Anvisa proíbe suplementos Newfit e Shark Pro após achar sibutramina não declarada
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a propaganda e o uso de suplementos alimentares das marcas Newfit e Shark Pro, além do produto Mounja Gummy, e determinou a apreensão de um lote falsificado do medicamento Trodelvy. As resoluções foram assinadas em 14 de agosto de 2026 e publicadas no Diário Oficial da União em 17 de agosto. No Newfit, análise do Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) encontrou sibutramina, fluoxetina e furosemida fora do rótulo; no Shark Pro, inspeção da Vigilância Sanitária de Capivari apontou falhas graves de boas práticas de fabricação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) agiu como se espera de um regulador: identificou empresas específicas que descumpriram a regra, publicou o ato no Diário Oficial da União e delimitou o alcance da medida, sem punir um setor inteiro.
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As duas linhas de cobertura relatam os mesmos fatos sem disputa: a Anvisa proibiu todos os lotes do Newfit após o laboratório da Unicamp encontrar sibutramina, fluoxetina e furosemida fora do rótulo, e suspendeu todos os suplementos da Shark Pro após a Vigilância Sanitária de Capivari apontar falhas graves de boas práticas de fabricação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a apreensão de suplementos das marcas Newfit e Shark Pro e proibiu sua venda em todo o país. No Newfit, o laboratório da Unicamp encontrou sibutramina, fluoxetina e furosemida fora do rótulo. No Shark Pro, a fiscalização apontou falhas de boas práticas de fabricação. A seguir, como cada lado da imprensa contou o caso.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a fabricação, a comercialização, a distribuição, a propaganda e o uso de suplementos alimentares das marcas Newfit e Shark Pro. As resoluções foram assinadas na sexta-feira, 14 de agosto de 2026, e publicadas no Diário Oficial da União na segunda-feira, 17 de agosto. No mesmo pacote de medidas, a agência mandou apreender um lote do medicamento Trodelvy classificado como falsificado.
No caso do Newfit, uma análise do Laboratório de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) encontrou sibutramina, fluoxetina e furosemida, três substâncias que não constavam na composição declarada no rótulo. O mesmo exame não localizou cinco ingredientes anunciados na embalagem: chlorella, spirulina, extrato de cúrcuma, psyllium e crômio. Para a Anvisa, o resultado é indício de adulteração. O produto é de responsabilidade da empresa RBB Top New, e a proibição alcança todos os lotes.
Os suplementos da marca Shark Pro, sob responsabilidade da RCA Labs, foram recolhidos e suspensos depois de uma inspeção da Vigilância Sanitária Municipal de Capivari, no interior de São Paulo. Os fiscais apontaram ausência de controle de qualidade das matérias-primas, armazenamento inadequado dos insumos, falta de registros de manutenção preventiva dos equipamentos, ausência de estudos de estabilidade, produtos sem regularização e informações incompletas sobre alergênicos e contaminação cruzada nos rótulos.
A cobertura de centro relatou o pacote completo de medidas. Nele estão também a proibição do suplemento Mounja Gummy, da empresa Bela Blue Beauty, que não possui registro, notificação nem cadastro na agência, e a apreensão do lote 10008808 do Trodelvy, que a detentora do registro, a Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil, informou não reconhecer. Essa cobertura fez questão de registrar que a restrição vale apenas para o lote específico e não atinge o medicamento como um todo.
Veículos de direita concentraram o texto nas duas marcas de suplemento e no rito administrativo da decisão, sublinhando a data de assinatura das resoluções, a publicação no Diário Oficial da União e a lista detalhada de falhas de boas práticas de fabricação apontadas pela fiscalização municipal. O enquadramento foi de alerta ao consumidor, com ênfase em quais marcas saem das prateleiras e em quais empresas respondem por elas. Veículos de esquerda não haviam publicado cobertura própria do caso até o fechamento desta análise, de modo que o ângulo de regulação estatal e de proteção de consumidores vulneráveis não aparece explicitado no material disponível.
Permanece sem resposta há quanto tempo os produtos irregulares circulavam, quantas unidades chegaram ao mercado e se existe registro de dano à saúde de quem os consumiu. As empresas responsáveis não se manifestaram no material disponível, não há informação sobre eventual apuração criminal da falsificação do lote de Trodelvy e nenhuma fonte informou prazo ou condição para que os produtos voltem a ser vendidos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso de suplementos alimentares das marcas
