Sergio Moro, Tarcísio e Zucco são eleitos governadores no primeiro turno de 2026
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O primeiro turno das eleições gerais de 4 de outubro de 2026 definiu governadores, senadores e bancadas em vários estados, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Sergio Moro (PL) no Paraná, Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo e Zucco (PL) no Rio Grande do Sul venceram sem segundo turno, assim como governadores do PT no Piauí, na Bahia e no Ceará. A eleição presidencial segue para 25 de outubro, entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
O PL e aliados saíram do primeiro turno com vitórias em estados decisivos: Sergio Moro no Paraná, Zucco no Rio Grande do Sul e Arthur Henrique em Roraima, além da vitória de Tarcísio de Freitas em São Paulo. No Senado, nomes como Michelle Bolsonaro, Deltan Dallagnol, Marcel van Hattem e Guilherme Derrite foram eleitos, e Flávio Bolsonaro leva a disputa presidencial ao segundo turno contra Lula.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
O primeiro turno de 4 de outubro de 2026 definiu governadores, senadores e deputados em vários estados. Sergio Moro, Tarcísio de Freitas e Zucco venceram sem segundo turno, assim como governadores do PT no Piauí, na Bahia e no Ceará. Lula e Flávio Bolsonaro voltam a disputar a Presidência em 25 de outubro.
O primeiro turno das eleições gerais de 2026, realizado no domingo, 4 de outubro, definiu governadores, senadores e bancadas legislativas em boa parte dos estados. A disputa presidencial segue para o segundo turno em 25 de outubro, entre Lula, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL. Os dados vêm do Tribunal Superior Eleitoral e mostram vitórias em primeiro turno de nomes de diferentes partidos.
No Paraná, Sergio Moro, do PL, foi eleito governador com 50,10% dos votos válidos. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, venceu com 62,65%. No Rio Grande do Sul, Zucco, do PL, obteve 58,05%. Em Goiás, Daniel Vilela, do MDB, teve 59,17%, e em Roraima Arthur Henrique, do PL, chegou a 69,13%. No Pará, Dr. Daniel, do Podemos, foi eleito com 51,36%. Candidatos do PT venceram no Piauí, com Rafael Fonteles e 70,90%, na Bahia, com Jerônimo Rodrigues e 55,80%, e no Ceará, com Elmano de Freitas e 53,19%.
Haverá segundo turno para governador no Amazonas, entre Omar Aziz, do PSD, e Professora Maria do Carmo, do PL; no Rio Grande do Norte, entre Allyson Bezerra, do União Brasil, e Cadu de Lula, do PT; e no Distrito Federal, entre Celina Leão, do PP, e Leandro Grass, do PT. No Rio de Janeiro, o segundo turno deve opor Douglas Ruas, do PL, e Eduardo Paes, do PSD. O resultado, porém, depende do julgamento da candidatura de Garotinho, do Republicanos, cujos 3,17% dos votos válidos estão anulados sub judice.
No Senado, o PL elegeu os dois senadores do Rio de Janeiro, Carlos Portinho e Carlos Jordy, e as duas senadoras do Distrito Federal, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis. No Paraná venceram Filipe Barros, do PL, e Deltan Dallagnol, do Novo. Em São Paulo, Guilherme Derrite, do PP, e André do Prado, do PL. No Rio Grande do Sul, Sanderson, do PL, e Marcel van Hattem, do Novo. Na Bahia, o PT elegeu Rui Costa e Jaques Wagner, e no Ceará venceram Cid Gomes, do PSB, e Luizianne, da Rede.
Para a Câmara dos Deputados, Lucas Pavanato, do PL de São Paulo, passou de 3 milhões de votos. No mesmo estado, Erika Hilton, do PSOL, teve quase 1,6 milhão. No Ceará, André Fernandes, do PL, recebeu 684.372 votos. No Distrito Federal, Fábio Felix, do PSOL, liderou com 224.224 votos, mais de quatro vezes a sua votação de 2022. Governadores e deputados terão mandato de quatro anos; senadores, de oito.
A cobertura de centro concentrou o material: listas por estado com nome, partido e votação de cada eleito, baseadas nos dados oficiais, sem avaliação de vencedores e derrotados. O único texto de veículos de direita reunido aqui foi uma lista automatizada sobre a bancada federal do Distrito Federal, também sem enquadramento próprio. Veículos de esquerda não publicaram cobertura própria reunida nesta história. Por isso não há divergência de interpretação a registrar. As diferenças entre os textos são de formato, como a contagem de reeleitos nas reportagens sobre o Distrito Federal e Mato Grosso.
Ainda não se sabe como ficará a disputa pelo governo do Rio de Janeiro, que depende da decisão da Justiça Eleitoral sobre Garotinho. As listas também não trazem dados de abstenção nem o balanço nacional das bancadas por partido, que aparece apenas estado a estado.
Governadores e deputados terão mandatos de quatro anos; senadores, de oito anos

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Com 224 mil votos, Fábio Felix é o deputado federal mais votado do DF em eleição que renovou quatro das oito cadeiras da bancada na Câmara.

Fábio Felix (PSOL) foi o mais votado no Distrito Federal, com 224.224 votos (13,41% dos votos válidos). Confira a lista com os nomes e os partidos dos eleitos
Ao todo, foram eleitos oito deputados federais por Mato Grosso, sendo cinco reeleitos.

Governadores e deputados terão mandatos de quatro anos; senadores, de oito anos

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