Donald Trump tem 32% de aprovação na pesquisa Ipsos às vésperas das legislativas
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O único veículo de esquerda do conjunto publicou o mesmo despacho de agência, creditado ao repórter dela, com foco no índice de aprovação de Donald Trump próximo da mínima histórica e no sinal de que a disputa entre democratas e republicanos se acirrava. O texto não acrescentou avaliação própria aos números.
Com base em Agência Brasil
A cobertura de centro relatou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha 32% de aprovação em pesquisa nacional do instituto Ipsos concluída em 2 de novembro de 2026, um ponto acima da mínima histórica de 31%.
Com base em Valor Econômico
O único veículo de direita do conjunto publicou a tradução do despacho de agência, creditado no topo do texto, e citou a pesquisa nominalmente na manchete. O texto relatou a aprovação de 32% e a vantagem democrata menor no voto genérico, sem acrescentar análise própria.
Com base em InfoMoney
3 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Na véspera das eleições legislativas de 3 de novembro, uma pesquisa nacional do instituto Ipsos registrou 32% de aprovação para Donald Trump, um ponto acima da mínima histórica. Democratas lideravam o voto genérico por 46% a 38%, vantagem menor que a de 11 pontos da semana anterior, e metade dos independentes via o voto como contra o presidente.
O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ficou em 32% numa pesquisa nacional do instituto Ipsos, feita em parceria com uma agência internacional de notícias e concluída na segunda-feira, 2 de novembro de 2026. O número estava inalterado em relação à semana anterior e um ponto acima da mínima histórica de 31%, registrada duas semanas antes. A pesquisa saiu na véspera das eleições legislativas americanas, marcadas para terça-feira, 3 de novembro.
As três matérias do conjunto são versões do mesmo despacho dessa agência, creditado expressamente em cada uma delas, inclusive ao mesmo repórter em duas. Por isso, a coincidência dos números entre os textos reflete a origem comum, e não apurações independentes.
A cobertura de centro relatou que, entre os eleitores independentes registrados, cerca de 50% viam o voto para o Congresso como um voto contra Trump. Outros 13% disseram que era um voto a favor do presidente, e 33% afirmaram que ele não pesava na decisão. Esse foi o dado que o texto de centro levou à linha fina.
Na pergunta de voto genérico, que mede qual partido os eleitores querem ver no comando do Congresso, os democratas tinham 46% e os republicanos, 38%. A vantagem de oito pontos era menor que a da pesquisa feita uma semana antes, quando os democratas lideravam por 11 pontos. Segundo o despacho, isso sugeria uma disputa mais acirrada à medida que a eleição se aproximava.
Veículos de esquerda destacaram esse mesmo sinal de acirramento e reproduziram a ressalva de que pesquisas nacionais não captam as disputas estado a estado e distrito a distrito, que decidem o controle do Senado e da Câmara dos Deputados. Nessas disputas, segundo o texto, os republicanos têm algumas vantagens estruturais.
Veículos de direita publicaram a mesma tradução, com a pesquisa citada nominalmente na manchete, e registraram a aprovação de 32% e a queda da vantagem democrata de 11 para 8 pontos. O texto também manteve a ressalva sobre as vantagens estruturais republicanas.
A pesquisa ouviu 1.765 adultos americanos pela internet e tem margem de erro de dois pontos percentuais. Os números são os mesmos nas três matérias, sem divergência de valor, recorte ou data.
Não há divergência de substância entre os lados. Nenhum dos três textos acrescentou análise própria ao despacho, e nenhum trouxe reação da Casa Branca, do Partido Republicano ou do Partido Democrata aos resultados.
Até o fim da tarde de 2 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, o resultado das eleições legislativas ainda não era conhecido. Os textos também não traziam dados estado a estado nem projeções sobre quantas cadeiras cada partido poderia conquistar no Senado e na Câmara.
Os resultados da pesquisa nacional de cinco dias também mostraram sinais de que a disputa entre democratas e republicanos pode estar ficando mais acirrada à medida que o dia da eleição se aproxima

Entre eleitores independentes registrados, 50% veem seu voto como uma manifestação contra o presidente, enquanto 13% o consideram um voto a favor do mandatário

Aprovação de Trump fica perto da mínima histórica antes da eleição Agência Brasil