Tribunal Superior Eleitoral julga registros de candidatos a governos e ao Senado
15 veículos de centro · 22 veículos de direita

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Pela ótica de direita, o ciclo de registros de 2026 funciona como um teste de accountability: patrimônio declarado, histórico administrativo e pendências judiciais dos candidatos entram na conta do eleitor antes do voto. A disputa estadual também aparece como avaliação de gestão, com governadores em exercício tentando renovar mandatos, ex-prefeitos levando resultados municipais para a corrida estadual e senadores deixando mandatos pela metade para tentar o Executivo.
Os pedidos de registro das eleições gerais de 2026 já constam da base do Tribunal Superior Eleitoral, e as listas de candidatos ao Senado e aos governos estaduais estão públicas, com a maior parte das candidaturas na situação de aguardando julgamento.
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37 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura trata as listas como dado oficial do Tribunal Superior Eleitoral e repete a mesma ressalva: os registros continuam pendentes de julgamento e podem ser indeferidos por renúncia, falecimento ou impugnação até a votação de 4 de outubro.
As listas de candidatos ao Senado e aos governos estaduais nas eleições de 2026 já estão públicas, com os registros ainda pendentes de julgamento na Justiça Eleitoral. Esta análise reúne o que a cobertura de centro e de direita apurou sobre o número de concorrentes em cada estado, as principais disputas estaduais e as pendências judiciais que podem alterar as chapas até 4 de outubro.
O Tribunal Superior Eleitoral já tem em mãos os pedidos de registro das candidaturas das eleições gerais de 2026, e as listas de concorrentes ao Senado e aos governos estaduais estão públicas, com a maior parte dos nomes ainda na situação de aguardando julgamento. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, das 8h às 17h no horário de Brasília, e o eventual segundo turno, para 25 de outubro. Em cada estado há duas vagas no Senado, cada eleitor escolhe dois nomes na urna e não é permitido votar apenas na legenda.
A cobertura de centro concentrou-se na compilação estado a estado. São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores aptos, registrou 15 candidaturas ao Senado, entre elas Marina Silva, Simone Tebet e Guilherme Derrite. O Rio de Janeiro tem 16 nomes e 12,86 milhões de eleitores; o Rio Grande do Norte, 14; Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Santa Catarina, 13 cada; Maranhão e Sergipe, 11; Bahia, 10; Paraná e Amazonas, 9; Alagoas, 7. No Distrito Federal concorrem Michelle Bolsonaro e Erika Kokay; no Rio Grande do Sul, Manuela d'Ávila e Marcel van Hattem; em Alagoas, Arthur Lira e Renan Calheiros; no Paraná, Gleisi Hoffmann e Deltan Dallagnol; em Santa Catarina, Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin. A mesma cobertura acompanhou o início da campanha de rua, com as caminhadas e reuniões dos candidatos ao governo do Amapá em Macapá e Santana nos dias 18 e 19 de agosto, e registrou ainda a coleção de nomes de urna curiosos apresentados à Justiça Eleitoral, de Vovó Tsuname a Batata Neles.
Veículos de direita deram mais espaço aos perfis individuais e à disputa pelos executivos estaduais. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas tenta a reeleição contra Fernando Haddad, repetindo o duelo decidido no segundo turno de 2022. No Ceará, Elmano de Freitas enfrenta o retorno de Ciro Gomes, agora pelo PSDB, mais de três décadas depois de o adversário ter comandado o estado. Na Bahia, Jerônimo Rodrigues e ACM Neto voltam a se encontrar. No Rio de Janeiro, Eduardo Paes aparecia com 38% das intenções de voto em pesquisa Genial/Quaest divulgada em 27 de julho, contra 10% de Anthony Garotinho e 10% de Douglas Ruas. No Distrito Federal, a sucessão de Ibaneis Rocha reúne Celina Leão, José Roberto Arruda, Ricardo Cappelli e Leandro Grass. Essa cobertura destacou também dados patrimoniais e judiciais: Eduardo Riedel declarou R$ 16,1 milhões, o maior patrimônio entre os candidatos ao governo de Mato Grosso do Sul, e um levantamento que cruzou o Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões, do Conselho Nacional de Justiça, com os registros do Tribunal Superior Eleitoral identificou nove candidatos com mandados de prisão civil em aberto por pensão alimentícia, sendo o maior valor individual de R$ 48.198,17.
Veículos de esquerda não aparecem entre as fontes deste conjunto de reportagens. A leitura provável desse campo recairia sobre a composição das chapas e o alcance da disputa: a presença de legendas pequenas como PSTU, PCO, Unidade Popular e PCB em quase todos os estados, a renovação forçada pelo limite de dois mandatos consecutivos em governos como Rio Grande do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte e Distrito Federal, e o fato, registrado no próprio material, de que os mandados citados são de natureza civil, ligados a dívidas de pensão alimentícia, e não implicam isoladamente suspensão de direitos políticos.
O que ainda não se sabe é quanto disso permanece de pé. Os registros seguem pendentes de julgamento e podem cair por renúncia, falecimento ou impugnação. O Ministério Público Eleitoral pediu a impugnação da candidatura de Anthony Garotinho no Rio de Janeiro, sob o argumento de que uma condenação por improbidade administrativa mantém seus direitos políticos suspensos, enquanto a defesa sustenta que o período de inelegibilidade já terminou. Na Bahia, o Democracia Cristã homologou dois nomes para o mesmo cargo em meio a uma disputa interna pelo controle da legenda no estado. Em Sergipe, a vice na chapa de Ricardo Marques deixou a candidatura em 15 de agosto e a substituição não havia sido anunciada até 19 de agosto. Também não está definido se os mandados de prisão em aberto serão cumpridos, já que a legislação eleitoral proíbe a prisão de candidatos nos 15 dias anteriores ao primeiro turno e nas 48 horas seguintes à votação, salvo em flagrante.
Eleições gerais acontecem em 4 de outubro

Eleições gerais acontecem em 4 de outubro

Eleições gerais acontecem em 4 de outubro

Eleições gerais acontecem em 4 de outubro

Eleições gerais acontecem em 4 de outubro

Eleições gerais acontecem em 4 de outubro

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Registros no TSE revelam uma coleção de nomes capazes de despertar curiosidade antes mesmo de o eleitor conhecer as propostas.

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Nove candidatos que disputam as eleições de 2026 aparecem com mandados de prisão em aberto, conforme cruzamento de dados do

Allyson Bezerra, Álvaro Dias e Cadu de Lula estão entre os nove candidatos na sucessão de Fátima Bezerra

Tarcísio tenta a reeleição e enfrenta Fernando Haddad e outros cinco candidatos na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes

Elmano de Freitas tenta a reeleição e Ciro Gomes volta à disputa pelo governo

Sergio Moro, Requião Filho e Sandro Alex estão entre os oito candidatos na disputa pela sucessão de Ratinho Junior

Zucco, Juliana Brizola e Gabriel Souza estão entre os sete candidatos na disputa pela sucessão de Eduardo Leite

Marcos Rogério, Adailton Fúria e Hildon Chaves estão entre os seis candidatos na sucessão de Marcos Rocha

Jerônimo Rodrigues busca a reeleição e volta a enfrentar ACM Neto; registros das candidaturas ainda passam pela análise da Justiça Eleitoral

Eduardo Braide, Orleans Brandão e Felipe Camarão estão entre os oito candidatos na disputa pela sucessão de Carlos Brandão
Jorginho Mello tenta a reeleição em disputa com João Rodrigues, Gelson Merísio e outros cinco candidatos

Hana Ghassan tenta permanecer no cargo em disputa com Dr. Daniel e outros quatro candidatos

Quatro candidatos disputam o governo alagoano; Renan Filho e JHC protagonizam corrida pela sucessão de Paulo Dantas

Clécio Luís tenta a reeleição; Dr. Furlan deixa a política municipal para disputar o estado e outros três nomes completam a corrida

Após o início das atividades no fim de semana, candidatos cumprem compromissos nesta quarta-feira (19). Primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Jerônimo Rodrigues busca a reeleição e volta a enfrentar ACM Neto; registros das candidaturas ainda passam pela análise da Justiça Eleitoral

Lucas Ribeiro, Cícero Lucena e Efraim Filho estão entre os seis candidatos na disputa pelo Palácio da Redenção

Após o início das atividades no fim de semana, candidatos cumprem compromissos nesta terça-feira (18). Primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Rafael Fonteles tenta a reeleição em disputa com Joel Rodrigues e outros nove candidatos

Eduardo Riedel tenta a reeleição em disputa que tem Fábio Trad, Delcídio Amaral e outros cinco candidatos

Seis candidatos disputam o governo acreano; corrida reúne senador, atual governadora, ex-prefeito de Rio Branco e outros três nomes

Fábio Mitidieri tenta a reeleição em disputa com Valmir de Francisquinho e outros quatro candidatos

Sucessão de Ibaneis reúne Celina Leão, Arruda, Cappelli, Leandro Grass e outros candidatos

Zucco, Juliana Brizola e Gabriel Souza estão entre os sete candidatos na disputa pela sucessão de Eduardo Leite

Eduardo Paes, Douglas Ruas e Anthony Garotinho estão entre os nove candidatos ao Palácio Guanabara

Nesta matéria: viés de centro.