Carlos Bolsonaro reafirma apoio a Rogério Marinho contra Alcolumbre no Senado
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A cobertura de centro relatou que Carlos Bolsonaro, senador eleito pelo Partido Liberal (PL) de Santa Catarina, reafirmou em 31 de outubro o apoio a Rogério Marinho na eleição para a presidência do Senado Federal, marcada para 1º de fevereiro de 2027, em que o atual presidente, Davi Alcolumbre, tentará a reeleição. Os textos registraram o relato de Carlos sobre a volta das crises de soluço de Jair Bolsonaro, lembraram que o ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por liderar a trama golpista e descreveram a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos, com datas diferentes entre si.
Com base em Poder360 e Metrópoles
O texto de direita concentrou-se na fala de Carlos Bolsonaro depois da visita ao pai: o apoio a Rogério Marinho, apresentado por Carlos como continuidade da atuação política da oposição, e a preocupação com a saúde física e mental de Jair Bolsonaro, que cumpre pena em regime domiciliar.
Com base em Terra Brasil Notícias
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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A cobertura de centro e a de direita relatam que Carlos Bolsonaro reafirmou apoio a Rogério Marinho para a presidência do Senado após visitar o pai, e que, segundo ele, Jair Bolsonaro voltou a ter crises de soluço e sente saudade de Flávio e Eduardo Bolsonaro.
O senador eleito Carlos Bolsonaro, do PL de Santa Catarina, reafirmou em 31 de outubro o apoio a Rogério Marinho na eleição para a presidência do Senado Federal, marcada para 1º de fevereiro de 2027, em que Davi Alcolumbre tenta a reeleição. Após visitar o pai, ele relatou a volta das crises de soluço do ex-presidente.
O senador eleito por Santa Catarina Carlos Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), reafirmou no sábado, 31 de outubro, o apoio à candidatura do senador Rogério Marinho, também do PL, à presidência do Senado Federal. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais depois de uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena em prisão domiciliar.
No vídeo, Carlos disse que o grupo vai seguir com Marinho para defender, nas palavras dele, minimamente tudo aquilo em que acredita e o que prometeu aos eleitores. Ele encerrou a fala dizendo que a luta vai continuar.
Os três textos analisados convergem no relato sobre a saúde do ex-presidente. Segundo Carlos, Jair Bolsonaro voltou a ter crises de soluço, e o filho disse estar assustado com o crescimento da barriga e o emagrecimento do pai. Carlos contou ainda que Bolsonaro mencionou saudade dos filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro, que estão nos Estados Unidos.
A cobertura de centro acrescentou o contexto da disputa no Senado. Um dos textos informou que a eleição para o comando da Casa está marcada para 1º de fevereiro de 2027, data da posse dos senadores eleitos em 2026, e que o atual presidente, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, tentará a reeleição. O mesmo texto registrou que, segundo Carlos, as crises de soluço voltaram depois dos acontecimentos ligados ao segundo turno da eleição presidencial, e que ele disse evitar falar de política por ter medo do que podem fazer com o pai. Outro texto de centro lembrou que Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por liderar a trama golpista.
Os veículos de centro também descreveram a situação dos irmãos. Os dois textos afirmam que Flávio Bolsonaro, derrotado no segundo turno, fugiu para os Estados Unidos, mas divergem na data: um aponta terça-feira, 27 de outubro, e o outro cita terça-feira, 28 de outubro. Um deles relatou que a Polícia Federal pediu a apreensão do passaporte de Flávio e que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, avalizou o pedido. Sobre Eduardo, a cobertura de centro registrou que ele vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025, e um dos textos acrescentou que ele diz ser alvo de perseguição política.
Veículos de direita deram mais espaço à preocupação de Carlos com a saúde mental e física do pai e à intenção dele de preservar a privacidade do ex-presidente. O texto de direita apresentou a candidatura de Marinho, segundo Carlos, como continuidade da atuação política da oposição, e escreveu que Flávio deixou o Brasil após a derrota na eleição presidencial de 25 de outubro. Esse texto não mencionou a candidatura de Alcolumbre, o motivo da condenação de Bolsonaro nem a decisão judicial sobre o passaporte de Flávio.
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Até a tarde de 31 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, nenhum dos textos trazia avaliação médica sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro além do relato do filho. Também não havia, nesses textos, posição de Davi Alcolumbre sobre a candidatura de Marinho nem contagem de apoios de cada candidato no Senado.
Após visitar Jair Bolsonaro, senador eleito por Santa Catarina afirmou que o ex-presidente voltou a apresentar soluços e comentou sentir

Senador eleito relata volta das crises de soluço do pai e preocupação com sua saúde; Rogério Marinho disputará a presidência da Casa Alta contra Alcolumbre. Leia no Poder360.

O senador eleito também afirmou estar preocupado com a saúde de Jair Bolsonaro após volta do quadro de soluços
