
Vereador do PL é alvo de ataque a tiros em UPA no RN; assessor é morto
Resumo da cobertura
O vereador Cabo Deyvison (PL), de 37 anos, foi baleado nas pernas em um ataque a tiros na noite de 15 de junho de 2026, em frente a uma UPA do bairro Alto de São Manoel, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Seu assessor, Alyson Dyego de Oliveira Moraes, também de 37 anos, foi atingido na cabeça e morreu. O parlamentar fazia uma transmissão ao vivo nas redes sociais quando ocupantes de um carro dispararam contra o grupo. Deyvison foi socorrido na própria UPA e transferido ao Hospital Regional Tarcísio Maia, onde seu estado é estável. A Polícia Civil investiga o caso e a suspeita inicial é de que o ataque tenha sido cometido por integrantes de facção criminosa, com armas de uso restrito.
O vereador Cabo Deyvison, do PL, de 37 anos, foi baleado nas pernas em um ataque a tiros na noite de 15 de junho de 2026, em frente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Alto de São Manoel, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Seu assessor, Alyson Dyego de Oliveira Moraes, também de 37 anos, foi atingido na cabeça e não resistiu aos ferimentos. No momento do crime, o parlamentar fazia uma transmissão ao vivo nas redes sociais, e o assessor era quem filmava a ação. Um carro passou pelo local e ocupantes dispararam diversas vezes contra o grupo. Outras pessoas que estavam na unidade de saúde não foram atingidas.
Deyvison foi socorrido na própria UPA e depois transferido de ambulância para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde permanece internado em estado clínico estável. O assessor chegou a receber atendimento médico, mas morreu no local. A cobertura de centro relatou os fatos com fontes oficiais: a Polícia Civil do Rio Grande do Norte confirmou que a suspeita inicial é de que o ataque tenha sido cometido por integrantes de uma facção criminosa, com o uso de armas de uso restrito. O veículo utilizado pelos criminosos foi localizado abandonado no bairro Alameda dos Cajueiros e recolhido para perícia. Até o momento, ninguém foi preso.
O próprio vereador atribuiu o atentado à insatisfação de criminosos com sua atuação parlamentar na cidade. Ex-policial militar no Ceará por treze anos, Deyvison foi eleito vereador de Mossoró em 2024, filiou-se ao PL em março de 2026 e é atualmente pré-candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Norte. Segundo a direção da UPA, no momento do ataque ele aguardava do lado de fora acompanhando o atendimento de uma mulher e de uma criança que havia sido mordida por um cachorro.
Os três lados convergem nos fatos centrais: o ataque, a morte do assessor, o ferimento do parlamentar e a suspeita de autoria por facção criminosa. As diferenças aparecem no enquadramento. Veículos de direita enfatizaram a condição do parlamentar como alvo constante de facções por suas denúncias e atuação de combate ao crime, e deram destaque à fala do pré-candidato ao governo Álvaro Dias, do PL, que classificou o episódio como 'mais uma demonstração da grave crise de segurança' no estado e defendeu que a segurança pública volte a ser prioridade. Veículos de esquerda destacaram o contexto da violência alcançando um equipamento público de saúde e a dimensão coletiva da insegurança, tratando a morte do assessor como perda irreparável e apontando a responsabilidade do Estado em estruturar uma política de segurança consistente. A cobertura de centro manteve o foco na reconstituição factual do crime e na apuração policial em andamento.
O que ainda não se sabe: a autoria e a motivação exata do ataque permanecem sob investigação, sem suspeitos presos. As circunstâncias completas do crime e a eventual relação direta entre a atuação do vereador e a ação dos criminosos ainda dependem da conclusão da perícia e do inquérito conduzido pela Polícia Civil de Mossoró.
Briefing
O que importa para você
- O ataque ocorreu em frente a uma UPA, equipamento de saúde de uso público em Mossoró.
- Um assessor foi morto e o vereador segue internado em estado estável.
- O caso alimenta o debate eleitoral sobre segurança pública no RN, com reação do pré-candidato ao governo Álvaro Dias (PL).
Onde os lados divergem
- Direita enfatiza que o parlamentar era alvo de facções por sua atuação de combate ao crime e cobra respostas firmes de segurança.
- Esquerda destaca a violência atingindo um serviço público de saúde e a responsabilidade do Estado em estruturar a segurança como política pública.
- Centro mantém foco na reconstituição factual e na investigação policial.
Onde os lados concordam
Esquerda, centro e direita convergem em que o vereador Cabo Deyvison (PL) foi baleado e seu assessor Alyson Dyego morreu em ataque a tiros em frente a uma UPA em Mossoró, com suspeita de autoria por facção criminosa e armas de uso restrito.
O que ainda está incerto
- A autoria e a motivação exata do ataque seguem sob investigação, sem presos.
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
- ICL NotíciasVereador do PL é alvo de ataque a tiros em UPA no RN; assessor é morto(Uol/Folhapress) - O vereador Cabo Deyvison (PL-RN), 37, foi alvo de um ataque a tiros em frente a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no bairro Alto de
Ver análise editorial
Texto majoritariamente factual com fontes oficiais nomeadas. O recorte LEFT é tênue: o veículo (ICL) é de esquerda, mas a matéria relata o ataque a um parlamentar do PL sem editorializar contra ele; inclui a fala do pré-candidato bolsonarista Álvaro Dias sobre 'crise de segurança'. A leve inclinação vem da ênfase no contexto de segurança pública como falha estatal, framing caro à esquerda, mas a apuração é equilibrada.
- Qualidade argumentativa
- 62/100
Linha do Tempo
- 15 de jun. de 2026, 22:00Vereador Cabo Deyvison é baleado e seu assessor Alyson Dyego é morto em ataque a tiros em frente a uma UPA em Mossoró (RN)
- 01 de mar. de 2026, 00:00Cabo Deyvison deixa o MDB e se filia ao PL, tornando-se pré-candidato a deputado federal pelo Rio Grande do Norte
Fontes

(Uol/Folhapress) - O vereador Cabo Deyvison (PL-RN), 37, foi alvo de um ataque a tiros em frente a uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) no bairro Alto de

Atentado aconteceu enquanto o vereador do PL fazia uma transmissão ao vivo nas redes sociais em frente à UPA de Alto de São Manoel, em Mossoró

Crime aconteceu durante transmissão ao vivo em frente a uma UPA; polícia investiga motivação política
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