Alcolumbre nega que jantar com Lula e Moraes mirasse André Mendonça
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Uma coluna política publicada em 23 de agosto de 2026 informou que chegou ao gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça o relato de que um dos assuntos do jantar realizado no início do mês na casa do ministro Alexandre de Moraes, em Brasília, foi a possibilidade de fragilizá-lo. O encontro reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin. André Mendonça é o relator dos inquéritos sobre o Banco Master e sobre os descontos irregulares em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. A assessoria de Davi Alcolumbre negou publicamente que o tema tenha sido tratado. Não há confirmação independente do teor da conversa nem registro público do encontro.
Do ângulo da direita, o problema não é o boato, é o jantar. Um chefe do Executivo e o presidente do Senado se reuniram reservadamente, sem registro público, na casa de um ministro do Supremo Tribunal Federal, com a presença de um segundo ministro da Corte, enquanto um terceiro, André Mendonça, conduz os dois inquéritos mais sensíveis do tribunal: o do Banco Master e o dos descontos irregulares em benefícios do INSS.
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Toda a cobertura concorda que o jantar ocorreu no início de agosto de 2026 na casa de Alexandre de Moraes, com Lula, Davi Alcolumbre e Cristiano Zanin, e que André Mendonça é o relator dos inquéritos do Banco Master e dos descontos irregulares em benefícios do INSS. Também há convergência de que não existe confirmação independente de que a relatoria de Mendonça tenha sido assunto do encontro.
Um jantar reservado na casa do ministro Alexandre de Moraes, com Lula, Davi Alcolumbre e Cristiano Zanin, virou disputa política depois que relatos chegados ao gabinete de André Mendonça sugeriram que o encontro tratou de enfraquecer o relator dos inquéritos do Banco Master e do INSS. A assessoria de Alcolumbre nega, e nenhum outro participante se manifestou.
Uma coluna política publicada em 23 de agosto de 2026 afirmou que chegou ao gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça a informação de que um dos assuntos do jantar realizado no início daquele mês, na casa do ministro Alexandre de Moraes, em Brasília, dizia respeito a ele próprio. Segundo os relatos citados, os participantes teriam conversado sobre como fragilizar Mendonça, hoje relator dos dois inquéritos considerados mais sensíveis da Corte: o que apura o caso do Banco Master e o que investiga os descontos irregulares em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS.
O encontro em si não é contestado por nenhum dos lados da cobertura. Ele reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e os ministros Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin, e ocorreu em meio à reaproximação política entre o Palácio do Planalto e o comando do Senado, depois de um período de atrito entre os dois. As versões divulgadas até agora indicam que o objetivo declarado do jantar era tratar da relação entre Executivo e Legislativo e de pautas de interesse do governo.
A cobertura de centro registrou a informação no modo condicional, apresentando-a como relato recebido pelo gabinete de André Mendonça, e atualizou o texto no mesmo dia para incluir a resposta da assessoria de Davi Alcolumbre, que afirmou que ele jamais tratou do assunto e desconhece qualquer discussão nesse sentido. Veículos de direita deram ao episódio peso maior, ligando-o à proximidade entre o chefe do Executivo, o presidente do Senado e ministros do Supremo enquanto tramitam inquéritos capazes de atingir o governo e o sistema financeiro, e enquadrando o encontro reservado como problema de separação de poderes, independentemente do que tenha sido dito à mesa. Até o fechamento desta síntese, veículos de esquerda não haviam publicado cobertura própria do caso; a leitura que se pode antecipar desse campo, a partir dos mesmos fatos, é a de que a acusação central se apoia em relatos anônimos, já desmentidos por uma das partes, e que o diálogo entre poderes depois de meses de tensão é rotina institucional, não conluio.
O ponto de convergência é estreito e importante: todos os textos reconhecem que o jantar aconteceu, que André Mendonça relata os casos Banco Master e INSS, e que não existe confirmação independente de que a relatoria dele tenha sido tema da conversa. A divergência está no que se faz com essa lacuna. Uma parte da cobertura trata a ausência de prova como razão para suspender o julgamento sobre o teor do encontro; outra trata o próprio formato do encontro, privado e sem registro, como o fato relevante.
O que ainda não se sabe é o essencial. Não há registro público, ata ou gravação do jantar, e a data exata não foi informada além da referência ao início de agosto. A origem dos relatos que chegaram ao gabinete de André Mendonça não foi identificada. Lula, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e o próprio André Mendonça não se manifestaram publicamente sobre a alegação, e não há indicação de que algum órgão tenha aberto procedimento para apurar o episódio. Também não se sabe se a condução dos dois inquéritos sofreu qualquer alteração desde o encontro.
Uma coluna publicada neste fim de semana afirma que o jantar reservado realizado na casa do ministro Alexandre de Moraes,

Jantar na casa de Moraes com Lula e Alcolumbre teria tratado de como fragilizar Mendonça
