Empate triplo entre Simone Tebet, Marina Silva e Guilherme Derrite ao Senado por SP
2 veículos de esquerda · 6 veículos de centro · 5 veículos de direita

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Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado em 19 de agosto de 2026 aponta empate técnico na disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal: Simone Tebet tem 31,1% das intenções de voto, Marina Silva 30,1% e Guilherme Derrite 28,2%, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais. Ricardo Salles aparece com 19,7% e André do Prado com 16,8%. Foram entrevistados 1.680 eleitores em 80 municípios entre 16 e 18 de agosto, com nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-08913/2026. Como cada eleitor escolhe dois nomes, os percentuais não somam 100%. Três dias antes, levantamento do instituto Vox Brasil havia mostrado outra ordem, com Marina Silva em 26,1%, Simone Tebet em 25,5% e André do Prado em 21,5%.
Duas ex-ministras do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, Simone Tebet e Marina Silva, aparecem numericamente à frente na corrida pelas duas vagas paulistas no Senado, um estado governado pela oposição e decisivo no resultado nacional.
O movimento relevante da rodada é o avanço de Guilherme Derrite, que saiu de 24,8% em julho para 28,2% em agosto, o maior crescimento entre os principais nomes, entrando no empate técnico com Simone Tebet e Marina Silva.
13 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Todos os lados reproduzem os mesmos percentuais e reconhecem que Simone Tebet, Marina Silva e Guilherme Derrite estão empatados dentro da margem de erro de 2,4 pontos. Há convergência também sobre a regra do pleito, com duas vagas em disputa e dois votos por eleitor, e sobre o alto grau de indefinição do eleitorado paulista, que no cenário espontâneo chega a 77,4% sem candidato definido.
Três nomes separados por menos de três pontos disputam as duas vagas de São Paulo no Senado Federal. A nova rodada do instituto Paraná Pesquisas coloca Simone Tebet, Marina Silva e Guilherme Derrite em empate técnico, com Ricardo Salles e André do Prado logo atrás e a maioria do eleitorado ainda indecisa. A análise reúne como veículos de esquerda, centro e direita leram os mesmos números.
A disputa pelas duas vagas de São Paulo no Senado Federal chegou aos primeiros dias de campanha sem favorito definido. Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado em 19 de agosto de 2026 mostra Simone Tebet com 31,1% das intenções de voto, Marina Silva com 30,1% e Guilherme Derrite com 28,2%. Com margem de erro de 2,4 pontos percentuais, os três estão tecnicamente empatados. O instituto entrevistou 1.680 eleitores em 80 municípios paulistas entre 16 e 18 de agosto, com nível de confiança de 95%, e registrou o estudo no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-08913/2026.
Como o pleito elege dois senadores por estado, cada entrevistado pôde citar até dois nomes, e por isso a soma dos percentuais ultrapassa 100%. Atrás do trio aparecem Ricardo Salles, com 19,7%, e André do Prado, presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, com 16,8%. Soninha Francine soma 5,8%, e os demais nomes ficam abaixo de 3%. Votos em branco, nulos ou em nenhum dos candidatos somam 9,3%, enquanto 6,3% não souberam responder. No cenário espontâneo, quando nenhuma lista é apresentada, 77,4% dos eleitores não souberam dizer em quem votariam.
A cobertura de centro concentrou-se nos números e na metodologia, detalhando o registro no Tribunal Superior Eleitoral, o custo declarado de 50 mil reais pago com recursos próprios do instituto e a regra do voto duplo. Essa cobertura também guardou memória do levantamento anterior, do instituto Vox Brasil, divulgado em 16 de agosto: ali Marina Silva tinha 26,1%, Simone Tebet 25,5% e André do Prado 21,5%, com Guilherme Derrite em quinto lugar, com 17%. Em pouco mais de uma semana, portanto, a ordem dos nomes mudou.
Veículos de esquerda destacaram que Simone Tebet e Marina Silva, as duas ex-ministras do governo de Luiz Inácio Lula da Silva na disputa, aparecem numericamente à frente, e trataram o resultado como sinal de fôlego das candidaturas ligadas ao governo federal em um estado administrado pela oposição. Nessa chave, a campanha de Marina Silva aparece associada à agenda ambiental. Em entrevista publicada em 17 de agosto, a ex-ministra afirmou que pretende exercer o mandato até o fim, disse que o risco da agenda ambiental está hoje no Congresso e criticou tanto as mudanças aprovadas no licenciamento ambiental quanto a alteração das regras que permitiam destruir tratores e dragas usados em garimpo ilegal.
Veículos de direita enfatizaram outro movimento: o crescimento de Guilherme Derrite, que na rodada de julho do mesmo instituto marcava 24,8% e subiu quase quatro pontos, o maior avanço entre os principais nomes. Parte dessa cobertura leu o quadro como consolidação do campo à direita, somando os votos do ex-ministro Ricardo Salles e do deputado André do Prado, e associou o desempenho à liderança de Tarcísio de Freitas na corrida ao governo estadual, com 50% contra 33,8% de Fernando Haddad no mesmo levantamento. A rejeição também entrou nessa leitura: 44,3% dos entrevistados dizem que não votariam em Fernando Haddad, ante 27,4% que descartam Tarcísio de Freitas.
No plano nacional, uma análise publicada por veículo de esquerda sobre a rodada do instituto Quaest apontou empate técnico na simulação de segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva, com 43%, e Flávio Bolsonaro, com 40%. Pesquisadores ouvidos atribuíram a compressão à piora na percepção sobre a economia, que passou de 43% para 49% entre os que enxergam deterioração nos últimos doze meses, e à rejeição elevada dos dois nomes, acima de 50% para ambos.
O que ainda não se sabe é como os indecisos, maioria absoluta no cenário espontâneo, vão se distribuir entre as duas vagas em jogo, e se a ordem entre Simone Tebet, Marina Silva e Guilherme Derrite se sustenta fora da margem de erro. A própria cobertura divergiu em pontos básicos: os percentuais do cenário espontâneo variaram entre as reportagens, a legenda de Simone Tebet foi informada de três formas diferentes, com uma correção publicada horas depois, e um dos textos trocou o mês do trabalho de campo. Nenhuma reportagem apresentou recortes por região, renda ou faixa etária que ajudassem a explicar o empate.
Na pesquisa espontânea — em que os nomes dos pré-candidatos não são mostrados aos eleitores —, 79% estão indecisos.

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Foram ouvidas 1.680 pessoas entre os dias 16 e 18 de julho; margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%

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Paraná Pesquisas mostra Simone Tebet com 31,1%, Marina Silva com 30,1% e Guilherme Derrite com 28,2% na disputa por duas vagas parao Senado

levantamento da Paraná Pesquisa mostra empate técnico triplo entre ex-ministras e Derrite. Leia no Poder360.

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Análise não disponível para esta matéria.