
AtlasIntel aponta Tarcísio com 51,1% e reeleição no primeiro turno em São Paulo
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Pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada em 3 de setembro de 2026 mostra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 51,1% das intenções de voto na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, contra 39,9% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Considerados apenas os votos válidos, o governador chega a 54%, patamar que permitiria vitória já no primeiro turno. Em cenário de segundo turno entre os dois, o placar é de 53,2% a 42,6%. O levantamento ouviu 1.810 eleitores paulistas entre 26 e 31 de agosto, por recrutamento digital aleatório, com margem de erro de um ponto percentual e nível de confiança de 95%, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo SP-06964/2026.
Esquerda
O mesmo levantamento que mostra Tarcísio de Freitas à frente também registra um eleitorado paulista dividido sobre a gestão estadual: 42% desaprovam o governador, 36% classificam a administração como ruim ou péssima e 42,2% dizem que ele não merece um novo mandato.
Centro
Pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada em 3 de setembro de 2026 mostra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 51,1% das intenções de voto na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, contra 39,9% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).
Direita
A pesquisa do instituto AtlasIntel indica que Tarcísio de Freitas caminha para a reeleição em São Paulo com folga: 51,1% no primeiro turno contra 39,9% de Fernando Haddad, 54% dos votos válidos e vitória também no cenário simulado de segundo turno, por 53,2% a 42,6%.
4 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar do perfil editorial do veículo, o texto é factual e desfavorável ao próprio campo: reporta a vantagem do governador de centro-direita, a aprovação de 52% contra 39% do presidente e os cenários presidenciais em que o candidato do PL lidera no estado. Não há vocabulário de justiça social nem enquadramento crítico ao resultado, o que caracteriza cobertura de centro segundo o conteúdo, e não segundo o veículo. A maior extensão dada ao recorte presidencial é seleção de pauta, não framing ideológico.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto puramente descritivo: enumera percentuais de todos os candidatos, brancos, nulos e indecisos, e fecha com bloco de metodologia (1.810 entrevistas, recrutamento digital aleatório, margem de um ponto, protocolo SP-06964/2026). Não há vocabulário valorativo nem leitura política do resultado, e o veículo declara o uso de ferramenta de IA na extração dos dados.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Os números são reproduzidos com fidelidade, mas a seleção editorial é favorável ao governador de centro-direita: subtítulos dedicados à aprovação de 52%, à avaliação ótimo/bom de 48% e aos 52,4% que dizem que ele merece a reeleição, mais um bloco final sobre criminalidade como maior problema do estado, com 59,4%. A ênfase em ordem pública e em desempenho do incumbente, sem qualquer dado do adversário além da intenção de voto, configura enquadramento à direita.
Perspectivas omitidas
Pesquisa do instituto AtlasIntel em São Paulo mostra Tarcísio de Freitas com 51,1% das intenções de voto e Fernando Haddad com 39,9% na disputa pelo governo do estado. O levantamento ouviu 1.810 eleitores entre 26 e 31 de agosto, testou também o cenário de segundo turno e mediu a avaliação da gestão estadual.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece com 51,1% das intenções de voto na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, segundo pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada em 3 de setembro de 2026. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) marca 39,9%, uma distância de 11,2 pontos percentuais. Considerados apenas os votos válidos, sem brancos, nulos e indecisos, o governador chega a 54%, acima do patamar necessário para vencer ainda no primeiro turno.
O levantamento ouviu 1.810 eleitores paulistas entre 26 e 31 de agosto, por recrutamento digital aleatório, com margem de erro de um ponto percentual para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo SP-06964/2026 e foi custeado com recursos próprios do instituto. Os demais nomes testados pontuam pouco: Carlos Machado (PCB) tem 1,3%, Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP) somam 1% cada e Policial Edjane (Agir) fica com 0,2%. Brancos e nulos representam 1,9% e 3,6% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.
Em simulação de segundo turno entre os dois primeiros colocados, o governador aparece com 53,2% contra 42,6% do adversário. Considerados só os votos válidos, a proporção vai a 55,5% contra 44,5%. Esse conjunto de números é o ponto em que a cobertura converge: veículos dos três campos reproduziram os mesmos percentuais, a mesma metodologia e o mesmo período de campo.
A divergência está no recorte escolhido. A cobertura de centro concentrou-se no cenário estadual e na ficha metodológica, detalhando amostra, período de coleta, margem de erro e a regra dos votos válidos antes de qualquer leitura política, e foi a que abriu mais espaço para o recorte presidencial no estado. Veículos de direita deram relevo aos indicadores de gestão: 52% de aprovação do governador contra 42% de desaprovação, 48% de avaliação ótima ou boa e 52,4% de entrevistados que dizem que ele merece um novo mandato. Esses veículos também destacaram a pergunta sobre os maiores problemas de São Paulo, em que a criminalidade aparece com 59,4%, seguida por qualidade da educação, com 35,9%, e acesso à saúde, com 29,2%. Veículos de esquerda puxaram o foco para a comparação embutida no mesmo levantamento: entre paulistas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem 39% de aprovação e 58% de desaprovação, e no cenário presidencial em São Paulo Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 39,9% contra 36% do presidente.
Há também o que a pesquisa registra como desvantagem para o governador e que nenhuma das leituras apaga: 42,2% dos entrevistados afirmam que ele não merece ser reeleito e 36% avaliam sua gestão como ruim ou péssima. A margem de um ponto percentual não muda a ordem dos dois primeiros colocados, mas o resultado de primeiro turno fica próximo da fronteira dos 50% dos votos válidos, o que torna o desfecho sensível a variações pequenas ao longo da campanha.
O que ainda não se sabe é se esse quadro se sustenta. A pesquisa é um retrato de uma semana de agosto e não mede o efeito do horário eleitoral gratuito nem de fatos posteriores à coleta. Não há, nas coberturas, série histórica que permita comparar o resultado com levantamentos anteriores do mesmo instituto no estado, nem recortes por região, renda ou escolaridade do eleitorado paulista. Também não foi divulgado o índice de rejeição de cada candidato no cenário estadual, dado que costuma antecipar o teto de voto de cada campanha, e as coberturas divergem em um detalhe menor: o percentual atribuído ao candidato do PCB, informado como 1,3% pela maioria dos veículos e como 1,5% por um deles.
Todos os lados reproduzem os mesmos números e a mesma metodologia: Tarcísio de Freitas com 51,1% e Fernando Haddad com 39,9% no primeiro turno, 53,2% a 42,6% no segundo turno simulado, 1.810 entrevistas entre 26 e 31 de agosto e margem de erro de um ponto percentual. Nenhuma cobertura contesta o registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral.

Pesquisa entrevistou 1.810 pessoas entre os dias 26 e 31 de agosto; margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos

Pesquisa também ouviu dos eleitores sobre a aprovação de Tarcísio e de seu governo; governador aparece com 52% de aprovação contra 42% de desaprovação. 6% não souberam opinar

Pesquisa divulgada nesta quinta (3/9) mostra que o governador Tarcísio de Freitas seria reeleito no 1º turno caso as eleições fossem hoje

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes e, no cenário testado pela
Relato factual e detalhado: explica o que são votos válidos e por que 50% mais um voto define o primeiro turno, lista todos os candidatos, inclusive quem não pontuou, e separa em bloco próprio o recorte presidencial no estado, apresentando cenários favoráveis e desfavoráveis a cada lado. Sem vocabulário carregado nem juízo sobre os resultados.
Perspectivas omitidas
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