TSE quer cortar abstenção de 21,08% no segundo turno, diz Kassio Nunes Marques
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Como decidimos →A ausência de 33,4 milhões de brasileiros no primeiro turno, 21,08% do eleitorado, acende o alerta sobre a participação democrática e sobre quem fica de fora das urnas. O compromisso do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, de reduzir a abstenção no segundo turno é lido como dever do Estado de garantir o direito ao voto a todos.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, disse no domingo que o tribunal vai intensificar e aperfeiçoar seus mecanismos para reduzir a abstenção no segundo turno. Segundo o sistema de totalização, 21,08% dos eleitores aptos faltaram ao primeiro turno, o equivalente a 33,4 milhões de pessoas, a maior taxa desde 1998.
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O primeiro turno das eleições de 2026 teve abstenção de 21,08%, o equivalente a 33,4 milhões de eleitores, a maior taxa desde 1998. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, afirmou que o tribunal vai intensificar e aperfeiçoar seus mecanismos para reduzir esse percentual no segundo turno.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou no domingo, 4 de outubro, que o tribunal vai trabalhar para diminuir a abstenção de eleitores no segundo turno das eleições de 2026. A declaração veio depois de o sistema de totalização de votos registrar que 21,08% do eleitorado apto deixou de comparecer às urnas no primeiro turno, o equivalente a 33,4 milhões de pessoas.
"Não é o ideal uma abstenção de 20%", disse o ministro. Segundo ele, a ideia é intensificar e aperfeiçoar todos os mecanismos disponíveis para que o percentual caia na segunda etapa da votação.
Os números oficiais do primeiro turno mostram um eleitorado apto de 158,7 milhões de pessoas e comparecimento de 125 milhões. Foram contabilizados ainda 2,2 milhões de votos em branco e 3,6 milhões de votos nulos. A abstenção registrada é considerada a maior desde 1998, quando a Justiça Eleitoral contabilizou 21,5% de faltosos. Nas eleições presidenciais de 2022, o índice foi de 20,95% no primeiro turno, ligeiramente abaixo do atual.
A cobertura de centro relatou o caso de forma estritamente factual, reproduzindo a fala do presidente do tribunal e a série histórica de abstenção, sem adjetivos e sem ouvir outras vozes. Os textos publicados até agora são praticamente idênticos e partem do mesmo despacho de agência. Até o momento, não houve cobertura de veículos de esquerda nem de veículos de direita com leitura própria sobre o anúncio do TSE, de modo que não há enquadramentos ideológicos a contrapor.
O tema, no entanto, costuma ser lido de formas diferentes. Uma abordagem associada à esquerda tende a tratar a abstenção como sinal de exclusão e a cobrar do Estado a garantia do acesso ao voto. Uma abordagem associada à direita tende a enfatizar a eficiência da Justiça Eleitoral e a responsabilidade individual do eleitor. Nenhuma dessas leituras aparece, por enquanto, nas matérias que cobriram a declaração.
O que ainda não se sabe é quais mecanismos o tribunal pretende reforçar para ampliar o comparecimento, nem se haverá campanhas, mudanças logísticas ou ações direcionadas a regiões e grupos com maior ausência. As fontes também não trazem análise sobre as causas do aumento da abstenção em relação a 2022, nem meta numérica para o segundo turno.
Primeiro turno registrou abstenção de 21,08%, percentual equivalente a 33,4 milhões de eleitores.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4/10) que pretende trabalhar para diminuir a abstenção de eleitores no segundo turno. De acordo com os dados do sistema de totalização de votos do TSE, o primeiro turno registrou abstenção de 21,08%, percentual equivalente a 33,4 milhões de eleitores. “Não é o […]
