Romeu Zema propõe tarifa mínima a motoboys sem regulação do Estado
3 veículos de centro · 2 veículos de direita

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Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e candidato do Partido Novo à Presidência da República, defendeu em 20 de agosto de 2026, durante encontro com entregadores no centro de São Paulo, a criação de uma tarifa mínima para quem trabalha por aplicativo, comparando a medida ao piso praticado por táxis e por concessionárias de energia, água e telefonia. Ele afirmou que as plataformas devem apresentar propostas de seguro de vida e seguro saúde em caso de acidente e negociar diretamente com representantes da categoria, mas sustentou que o Estado deve exigir e não executar, sem impor regulamentação. Zema citou ainda o aperfeiçoamento do regime de Microempreendedor Individual (MEI) para garantir auxílio previdenciário e voltou a defender uma alternativa à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) baseada em contrato por hora. Não detalhou valores, prazos nem o desenho do novo regime.
Romeu Zema levou ao encontro com entregadores de aplicativo uma proposta que tenta resolver a insegurança da categoria sem repetir a receita da intervenção estatal. O candidato do Partido Novo à Presidência da República defendeu tarifa mínima, seguro de vida e seguro saúde, mas condicionou tudo a um acordo negociado entre plataformas e trabalhadores, com o poder público cobrando resultado em vez de redigir a regra.
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5 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Toda a cobertura registra os mesmos pontos: Romeu Zema defendeu tarifa mínima por entrega, pediu que as plataformas ofereçam seguro de vida e seguro saúde, condicionou a solução a acordo direto entre empresas e entregadores e voltou a propor uma alternativa à CLT baseada em trabalho por hora.
Em encontro com entregadores em São Paulo, Romeu Zema, candidato do Partido Novo à Presidência da República, defendeu uma tarifa mínima por entrega, seguro de vida e seguro saúde pagos pelas plataformas, além de uma alternativa à CLT baseada em trabalho por hora. Ele rejeitou, porém, regulamentação imposta pelo Estado e não detalhou valores nem prazos.
O candidato do Partido Novo à Presidência da República, Romeu Zema, defendeu na quinta-feira, 20 de agosto de 2026, a criação de uma tarifa mínima para os entregadores que trabalham por aplicativo. A proposta foi apresentada durante encontro com representantes da categoria na região central de São Paulo, seguido de entrevista coletiva. Ex-governador de Minas Gerais, Zema comparou a ideia ao piso já praticado em outros serviços: “Eles precisam ser respeitados, precisam ter uma tarifa mínima, igual todo táxi tem”, afirmou, citando também operadoras de telefonia, energia e água.
O ponto que organiza a proposta é o limite que o candidato impõe à ação do Estado. Zema sustentou que o poder público deve exigir que as plataformas apresentem propostas, mas não deve regulamentar diretamente a atividade. “O Estado tem de exigir e não executar, porque quando ele executa nunca fica bom”, disse. Ele sugeriu que representantes dos motoboys e das empresas negociem entre si tarifa, seguro de vida e seguro saúde em caso de acidente, num arranjo que descreveu como uma regulamentação construída a quatro mãos. Como caminho de formalização, citou o aperfeiçoamento do regime de Microempreendedor Individual, o MEI, de modo a garantir auxílio previdenciário a quem precise se afastar depois de um acidente. O candidato também repetiu a defesa de uma alternativa à Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, baseada em contrato por hora trabalhada, e classificou a legislação de 1943 como desatualizada diante do mercado de trabalho atual.
Toda a cobertura reunida converge nesses fatos, e a diferença está na ênfase. Veículos de direita destacaram o apelo às empresas de aplicativo e a promessa de uma alternativa à CLT, apresentando o conjunto como conciliação entre liberdade econômica e respeito aos trabalhadores, sem contraponto de críticos e sem registrar as lacunas da proposta. A cobertura de centro reproduziu as mesmas falas com mais contexto, reuniu os pontos sobre MEI, seguros e a intenção de implementar a medida logo no início de um eventual mandato, e registrou explicitamente que o candidato não detalhou como funcionaria o novo modelo trabalhista. Um dos textos de centro trouxe ainda a avaliação do candidato de que se criou no Brasil um entrave ao trabalho por hora “apenas para alimentar o populismo”. Até o momento, veículos de esquerda não cobriram o encontro no material reunido, de modo que a objeção usual dessa vertente ao tema, centrada em reconhecimento de vínculo empregatício e em regulamentação estatal da remuneração, não aparece na cobertura disponível.
Vários pontos seguem em aberto. Nenhum veículo informou qual seria o valor da tarifa mínima, quem a calcularia e quem fiscalizaria o cumprimento caso o Estado não regulamente a atividade. Também não há detalhamento sobre como funcionaria o contrato por hora, se ele conviveria com a CLT ou a substituiria, nem qual seria o custo previdenciário de um MEI reformulado. As empresas de aplicativo, os sindicatos e as associações de entregadores não haviam se manifestado sobre a proposta nas matérias analisadas.
O presidenciável Romeu Zema (Novo) defendeu nesta quinta-feira, 20, a criação de uma tarifa mínima para os entregadores de aplicativo. "Eles precisam ser respeitados, precisam de ter uma tarifa mínima, igual todo táxi, toda operadora de celular, de energi

Declaração foi dada em coletiva nesta quinta-feira, 20, após encontro com a categoria em São Paulo

Candidato à Presidência também defendeu respeito aos profissionais

Em encontro com entregadores em SP, candidato à Presidência do Novo comparou modelo ao adotado pelos taxistas. Leia no Poder360.

Em conversa com motoboys, o presidenciável também defendeu mudanças na legislação trabalhista
