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O vereador Cabo Deyvison (PL), de Mossoró (RN), foi baleado nas pernas enquanto transmitia uma live dentro de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Alto de São Manoel. O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, que filmava a transmissão, não resistiu aos ferimentos e morreu. O vereador foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia e está em estado estável. A Polícia Civil do RN investiga o caso e trabalha com diferentes hipóteses, incluindo possível ligação com denúncias do vereador sobre organizações criminosas. Peritos recolheram um carregador de munição calibre 5.56, de uso restrito. A governadora Fátima Bezerra (PT) determinou prioridade máxima na apuração.
Um ataque a tiros dentro de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Mossoró, no Rio Grande do Norte, terminou com um morto e um ferido. O alvo foi o vereador Cabo Deyvison, do PL, atingido nas pernas enquanto transmitia uma live nas redes sociais na unidade do bairro Alto de São Manoel. O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, que filmava a transmissão, não resistiu aos ferimentos e morreu.
Após o ataque, o vereador recebeu os primeiros atendimentos na própria unidade e foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia. Sua equipe informou que o estado de saúde é estável. Eleito para o primeiro mandato, Cabo Deyvison tem 37 anos e atuou por mais de uma década como policial militar no Ceará antes de entrar na política.
A cobertura de centro relatou os fatos de forma direta: homens armados invadiram a UPA e efetuaram os disparos enquanto o parlamentar acompanhava uma moradora e uma criança na unidade. A investigação foi assumida pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que trabalha com diferentes linhas de apuração. Uma das hipóteses é a de que o atentado tenha ligação com denúncias feitas pelo vereador sobre a atuação de organizações criminosas em Mossoró. Peritos recolheram um carregador de munição calibre 5.56, de uso restrito, normalmente associado a fuzis, e localizaram um veículo suspeito, encontrado abandonado em outro bairro e enviado para perícia.
Veículos de direita enfatizaram o ângulo de que o vereador, ex-policial militar, foi atacado justamente ao expor publicamente a presença de facções na cidade, tratando o episódio como prova da audácia do crime organizado e da necessidade de uma resposta firme das instituições. A Juventude do PL cobrou a responsabilização dos envolvidos e questionou as condições de segurança enfrentadas por moradores e trabalhadores da região.
Veículos de esquerda destacaram a dimensão de segurança pública e a resposta do Estado: a governadora Fátima Bezerra, do PT, afirmou em nota ter determinado prioridade máxima à apuração e empenho total das forças de segurança, com a investigação a cargo da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa. O delegado Renato Oliveira classificou a ação como de alta gravidade por ter ocorrido dentro de uma unidade de saúde em funcionamento, expondo pacientes, acompanhantes e profissionais ao risco.
O que ainda não se sabe é a autoria material e a motivação confirmada do ataque. A hipótese de ligação com as denúncias do vereador permanece como uma linha de investigação, sem confirmação oficial. Também não há, até o momento, prisões anunciadas nem detalhamento sobre quais denúncias específicas teriam motivado o crime. O caso segue sob investigação.
Todos os lados reconhecem que o vereador Cabo Deyvison (PL) foi baleado e seu assessor morto em um ataque a tiros dentro de uma UPA em Mossoró, e que o caso está sob investigação da Polícia Civil do RN com possível ligação às denúncias do parlamentar sobre o crime organizado.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nota curta e factual: registra que vereador e assessor foram alvejados durante live em UPA, com o assessor morto, e menciona lamento do partido. Tom neutro, sem vocabulário valorativo. Corpo enxuto limita a profundidade, mas não distorce os fatos.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto majoritariamente factual: descreve o ataque, cita o calibre da munição recolhida, a transferência hospitalar, as linhas de investigação e atribui falas ao delegado Renato Oliveira e à governadora Fátima Bezerra (PT). Inclui nota da Juventude do PL sem editorializar. Cobertura equilibrada apesar do publisher de viés à direita.

Parlamentar do PL fazia transmissão ao vivo em uma UPA quando foi alvo dos disparos; partido lamentou o caso

Polícia investiga se atentado contra Cabo Deyvison, em Mossoró, tem relação com denúncias feitas pelo parlamentar sobre atuação de facções criminosas
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Perspectivas omitidas


