Instituto Veritá dá 51,3% dos votos válidos a Flávio Bolsonaro e 48,7% a Lula
1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Veículos de direita centraram a cobertura na pesquisa do Instituto Veritá, que registrou Flávio Bolsonaro à frente de Luiz Inácio Lula da Silva, com 50,2% contra 47,5% na intenção de voto estimulada e 51,3% contra 48,7% nos votos válidos. Uma das matérias destacou também que 53,7% dos entrevistados acreditavam na vitória de Flávio. Os textos ressalvaram que os números não são previsão definitiva e que expectativa de vitória não equivale a intenção de voto, mas não citaram outras pesquisas que apontavam empate.
A cobertura de centro tratou da reta final do segundo turno entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro como disputa empatada, citando pesquisas que apontavam empate técnico sem nomear institutos.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
A cobertura de centro e a de direita concordam que a disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro chegou apertada à véspera do segundo turno de 25 de outubro.
A dois dias do segundo turno, o Instituto Veritá registrou Flávio Bolsonaro com 51,3% dos votos válidos e Luiz Inácio Lula da Silva com 48,7%, com margem de erro de um ponto percentual. Veículos de direita destacaram o levantamento, enquanto a cobertura de centro relatou empate técnico nas pesquisas e o inquérito da Polícia Federal que envolve Flávio.
Uma pesquisa do Instituto Veritá divulgada na sexta-feira, 23 de outubro, registrou o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, a dois dias do segundo turno da eleição presidencial, marcado para domingo, 25 de outubro. Na intenção de voto estimulada, Flávio somou 50,2% e Lula, 47,5%. Nos votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos, o placar foi de 51,3% a 48,7%.
O instituto ouviu 15.554 eleitores em todo o país entre 18 e 22 de outubro. A pesquisa foi feita com recursos próprios, tem margem de erro de um ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06070/2026. Com essa margem, os intervalos dos dois candidatos não se sobrepõem. O mesmo levantamento mediu a expectativa de vitória: 53,7% dos entrevistados disseram acreditar que Flávio venceria, contra 46,3% que apostavam em Lula.
Veículos de direita concentraram a cobertura nesses números. Destacaram a vantagem de Flávio fora da margem de erro e levaram ao título a expectativa de vitória. Os textos registraram ressalvas: o registro no tribunal não significa endosso, a expectativa de vitória não equivale a intenção de voto e os números não representam previsão definitiva das urnas. Nenhuma das matérias desse lado citou outros institutos ou trouxe reação das campanhas.
A cobertura de centro desenhou outro quadro. Relatou que pesquisas de intenção de voto apontavam empate técnico entre os dois candidatos, sem nomear institutos nem números, e descreveu a apuração como de resultado apertado. O texto registrou que o secretário-geral da Presidência, Guilherme Boulos, anunciou a entrega à Justiça Eleitoral dos sigilos do cartão corporativo, de visitas e de voos ligados a Lula, e que Flávio entregou procuração permitindo a quebra de seus sigilos fiscal, bancário e telefônico. Citou apurações da Polícia Federal que apontam proximidade entre Flávio e o empresário Willer Tomaz, ambos alvos de inquérito por lavagem de dinheiro. A matéria afirmou que a campanha do Partido Liberal vinha se mostrando um tanto perdida desde o debate na televisão e ouviu o cientista político Cláudio Couto, da Fundação Getulio Vargas, para quem uma vitória de Flávio poderia gerar concentração de poder. A campanha de Flávio apareceu com promessa de manter o Bolsa Família e aposentadorias, sem resposta às acusações.
Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
A divergência entre os dois lados é de foco. A cobertura de direita tratou de um único levantamento favorável a Flávio. A de centro tratou do conjunto das pesquisas como empate e deu peso às investigações e ao clima da campanha.
Até o início da tarde de 24 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, nenhuma delas comparava o resultado do Instituto Veritá com os de outros institutos, e a cobertura de centro não detalhava quais pesquisas sustentavam o empate técnico. Também não havia registro de resposta da campanha de Flávio às acusações sobre Willer Tomaz.
A campanha eleitoral chega à reta final afunilada, com empate numérico entre Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, deixando eleitores com emoção à flor da pele num resultado em que a única certeza…

A maioria dos eleitores acredita que Flávio Bolsonaro vencerá Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial, segundo os números

O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pela Presidência
