Primeiro debate presidencial de 2026 ocorre sem Lula e Flávio Bolsonaro
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O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República da campanha de 2026 foi realizado no domingo, 23 de agosto, às 20h, em São Paulo, com apenas três dos seis presidenciáveis convidados no estúdio: Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), líderes nas pesquisas de intenção de voto, não confirmaram presença, e Romeu Zema (Novo) desistiu na manhã do próprio domingo. Pablo Marçal (PRTB) ficou de fora por decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que em 20 de agosto o impediu temporariamente de participar de debates e do horário eleitoral gratuito enquanto analisa seu pedido de registro. Os lugares dos ausentes foram representados por cadeiras e púlpitos vazios.
A leitura à direita tende a cobrar prestação de contas de quem faltou. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, os dois mais bem colocados nas pesquisas, foram convidados e não compareceram: o primeiro alegando discordância com os critérios de convite, o segundo condicionando a própria presença à do adversário, sob o argumento de que sozinho viraria alvo principal.
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Toda a cobertura converge em que o debate ocorreu em 23 de agosto, às 20h, com apenas Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury no estúdio, e que Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema foram convidados e não compareceram. Também há acordo sobre o formato em blocos, com confronto direto entre candidatos e perguntas de jornalistas.
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República na campanha de 2026 foi realizado em 23 de agosto, às 20h, em São Paulo, com três dos seis convidados no estúdio. Lula e Flávio Bolsonaro, líderes nas pesquisas, não compareceram, Romeu Zema desistiu na manhã do domingo e Pablo Marçal foi barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República na campanha de 2026 foi realizado no domingo, 23 de agosto, às 20h, em São Paulo, e terminou com mais púlpitos vazios do que ocupados. Dos seis presidenciáveis convidados, apenas três subiram ao palco: o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), o ativista e empresário Renan Santos (Missão) e o psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), os dois mais bem colocados nas pesquisas de intenção de voto, foram convidados, mas sinalizaram que não compareceriam. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que havia confirmado presença, cancelou na manhã do mesmo domingo. Os lugares dos ausentes foram mantidos no estúdio, representados por cadeira e púlpito vazios.
As justificativas para as ausências são distintas. A campanha do presidente manifestou descontentamento com os convites feitos a Romeu Zema e a Renan Santos, cujos partidos não atingem o mínimo de cinco parlamentares no Congresso Nacional que torna obrigatória a participação em debates, conforme a Lei das Eleições, a Lei 9.504 de 1997. O senador Flávio Bolsonaro vinha condicionando sua presença à do presidente, sob o argumento de que, sem o adversário no estúdio, passaria a ser o alvo principal dos demais concorrentes. Um sexto nome, Pablo Marçal (PRTB), sequer pôde ser incluído: em 20 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu impedi-lo temporariamente de participar de debates e de aparecer no horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão enquanto analisa o pedido de registro de sua candidatura, protocolado em 15 de agosto, último dia do prazo.
A cobertura de centro convergiu no essencial e tratou o encontro sobretudo como serviço ao eleitor: horário, plataformas de transmissão, mediação, ordem dos púlpitos, perfis biográficos dos três participantes e as regras de tempo. O formato previa blocos com perguntas dos apresentadores e de jornalistas, dois momentos de confronto direto sem intermediação dos âncoras, livre circulação pelo estúdio e administração do próprio tempo pelos candidatos, com réplicas e tréplicas equivalentes e direito de resposta avaliado em tempo real por comissão jurídica e jornalística.
As ênfases divergem a partir daí. Veículos de direita destacaram o vácuo deixado pelos líderes das pesquisas e a disputa interna pela representação do campo conservador, registrando que Ronaldo Caiado chegou ao debate depois de trocar o comando de sua comunicação, em meio a divergências sobre a estratégia de intensificar os ataques a Flávio Bolsonaro, e que os presentes cobraram publicamente a ausência dos favoritos ao chegar à emissora. Essa mesma cobertura sublinhou o tamanho do desafio dos participantes com dados da pesquisa Quaest divulgada em 14 de agosto: Caiado é desconhecido por 43% dos eleitores, Zema por 47% e Renan Santos por 65%, enquanto os demais nomes testados são desconhecidos por mais de 70% do eleitorado. Veículos de esquerda não figuram na cobertura reunida até aqui, de modo que o argumento sobre os critérios de convite, o ponto que sustentou a decisão da campanha do presidente, ficou registrado apenas como justificativa relatada, sem desenvolvimento editorial por esse campo.
O que ainda não se sabe é como o encontro esvaziado se converte em intenção de voto, se Lula e Flávio Bolsonaro comparecerão aos próximos debates da campanha e quando o Tribunal Superior Eleitoral concluirá a análise do registro de Pablo Marçal. Há ainda uma divergência não resolvida na própria cobertura: uma apuração informou duração prevista de duas horas para o encontro, enquanto outra estimou cerca de quatro horas com base em edições anteriores.
O primeiro debate entre candidatos à Presidência da República em 2026 foi realizado neste domingo (23), às 20h, em São

TV Cultura, Gazeta e Jovem Pan também fazem parte do pool que realiza o encontro; Zema cancelou ida na manhã deste domingo; Lula e Flávio Bolsonaro também não devem comparecer

Além da TV, o debate será transmitido também pela Rádio Bandeirantes, BandNews FM, no canal Band Jornalismo no YouTube e na plataforma Bandplay a partir das 20h

Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado, Zema, Renan Santos e Augusto Cury foram convidados para o encontro
