Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Datafolha+12Proibição das bets+10STF+8Alexandre de Moraes+8André Mendonça+8Tabata Amaral+8Caso Banco Master+2Eleições 2026+1TSE+1Daniel Vorcaro+1Ministério da Fazenda+1Ministério Público Federal+1
ver todos

Violência doméstica sobe 28,9% em dias de jogo, diz estudo

1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•12/08/2026•Violência Doméstica
Violência doméstica sobe 28,9% em dias de jogo, diz estudo
Imagem: Notícias ao Minuto Brasil

Resumo da cobertura

A segunda edição do estudo Futebol e Violência Contra a Mulher, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada em 11 de agosto de 2026, estima alta de 27,4% nas ameaças e de cerca de 28,9% nas lesões corporais dolosas contra mulheres em dias de jogos profissionais. O levantamento analisou 308.315 registros entre 2023 e 2025 em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre, considerando partidas da Série A do Brasileiro, da Libertadores e da Sul-Americana. Os pesquisadores afirmam que a associação é robusta, mas não causal.

Alguém precisa ver os dois lados disso?

WhatsApp

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • Notícias ao Minuto BrasilAgressões e ameaças a mulheres crescem em dias de jogos de futebol em cinco capitais, aponta relatório 
    Análise editorial

    Cobertura factual detalhada, que explicita a base de registros analisados, o desenho econométrico com controle de dia da semana, feriados, temperatura e chuva, e registra de forma expressa que a associação encontrada não é causal. Apresenta o recorte racial com a hipótese dos próprios pesquisadores e inclui a limitação sobre álcool e apostas. Enquadramento neutro, sem vocabulário valorativo, ainda que o tema seja de forte apelo político.

    Qualidade argumentativa
    79/100
    Manipulação emocional
    10/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    4

    Perspectivas omitidas

    • Não ouve clubes, federações ou a CBF sobre a responsabilidade atribuída a eles no estudo
    • Não traz resposta de secretarias de segurança das cinco capitais analisadas
Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • Jovem PanAgressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos de futebolDados são do estudo Futebol e violência contra a mulher, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.

    Análise editorial

    Texto de agência com estrutura factual, percentuais atribuídos ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública e citação direta da coordenadora do estudo. Não há vocabulário valorativo nem enquadramento ideológico, apesar do veículo ter perfil editorial de direita. O único desvio é a supressão das ressalvas metodológicas, o que endurece a leitura dos números sem editorializar.

    Qualidade argumentativa
    58/100
    Manipulação emocional
    12/100
    Clickbait
    15/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não informa que o estudo aponta associação estatística, e não relação causal, entre jogos e violência
    • Omite as limitações declaradas pelos pesquisadores, como a ausência de dados sobre consumo de álcool e apostas
    • Não traz o recorte racial dos registros nem a fala do coordenador do levantamento

Levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública analisou 308.315 registros de ocorrência entre 2023 e 2025 em cinco capitais e encontrou aumento de ameaças e agressões contra mulheres nos dias de jogos do Brasileiro, da Libertadores e da Sul-Americana. Os pesquisadores afirmam que a associação é robusta, mas não indica relação causal.

Dias de jogo de futebol profissional estão associados a um aumento nos registros de violência contra a mulher nas cinco maiores capitais do país. É o que estima a segunda edição do estudo Futebol e Violência Contra a Mulher, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, lançada em 11 de agosto de 2026 em São Paulo. Nas datas de partidas da Série A do Campeonato Brasileiro, da Libertadores e da Sul-Americana, o modelo aponta alta de 27,4% nas ameaças contra mulheres e de cerca de 28,9% nas lesões corporais dolosas.

O levantamento analisou 308.315 registros de ocorrência entre 2023 e 2025 em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre. A base de ameaças reúne 219.595 casos, e a de lesão corporal, 88.720. O grupo mais atingido é o de mulheres de 15 a 29 anos, com aumento estimado de 44,4% nas ameaças e de cerca de 44% nas lesões em dias de partida. Dentro de casa, o modelo estima elevação de 35,1% nas lesões e de 26,8% nas ameaças; entre as jovens, a ameaça no domicílio chega a 47,3%. As diferenças variam ao longo da semana, com o maior salto às quintas-feiras, quando a média de registros de ameaça passa de 28,67 para 41,51.

A comparação com a edição anterior é o ponto em que todas as versões da cobertura convergem. No estudo divulgado em 2022, com dados de 2015 a 2018, as ameaças subiam 23,7% e as lesões, 20,8%. O indicador de agressão física é o que mais avançou desde então. A coordenadora de Gênero e Raça do Fórum, Juliana Brandão, resume que os dias de jogo funcionam hoje como fator de risco comprovado e defende que o dado oriente o planejamento das forças de segurança, com reforço às Delegacias da Mulher e às patrulhas de fiscalização das medidas protetivas de urgência. Ela também afirma que o esporte não é a origem do problema: nas suas palavras, o futebol não gera a violência, mas a catalisa.

A cobertura de centro foi a que abriu a metodologia. Nela aparece o desenho econométrico descrito pelo coordenador do estudo, Daniel Cerqueira, com controle de dia da semana, mês, ano, cidade, feriados, temperatura e chuva, além do alerta explícito de que há associação robusta, e não relação causal, entre partidas e registros. É também nessa cobertura que entram o recorte racial, com mulheres negras somando 58,9% das vítimas de ameaça e 59,7% das de lesão corporal, e a fala do ex-jogador Raí sobre a responsabilidade de atletas e clubes diante das novas gerações. Veículos de direita publicaram uma versão mais curta, de despacho de agência, que preserva os percentuais e a recomendação de reforço ao policiamento especializado, mas deixa de fora as ressalvas metodológicas e o recorte racial, o que endurece a leitura dos números. Veículos de esquerda não registraram matéria própria no conjunto reunido até aqui; o eixo que esse campo costuma acionar, o de violência estrutural de gênero e de financiamento das políticas de proteção, aparece no material apenas pela voz das fontes do próprio estudo.

A divergência de fundo é sobre o que fazer com o dado. A leitura que enfatiza proteção social vê ali justificativa para ampliar rede de atendimento, orçamento e cobrança sobre clubes e patrocinadores. A leitura que enfatiza responsabilidade individual e cautela regulatória se apoia na própria ressalva dos pesquisadores para separar o esporte do agressor e defender uso mais eficiente do efetivo policial nas janelas já mapeadas, sem novas restrições ao futebol.

O que ainda não se sabe é considerável e está admitido pelos autores. Não houve acesso a dados de consumo de álcool nas capitais, de modo que o estudo não estima o efeito da bebida nem projeta o impacto do projeto de lei que discute a liberação de bebidas nos estádios de São Paulo. A mesma limitação vale para as apostas esportivas. O placar das partidas não entrou na análise, e por isso a hipótese internacional de frustração e agressão não foi testada. Também não há, no material publicado, resposta de clubes, de federações ou das secretarias de segurança das cinco capitais sobre as recomendações dirigidas a eles.

Briefing

O que importa para você

  • Dias de partida do Brasileiro, da Libertadores e da Sul-Americana passam a ser tratados como janela de risco previsível nas cinco capitais analisadas.
  • A recomendação prática é reforçar Delegacias da Mulher e patrulhas de fiscalização de medidas protetivas justamente nessas datas.
  • O maior salto de ameaças aparece às quintas-feiras, quando a média de registros passa de 28,67 para 41,51.
  • O estudo não sustenta, por falta de dados, qualquer projeção sobre o projeto de lei de bebidas em estádios de São Paulo.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura reproduz os mesmos percentuais do levantamento, atribui os dados ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, aponta as mulheres de 15 a 29 anos como as mais atingidas e registra que os índices são maiores do que os da edição anterior do estudo, de 2015 a 2018.

O que ainda está incerto

  • Não há medida de consumo de álcool nas capitais, então o efeito da bebida não foi estimado.
  • O impacto das apostas esportivas também ficou fora por indisponibilidade de dados.
  • O placar das partidas não entrou na análise, e a associação encontrada não estabelece relação causal.
  • Clubes, federações e secretarias de segurança não responderam publicamente às recomendações.
Direitos da MulherSegurança PúblicaViolência Doméstica

NeXTverso·Publicidade

Dezesseis formas de decidir. Uma é a sua.

As funções cognitivas de cada tipo, e o teste gratuito que aponta o seu.

Ver os 16 tipos

NeXTverso·Publicidade

Duas pessoas, seis dimensões, uma leitura

Doze perguntas, um convite, e a comparação de personalidade, valores e estilo de vida.

Ver como funciona

Fontes

Espectro: Direita
Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos de futebol
Agressões domésticas contra mulheres crescem 28,9% em dias de jogos de futebol

Dados são do estudo Futebol e violência contra a mulher, elaborado pelo Fórum Brasileiro de Segurança

Jovem PanJovem Pan
Espectro: Centro
Agressões e ameaças a mulheres crescem em dias de jogos de futebol em cinco capitais, aponta relatório
Agressões e ameaças a mulheres crescem em dias de jogos de futebol em cinco capitais, aponta relatório

 

Notícias ao Minuto BrasilNotícias ao Minuto Brasil

Centro

1 fonte

A segunda edição do estudo Futebol e Violência Contra a Mulher, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgada em 11 de agosto de 2026, estima alta de 27,4% nas ameaças e de cerca de 28,9% nas lesões corporais dolosas contra mulheres em dias de jogos profissionais. O levantamento analisou 308.315 registros entre 2023 e 2025 em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre, considerando partidas da Série A do Brasileiro, da Libertadores e da Sul-Americana. Os pesquisadores afirmam que a associação é robusta, mas não causal.

Direita

1 fonte

Os percentuais vêm de um modelo estatístico que os próprios autores dizem não estabelecer causalidade, o que sustenta a leitura mais cautelosa desse campo: o problema é o agressor, não o esporte nem a torcida.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Leia em seguida

Roberto Prieto Filho, do PCC, é capturado na Bolívia após quase cinco anos
Esquerda, centro e direita · 3 fontesRoberto Prieto Filho, do PCC, é capturado na Bolívia após quase cinco anos

Linha do Tempo

  1. 11 de ago. de 2026, 00:00
    Fórum Brasileiro de Segurança Pública lança a 2ª edição do estudo Futebol e Violência Contra a Mulher, em São Paulo
    jovempan.com.br

Continuar lendo

  • Escudo das Américas põe PCC e CV na lista terrorista, e Brasil fica de fora

    Escudo das Américas põe PCC e CV na lista terrorista, e Brasil fica de fora

    50% Esquerda·25% Centro·25% Direita·4 fontes
    Esquerda 50%Centro 25%Direita 25%4 fontes
  • Segurança pública consumiu R$ 163 bilhões em 2025 e vira pauta eleitoral

    Segurança pública consumiu R$ 163 bilhões em 2025 e vira pauta eleitoral

    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes
  • Ministério Público contesta versão da PM sobre abordagem a motorista de Haddad

    Ministério Público contesta versão da PM sobre abordagem a motorista de Haddad

    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes