Tribunal Superior Eleitoral nega que fiscais do PL foram expulsos de sala-cofre
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
6 fontes políticas
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Como decidimos →O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou ser falsa a declaração de Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do partido foram retirados da sala-cofre durante a apuração do segundo turno. O candidato derrotado disse que não reconhece o resultado e que pedirá a anulação da eleição.
A Justiça Eleitoral desmontou com registros e imagens a acusação de Flávio Bolsonaro, que tenta deslegitimar uma vitória democrática de Lula por uma diferença superior a 4,4 milhões de votos.
A nota do TSE contesta diretamente a afirmação do candidato do PL, que sustenta que houve irregularidades e pretende buscar anulação pela via jurídica, citando a decisão de prorrogar a votação.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Esquerda enfatiza a desmentida e a diferença de votos como prova de legitimidade; direita destaca a nota como contestação e mantém em primeiro plano a controvérsia sobre a prorrogação do horário.
O Tribunal Superior Eleitoral afirmou que é falsa a declaração de Flávio Bolsonaro de que fiscais do PL foram retirados da sala-cofre. A Corte diz ter registros e filmagens e o candidato derrotado anunciou que pedirá a anulação da eleição.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) classificou como falsa a afirmação do senador Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais do seu partido teriam sido retirados da chamada sala-cofre da Corte durante a apuração do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A nota foi divulgada na madrugada de segunda-feira (26), depois de Flávio declarar que seria impossível reconhecer a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e que acionaria a Justiça para pedir a anulação da eleição.
Segundo o tribunal, a sala-cofre não é um espaço aberto à visitação. Já as demais áreas, como a Sala de Totalização, podem ser visitadas por fiscais de partidos, observadores internacionais, advogados e integrantes do Ministério Público. O TSE informou que dois fiscais do PL estiveram na sede, em Brasília, onde acompanharam o Teste de Integridade das Urnas, no subsolo, e a totalização e a divulgação dos resultados, na Sala de Totalização. Eles também visitaram a Sala dos Partidos Políticos, no quinto andar. A Corte afirma ter registros de presença e filmagens feitas na Sala de Totalização.
O pano de fundo é o resultado: Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio, uma diferença superior a 4,4 milhões de votos. Flávio também criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal, que prorrogou a votação até as 19h. A cobertura registra que o pedido partiu da campanha de Lula, por problemas de transporte público, e que a campanha de Flávio também havia pedido mais tempo em municípios afetados por chuvas e falta de energia. Depois, a decisão foi esclarecida para valer só onde as urnas ainda não tinham fechado. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, disse ter absoluta segurança de todo o processo eleitoral. O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, afirmou que o Ministério Público cumpriu sua missão de fiscalização, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que não há o que se contestar.
A cobertura de centro concentrou-se na checagem do tribunal e nas reações institucionais, reproduzindo a nota e as falas de Flávio, em alguns casos com a ressalva de que a própria campanha dele havia pedido a extensão do horário. Veículos de esquerda destacaram a condição de derrotado do candidato, a diferença de votos e a desmentida do tribunal. Veículos de direita deram tratamento mais curto e centrado na nota, apresentando-a como contestação direta à declaração do candidato, sem ampliar as reações de outras autoridades.
O que ainda não se sabe: se a campanha de Flávio apresentará de fato o pedido de anulação e com quais fundamentos jurídicos, e se a prorrogação do horário será questionada formalmente. As fontes também não trazem a resposta do PL à nota do tribunal nem qualquer prova apresentada pelo partido sobre a sala-cofre.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) classificou como falsa a afirmação de Flávio Bolsonaro (PL) de que fiscais de seu partido

TSE afirma que dois representantes do partido acompanharam a totalização dos votos e que registros de presença e filmagens comprovam o acesso às áreas destinadas à fiscalização eleitoral

Tribunal confirmou que dois fiscais do PL acompanharas o Teste de Integridade das Urnas, mas explicou a "sala-cofre do TSE não é um espaço aberto à visitação."
O TSE desmente Flávio Bolsonaro e esclarece que fiscais do PL acompanharam a apuração das eleições 2026 em áreas destinadas à fiscalização oficial.

Dois representantes do partido acompanharam a totalização dos votos; Flávio anunciou que pedirá a anulação. Leia no Poder360.

Flávio Bolsonaro foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, que ocorreu neste domingo (25), por mais de 4,3 milhões de votos

Nesta matéria: perspectiva omitida.