Lula vê vantagem sobre Flávio Bolsonaro cair a um ponto na BTG/Nexus
2 veículos de esquerda · 4 veículos de centro · 6 veículos de direita

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Veículos de direita leram a mesma pesquisa BTG/Nexus como evidência de desgaste do governo e de avanço consistente do senador Flávio Bolsonaro. O foco recai sobre a redução da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de três para um ponto percentual entre 17 e 24 de agosto, sobre a rejeição do presidente que passa a superar numericamente a do senador, com 49% contra 48%, e sobre a desaprovação de 49% da administração federal. O enquadramento acrescenta as pesquisas estaduais divulgadas em 22 de agosto, que colocam o senador à frente em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, e trata o desempenho do incumbente como teto que não sobe.
Veículos de esquerda leram a pesquisa BTG/Nexus como confirmação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue competitivo e sustentado pela base popular do eleitorado. Com 46% contra 45% de Flávio Bolsonaro no segundo turno, e vantagem clara sobre Romeu Zema e Renan Santos, o enquadramento destaca que a disputa permanece equilibrada desde março e que o presidente lidera entre os grupos mais vulneráveis à desigualdade: eleitores de até um salário mínimo, desocupados, mulheres, jovens de 16 a 24 anos e o eleitorado do Nordeste.
A 11ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 24 de agosto de 2026, aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, em um eventual segundo turno da eleição presidencial: 46% a 45%.
12 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Esquerda, centro e direita reproduzem os mesmos percentuais e a mesma metodologia: 46% para Lula e 45% para Flávio Bolsonaro no segundo turno, 2.006 entrevistados entre 21 e 23 de agosto, margem de erro de dois pontos e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Todos os lados reconhecem que a diferença de um ponto está dentro da margem de erro e que a disputa presidencial de 2026 segue equilibrada no cenário nacional.
A 11ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 24 de agosto de 2026, aponta empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, com 46% a 45%. O levantamento ouviu 2.006 eleitores entre 21 e 23 de agosto e tem margem de erro de dois pontos percentuais. Esta página reúne como veículos de esquerda, centro e direita interpretaram os mesmos números.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, aparecem tecnicamente empatados em um eventual segundo turno da eleição presidencial, com 46% e 45% das intenções de voto. O número saiu da 11ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 24 de agosto de 2026, que ouviu 2.006 eleitores de 16 anos ou mais, por telefone, entre 21 e 23 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, o nível de confiança é de 95% e o estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-09028/2026. O levantamento foi contratado e pago pelo Banco BTG Pactual, ao custo de R$ 164.888,89.
Na rodada anterior, de 17 de agosto, o presidente marcava 47% contra 44% do senador. A distância entre os dois caiu, portanto, de três para um ponto percentual, a menor da série recente do instituto. No primeiro turno, Lula manteve os 41% da medição passada e Flávio Bolsonaro passou de 36% para 37%. Em um segundo cenário, que inclui o influenciador Pablo Marçal, o presidente tem 40% e o senador, 34%, com 4% para Marçal. Nos outros confrontos de segundo turno testados, Lula aparece com 46% contra 42% do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, 47% contra 40% do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema e 47% contra 35% de Renan Santos, coordenador do Movimento Brasil Livre.
Toda a cobertura converge nesses números e na metodologia declarada. Há convergência também nos indicadores de opinião: a rejeição é de 49% ao presidente e de 48% ao senador, e o governo federal é aprovado por 48% e desaprovado por 49%. Os recortes de perfil aparecem de forma consistente em mais de um veículo: Flávio Bolsonaro lidera entre homens, evangélicos, eleitores de renda mais alta e no Sul e no Norte e Centro-Oeste; Lula lidera entre mulheres, jovens, pessoas sem religião, eleitores de menor renda e no Nordeste. No Sudeste, região de maior eleitorado, os dois ficam a dois pontos de distância.
A divergência começa na escolha do que colocar em primeiro plano. Veículos de esquerda destacaram os recortes favoráveis ao presidente, com atenção especial à renda, à situação no mercado de trabalho e ao desempenho no Nordeste, e trataram a oscilação de um ponto como variação dentro da margem de erro, sem tendência definida. Nessa leitura, o dado central é que a disputa segue competitiva desde março e que o presidente vence com folga os cenários contra Romeu Zema e Renan Santos. Um dos textos de esquerda atribuiu o levantamento a outro instituto no corpo da matéria, embora os percentuais e o número de registro correspondam à rodada BTG/Nexus. Os índices de rejeição e a desaprovação do governo ficaram de fora dessa cobertura.
A cobertura de centro relatou a pesquisa pela metodologia: amostra, período de campo, margem de erro, intervalo de confiança, protocolo eleitoral, custo e financiador, com os quatro cenários de segundo turno apresentados em paralelo e sem hierarquia. Foi também no centro que apareceu a ressalva estatística mais precisa, a de que a vantagem sobre Ronaldo Caiado está no limite da margem de erro e não configura empate provável, e o contexto jurídico da candidatura de Pablo Marçal, declarado inelegível pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo e proibido pelo Tribunal Superior Eleitoral de acessar o fundo eleitoral, participar de debates e aparecer no horário eleitoral gratuito. Uma pesquisa estadual divulgada no mesmo dia, com o senador em 38% e o presidente em 33% em São Paulo, entrou nessa cobertura como dado adicional, não como manchete política.
Veículos de direita enfatizaram o movimento, e não o patamar. A redução da vantagem de três para um ponto, a rejeição do presidente superando numericamente a do senador pela primeira vez desde abril e a desaprovação de 49% do governo organizaram a narrativa de desgaste do incumbente. Essa cobertura somou ainda levantamentos estaduais divulgados em 22 de agosto, que colocam o senador à frente em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, com vantagem maior nos cenários de segundo turno nesses locais. O que ficou de fora foi a ressalva de que diferenças de um ponto, tanto na intenção de voto quanto na rejeição, cabem inteiramente na margem de erro declarada.
Pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25) mostra Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tecnicamente empatados nas

O levantamento testou ainda o nome do petista em embates diretos com Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos

Foram ouvidas 2.000 pessoas em São Paulo entre os dias 19 e 22 de agosto; margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%

Instituto entrevistou 2.006 eleitores, entre os dias 21 e 23 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Presidente aparece com 46%, contra 45% do senador em cenário para a eleição presidencial A disputa entre o presidente Luiz

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (22) mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Lula (PT) nas intenções de voto no

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Pesquisa também mostra que o petista fica à frente do candidato do PL em 2 cenários de 1º turno. Leia no Poder360.

Diferença é de apenas um ponto percentual entre presidente e senador

A diferença de apenas um ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento

Presidente marca o mesmo percentual contra Ronaldo Caiado e tem 47% em cenários com Romeu Zema e Renan Santos

O petista aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o senador registra 45%

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: falácia identificada.