica de juros.
Veículos de esquerda deslocaram o foco para o quadro nacional. A partir da pesquisa CNT/MDA, feita com 2.002 entrevistas presenciais entre 5 e 9 de agosto e margem de erro de 2,2 pontos, destacaram que o presidente mantém 42% das intenções de voto contra 29% do senador e que, no cálculo por votos válidos, ficaria a menos de um ponto de vencer em primeiro turno. Esse cálculo, porém, foi feito pela própria redação, e não divulgado pelo instituto. A mesma cobertura ressaltou que o senador registra a maior rejeição entre os presidenciáveis, 54,5%, e que 39,4% dos entrevistados apontam como maior receio o retorno da família do ex-presidente ao governo, acima dos 35,8% que temem a continuidade da gestão atual.
O pano de fundo da disputa foi consolidado nos dias anteriores. O governador oficializou em 1º de agosto a candidatura à reeleição, encerrando a especulação sobre uma disputa presidencial, e seu partido declarou neutralidade na corrida nacional em 4 de agosto, o que mantém o apoio ao senador em caráter pessoal. Na noite de 9 de agosto, os dois principais candidatos ao governo paulista se enfrentaram no primeiro debate da campanha, marcado pela nacionalização do discurso e por trocas sobre segurança pública, educação, privatizações e a relação com o governo federal.
O que ainda não se sabe é como esses números se movem depois do início oficial da campanha. Não há série histórica do mesmo instituto publicada junto com o levantamento paulista, o que impede medir tendência; não está definida a composição da chapa presidencial do senador nem a adesão formal de outros partidos do campo conservador; e não há dado sobre quanto do apoio do governador se transfere de fato aos candidatos que ele endossa.
Nenhum lado contesta os números nem a metodologia: 1.800 eleitores paulistas ouvidos por telefone entre 5 e 8 de agosto, margem de erro de 2,3 pontos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Todas as coberturas reproduzem a liderança folgada de Tarcísio de Freitas sobre Fernando Haddad em São Paulo e reconhecem que a disputa presidencial está polarizada entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro.

Governador oficializou candidatura à reeleição em SP, encerrando especulações sobre disputa presidencial; apoio a Flávio foi declarado em janeiro, mas partido de Tarcísio permanece neutro.

Lula está a menos de 1 ponto percentual para vencer as eleições presidenciais em uma das disputas mais polarizadas da História do país e com o principal
Flávio Bolsonaro lidera disputa presidencial entre paulistas

Pesquisa entrevistou 1.800 pessoas, entre os dias 05 e 08 de agosto; margem de erro é de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Candidato à reeleição, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tem 51% das intenções de voto

Levantamento aponta empate técnico do atual presidente em embate direto contra Caiado, Renan Santos e Zema entre eleitores paulistas

Levantamento aponta que candidato à reeleição tem 53% a 37% ante petista num eventual segundo turno e que 63% aprovam atual gestão paulista

Senador tem 44% das intenções de voto no segundo turno, ante 39% de Lula

Polarização entre os dois candidatos indica tendência de a disputa no Estado ser resolvida em primeiro turno; eles participaram do 1° debate eleitoral na noite de domingo

Governador aparece 17 pontos à frente de Haddad e seria reeleito no primeiro turno
Relato enxuto e neutro, com todos os candidatos do cenário estimulado listados, inclusive os de menor pontuação, e seção própria de metodologia. Não há enquadramento ideológico, apenas recorte curto que deixa de fora blocos do levantamento.
Perspectivas omitidas
Relato factual e simétrico: distingue vantagem numérica de empate técnico em cada cenário de segundo turno, apresenta pesquisa espontânea e estimulada lado a lado e reproduz a tabela integral. Não há vocabulário valorativo nem hierarquia editorial entre os candidatos.
Perspectivas omitidas
Texto descritivo, sem adjetivação de campo. Traz o dado desfavorável e o favorável a cada lado na mesma medida: rejeição de 48% a Fernando Haddad e de 27% a Tarcísio de Freitas, aprovação e desaprovação da gestão estadual, e a corrida ao Senado liderada por candidatas da chapa adversária ao governador.
Perspectivas omitidas
É a cobertura mais completa do cluster: informa o contratante (Associação Comercial de São Paulo), o protocolo no Tribunal Superior Eleitoral, os quatro cenários de segundo turno presidencial, a corrida ao Senado e a avaliação da gestão estadual, sem adjetivação. Erros de digitação em dois percentuais não alteram o enquadramento.
A parte factual é correta (51% a 34%, margem de erro de 2,3 pontos, registro SP-04956/2026), mas o fecho abandona o registro noticioso: descreve o debate atribuindo a Fernando Haddad 'ataques' e uma 'desculpa antiga dos lulistas', enquanto apresenta a fala do governador como argumento técnico sobre juros e endividamento. O enquadramento é de accountability do governo federal, marca de cobertura à direita.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Os números estão corretos e a menção à inelegibilidade e à prisão de Jair Bolsonaro é registrada sem eufemismo, mas a seleção e a hierarquia são de campo: o recorte isola o resultado presidencial favorável ao senador, repete a liderança em título, subtítulo, resumo automatizado e intertítulo, e descarta a corrida estadual medida no mesmo estudo.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de o veículo ser catalogado à direita, o texto é factual e equilibrado: publica recortes demográficos favoráveis a cada candidato, potencial de voto e rejeição dos dois, e contextualiza o indicador de merecimento de continuidade citando especialistas em opinião pública de forma genérica. Não há léxico ideológico.
Perspectivas omitidas
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