
As novas pesquisas da disputa Lula x Flávio que sairão na semana que vem
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Seis institutos nacionais divulgaram pesquisas sobre a eleição presidencial de 2026 na virada de julho para agosto e todos mantiveram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança do primeiro e do segundo turno, com o senador Flávio Bolsonaro consolidado como principal adversário. Duas rodadas registraram estreitamento da diferença: uma pesquisa telefônica divulgada em 3 de agosto mostrou 41% a 37% no primeiro turno e empate técnico de 46% a 45% no segundo, enquanto outra, presencial, divulgada em 5 de agosto, apontou 39% a 30% no primeiro turno e 44% a 39% no segundo. Levantamentos estaduais indicaram vantagem do senador em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás, e do presidente em Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Bahia e Ceará. Os pré-candidatos de terceira via seguem entre 2% e 8%.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Seis institutos nacionais divulgaram pesquisas sobre a eleição presidencial de 2026 na virada de julho para agosto e todos mantiveram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança do primeiro e do segundo turno, com o senador Flávio Bolsonaro consolidado como principal adversário.
Direita
A leitura à direita destaca o movimento, não o patamar: em duas semanas o senador Flávio Bolsonaro saltou de 33% para 37% em um instituto e reduziu a vantagem do presidente de nove para quatro pontos no primeiro turno, chegando ao empate técnico de 46% a 45% no segundo turno, a menor distância registrada desde abril.
10 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Coluna de opinião que critica os dois polos com a mesma dureza: aponta o esvaziamento programático da campanha governista e o histórico de crises na campanha de oposição, além do caso envolvendo o filho do presidente e o escândalo previdenciário. O uso de linguagem irônica é forte, mas a distribuição de crítica é simétrica, o que sustenta a leitura de centro.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
O texto é essencialmente uma tabela comentada: lista o placar de segundo turno em dez estados sem vocabulário valorativo e sem atribuir causas às diferenças regionais. O enquadramento é descritivo, típico de cobertura de centro, ainda que a ausência de ficha técnica enfraqueça a matéria.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
A linha de apoio descreve o período como marcado por fatos negativos para o governo e dedica parágrafos aos inquéritos abertos no Supremo envolvendo o filho do presidente, embora o próprio texto admita que o instituto não perguntou sobre o tema. A ênfase em desgaste do governo e responsabilização pessoal caracteriza enquadramento à direita, ainda que os números sejam apresentados corretamente.
Perspectivas omitidas
A primeira semana de agosto de 2026 concentrou a maior sequência de pesquisas eleitorais desde o início da pré-campanha e consolidou um retrato da disputa presidencial: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os levantamentos nacionais, e o senador Flávio Bolsonaro (PL) está consolidado como o único adversário capaz de acompanhá-lo em simulações de segundo turno. A novidade das rodadas mais recentes é a redução da distância entre os dois, registrada por institutos com metodologias diferentes.
Uma pesquisa telefônica divulgada em 3 de agosto, com 2.002 eleitores ouvidos entre 31 de julho e 2 de agosto e margem de erro de dois pontos, mostrou o presidente com 41% e o senador com 37% no primeiro turno. Na rodada anterior, o placar era de 42% a 33%. No principal cenário de segundo turno, o resultado foi de 46% a 45%, empate técnico e a menor distância desde abril. Dois dias depois, um levantamento presencial com 2.004 entrevistados apontou 39% a 30% no primeiro turno, contra 40% a 28% em julho, e 44% a 39% no segundo turno. Uma terceira pesquisa, telefônica, com 1.500 eleitores, indicou 43% a 35% no primeiro turno e 48,5% a 43% no segundo. Todos os levantamentos estão registrados na Justiça Eleitoral.
A cobertura de centro concentrou-se na apresentação dos números e na comparação entre institutos. Um recorte estadual divulgado em 30 de julho mostrou o senador à frente em São Paulo, por 40% a 35%, no Rio de Janeiro, por 38% a 35%, no Paraná, por 42% a 24%, no Rio Grande do Sul, por 40% a 35%, e em Goiás, por 47% a 35%. O presidente lidera em Minas Gerais, por 38% a 35%, no Pará, por 38% a 31%, em Pernambuco, por 58% a 24%, na Bahia, por 56% a 23%, e no Ceará, por 60% a 23%. O consolidado de seis institutos mantém o mesmo desenho: liderança do presidente em todos eles, oposição isolada em segundo lugar e pré-candidatos de terceira via entre 2% e 8%, sem crescimento consistente.
Os veículos de direita enfatizaram a velocidade da aproximação e o contexto político em que ela ocorreu. Essa cobertura destacou que o avanço do senador foi maior entre eleitores independentes, que a rejeição dos dois principais nomes empatou em 49% e que o período de campo coincidiu com a abertura de inquéritos no Supremo Tribunal Federal sobre suspeitas de tráfico de influência envolvendo o filho do presidente e um ex-chefe de gabinete, no rastro do escândalo previdenciário. Um dos levantamentos, porém, não perguntou aos entrevistados sobre esses episódios, e a própria reportagem registra que o nexo entre noticiário e oscilação é hipótese, não medição.
Veículos de esquerda não aparecem entre as fontes que cobriram esta rodada. A leitura desse campo tenderia a enfatizar que a liderança se manteve em todos os institutos apesar de uma semana adversa, que a vantagem no Nordeste chega a 59% contra 20% e que as variações apontadas como avanço da oposição estão dentro ou no limite da margem de erro, além de dar mais peso à tentativa de interferência estrangeira no pleito e ao uso de inteligência artificial em peças de campanha, tema levado ao Tribunal Superior Eleitoral.
Há convergência sobre o quadro partidário. Com o encerramento das convenções, legendas de bancada grande optaram pela neutralidade: 178 deputados federais pertencem a partidos fora da disputa presidencial, contra 69 em 2022. O presidente repetiu a coligação anterior, com a adição de uma legenda e a manutenção do mesmo vice; o senador não conseguiu atrair aliados de fora do próprio partido depois de duas tentativas frustradas de composição, e a chapa saiu com um vice da própria legenda. O efeito apontado é menos eleitoral e mais de governabilidade a partir de 2027.
O que ainda não se sabe é se o estreitamento se confirma nas próximas rodadas ou se é oscilação pontual, qual será o efeito eleitoral das investigações em curso, e como o eleitorado reagirá ao alinhamento externo declarado à candidatura de oposição, tema que um dos institutos incluiu no questionário mas cujos resultados ainda não foram divulgados. Também não há medição sobre o impacto econômico das tarifas norte-americanas na decisão de voto além da constatação de que o eleitorado divide igualmente a responsabilidade pelo episódio entre os dois principais candidatos.
Todos os institutos e todos os lados da cobertura reconhecem que o presidente lidera o primeiro e o segundo turno, que o senador é o único adversário competitivo em confronto direto e que os pré-candidatos de terceira via não saíram da faixa de 2% a 8%. Há acordo também sobre o quadro partidário: as convenções terminaram com os maiores partidos de centro neutros, deixando 178 deputados fora da disputa presidencial, contra 69 em 2022.

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A Nexus ouvirá 2.000 eleitores, com divulgação prevista para 3 de agosto, enquanto a Genial/Quaest, com 2.004 entrevistados, divulgará seus resultados no dia 5
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Reprodução direta dos quatro cenários de segundo turno e do cenário único de primeiro turno, com empates técnicos sinalizados e margem de erro informada. Não há vocabulário valorativo nem hierarquia editorial entre os candidatos.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apresenta os quatro cenários de segundo turno, sinaliza que adversários da oposição empatam tecnicamente entre si contra o presidente e informa margem de erro e registro eleitoral. Tratamento simétrico dos concorrentes, sem vocabulário carregado.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto puramente descritivo do desenho amostral, dos cenários testados e dos blocos temáticos, incluindo economia, segurança pública e confiança no sistema eleitoral. Não há enquadramento ideológico identificável.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Trata os dois polos com o mesmo instrumento analítico: mostra o isolamento da chapa governista e o do candidato de oposição, com números de bancada e histórico de 2022. O foco em governabilidade e base parlamentar é institucional, não ideológico, o que sustenta a leitura de centro.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Agrega seis institutos e conclui pela estabilidade do quadro, inclusive registrando que o tarifaço norte-americano não alterou a disputa e que o eleitorado divide a responsabilidade entre os dois polos. O tratamento é simétrico e factual, apesar do veículo de origem ter perfil à direita.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O título e a linha de apoio priorizam o avanço do senador e o empate técnico, ângulo mais favorável à oposição, mas o corpo registra com clareza que o presidente lidera todos os cenários, tem potencial de voto maior e mantém margem de crescimento. O saldo é factual, com ênfase editorial no movimento e não no patamar.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Descreve amostras, datas de divulgação e o conteúdo dos questionários sem adjetivação. A seleção de assuntos destacados (apoio do presidente argentino ao senador, decisões do ministro do Supremo, crise com os Estados Unidos) sugere uma agenda de interesse do público conservador, mas o texto em si mantém tom neutro e não emite juízo.
Perspectivas omitidas
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