Romeu Zema ironiza ação do Ministério Público Eleitoral por celular na cabine
1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de centro · 1 veículo de direita

O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) ironizou nas redes sociais, no domingo, 4 de outubro, a ação apresentada pelo Ministério Público Eleitoral depois que ele entrou com um celular na cabine de votação em Araxá (MG). O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais informou que o episódio será apurado, e as regras do Tribunal Superior Eleitoral proíbem aparelhos eletrônicos na cabine.
Pela ótica de quem desconfia do excesso de rigor do Estado, Romeu Zema (Novo) questiona a proporcionalidade de uma ação criminal por ter usado o celular na cabine em Araxá (MG), justamente para consultar a "Colinha Virtual" oferecida pelo próprio Tribunal Superior Eleitoral. O candidato diz que não foi avisado pelos mesários e que não registrou o voto.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
A cobertura converge em que Romeu Zema entrou com celular na cabine em Araxá (MG), virou alvo de ação do Ministério Público Eleitoral e que as regras do TSE proíbem o aparelho na cabine, mesmo desligado.
O candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) reagiu com ironia à ação do Ministério Público Eleitoral por ter entrado com celular na cabine de votação em Araxá (MG). Ele diz que usou a Colinha Virtual do TSE e que não foi alertado pelos mesários; o TRE-MG vai apurar.
O candidato à Presidência Romeu Zema, do partido Novo, ironizou nas redes sociais, no domingo, 4 de outubro, a ação apresentada contra ele pelo Ministério Público Eleitoral. O motivo foi a entrada do candidato com um celular na cabine de votação em Araxá, em Minas Gerais, onde ele foi flagrado com o aparelho em mãos diante da urna.
Na publicação, Zema escreveu: "Mas se eu tivesse roubado um celular e falasse que era pra comprar uma cervejinha estaria tudo bem. Mais um dia de Brasil". Ele também questionou o fato de o Tribunal Superior Eleitoral oferecer ferramentas virtuais ao eleitor. Segundo o candidato, o tribunal criou a chamada "Colinha Virtual", ele a usou, e o Ministério Público Eleitoral ajuizou uma ação criminal por causa do celular.
Mais cedo, Zema havia dito que não foi alertado pelos mesários sobre a proibição e negou ter feito fotografias ou registros durante o voto. Ele afirmou ainda que havia temas mais importantes para serem debatidos na eleição.
As regras do Tribunal Superior Eleitoral proíbem que eleitores levem celulares, câmeras ou outros equipamentos capazes de comprometer o sigilo do voto para dentro da cabine, mesmo desligados. Os aparelhos devem ficar no local indicado pela mesa receptora. A Justiça Eleitoral permite que o eleitor leve uma "colinha", mas orienta que os números dos candidatos sejam anotados em papel.
A cobertura de centro relatou o caso de forma factual e convergente. Os textos registram que o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais informou que o episódio será apurado. Parte da cobertura acrescentou que o presidente do tribunal mineiro considera que a conduta caracteriza irregularidade, embora seja preciso analisar o caso específico. Também foi registrada a fala do ministro Kassio Nunes Marques, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, segundo quem intercorrências com celular são comuns e a Justiça Eleitoral tomará providências.
Até o momento, veículos de esquerda e veículos de direita não publicaram abordagem própria sobre o episódio. A discussão de enquadramento ficou restrita ao embate entre a defesa do candidato, que aponta desproporção na ação criminal, e a posição das autoridades eleitorais, que tratam o porte do aparelho como irregularidade.
Ainda não se sabe qual é o enquadramento jurídico exato da ação do Ministério Público Eleitoral nem qual pena o candidato pode enfrentar. Também não está claro se o tribunal mineiro concluirá a apuração antes do fim do processo eleitoral, nem se Zema chegou a usar o celular para algo além da consulta que alega.

Justiça Eleitoral apura conduta do candidato do Novo à Presidência; ex-governador de Minas afirmou que não foi alertado sobre veto ao uso do aparelho no local
