Bitget pede licença ao Banco Central no último dia do prazo para corretoras cripto
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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Como decidimos →A cobertura de centro registrou que a plataforma cripto Bitget protocolou no Banco Central do Brasil um pedido de autorização para operar como prestadora de serviços de ativos virtuais. O texto se apoiou no comunicado da empresa, com falas do gerente no Brasil, Noah Cheung, e números informados pela própria Bitget, sem mencionar que aquele era o último dia do prazo nem os demais solicitantes.
O veículo de direita tratou o pedido da Bitget como parte de uma corrida de última hora ao Banco Central, listando dezenas de solicitantes, entre eles a B3, a Kraken e os bancos BTG Pactual, Rendimento e BS2. O texto destacou a consequência do prazo: quem não protocolou até 30 de outubro, ou tiver o pedido rejeitado, não poderá operar com criptoativos no Brasil.
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A cobertura de centro e a de direita concordam que a Bitget pediu ao Banco Central autorização para operar como prestadora de serviços de ativos virtuais e reproduzem a mesma declaração do gerente da empresa no Brasil, Noah Cheung.
A corretora Bitget protocolou no Banco Central do Brasil, em 30 de outubro, pedido para operar como prestadora de serviços de ativos virtuais, no último dia do prazo. Quem não pediu autorização até essa data, ou tiver o pedido rejeitado, não poderá mais operar com criptoativos no país.
A corretora internacional de criptomoedas Bitget protocolou no Banco Central do Brasil, na sexta-feira, 30 de outubro, um pedido de autorização para operar no país como prestadora de serviços de ativos virtuais, categoria conhecida pela sigla PSAV. O pedido chegou no último dia do prazo fixado pelo regulador. Empresas que não protocolaram autorização até essa data não poderão mais operar com criptoativos no Brasil, e o mesmo vale para quem tiver o pedido rejeitado.
A Bitget não foi a única a deixar o pedido para a reta final. Entre 29 e 30 de outubro também protocolaram pedidos a empresa de infraestrutura de ativos digitais Parfin, a bolsa brasileira B3, a corretora norte-americana Kraken, a corretora filipina Coins.xyz, a plataforma de investimentos Webull e os bancos BTG Pactual, Rendimento e BS2. Segundo a ferramenta de monitoramento da Cainvest, havia 62 pedidos de licença, número que sobe para 63 com o da Bitget. Desses, três estavam na agenda do Banco Central para decisão, dois em exame e dois aguardando documentos ou respostas dos solicitantes.
As duas coberturas convergem no essencial. Ambas registram o pedido da Bitget e reproduzem a declaração de Noah Cheung, gerente da empresa no Brasil, para quem o país é um mercado estratégico e a clareza regulatória é essencial para um ambiente mais seguro, transparente e sustentável. Cheung descreveu o pedido como um passo importante no compromisso de longo prazo da empresa com o país.
A cobertura de centro se apoiou no comunicado da própria Bitget. Relatou que a empresa diz trabalhar para alinhar suas operações a requisitos de governança, cibersegurança, gestão de riscos e controles internos, e repetiu números informados pela companhia, como mais de 125 milhões de usuários. O texto não mencionou que 30 de outubro era o fim do prazo nem citou as demais empresas que pediram licença.
O veículo de direita deu ao pedido um enquadramento de mercado. Destacou a corrida de última hora, publicou a lista completa dos solicitantes e explicou a consequência do prazo para quem ficou de fora. Também descreveu os requisitos do Banco Central, que vão de capital mínimo regulatório a segregação patrimonial e medidas de prevenção à lavagem de dinheiro. Ouviu ainda Guilherme Bissoli, diretor executivo da Coins.xyz no Brasil, que disse que protocolar dentro do prazo reflete a decisão do grupo de crescer dentro do sistema regulado. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Nenhuma das duas matérias ouviu o próprio Banco Central. Até a noite de 30 de outubro, quando saíram os textos analisados, não havia informação oficial sobre o total de pedidos recebidos, sobre o prazo de análise nem sobre o que acontece com clientes de empresas que deixaram de pedir autorização ou que venham a ser rejeitadas.
Ao todo, 63 empresas e instituições pediram para se tornarem reguladas no Brasil no setor de criptoativos

Plataforma afirma que está trabalhando para alinhar suas operações aos requisitos regulatórios aplicáveis
