PL deve lançar Rogério Marinho contra Alcolumbre na eleição do Senado de 2027
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Os veículos de direita trataram o caso por ângulos diferentes. Um deles centrou a matéria na rejeição da oposição a um acordo com Davi Alcolumbre e escreveu que a aproximação dele com o bolsonarismo é vista como forma de reduzir a pressão sobre o ministro Alexandre de Moraes. Outro partiu da conversa de Alcolumbre com ministros do Supremo Tribunal Federal, que, segundo o texto, consideram inconstitucional a anistia a Jair Bolsonaro.
Com base em Conexão Política e Veja
A cobertura de centro relatou que o Partido Liberal (PL) devia anunciar em 4 de novembro o senador Rogério Marinho como candidato à Presidência do Senado Federal em fevereiro de 2027, apesar das conversas de Davi Alcolumbre (União-AP) com senadores de todos os partidos.
Com base em G1
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Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
O Partido Liberal deve lançar o senador Rogério Marinho à Presidência do Senado na eleição de fevereiro de 2027, contra a reeleição de Davi Alcolumbre. O presidente da Casa discutiu com parlamentares uma anistia que alcançaria Jair Bolsonaro, e ministros do Supremo Tribunal Federal veem a medida como inconstitucional, segundo um dos textos.
O Partido Liberal (PL) se prepara para lançar o senador Rogério Marinho (PL-RN) à Presidência do Senado Federal na eleição de fevereiro de 2027, contra a tentativa de reeleição do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP). A cobertura de centro relatou que o partido devia anunciar a candidatura na quarta-feira, 4 de novembro, e que Marinho confirmou em 28 de outubro que deveria ser o candidato da legenda. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Os textos convergem em alguns pontos. O PL terá a maior bancada do Senado a partir de fevereiro, com 28 parlamentares, número que aparece nas três matérias; um dos textos de direita também fala em 29 senadores do partido em outros trechos. Todas registram que Alcolumbre acenou à oposição com a possibilidade de uma anistia que alcançaria o ex-presidente Jair Bolsonaro, e duas citam a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como outro nome da oposição interessado na disputa. Para vencer, o candidato precisa de maioria absoluta, 41 votos, segundo a cobertura de centro.
A cobertura de centro deu espaço às duas posições dentro do PL. Uma liderança do partido, ouvida nos bastidores, disse que a tese da anistia poderia servir também a quem julgou os condenados, em referência ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e argumentou contra uma radicalização que deixasse a legenda sem comissões importantes em caso de derrota, como em 2023. Um interlocutor de Alcolumbre afirmou que ele já reúne ao menos 41 votos, inclusive dentro do PL. O texto também registrou que o MDB se posiciona contra a anistia.
Os veículos de direita seguiram caminhos distintos. Um deles reuniu falas de senadores da oposição que rejeitam o acordo, como Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Damares Alves (Republicanos-DF) e o senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ), lembrou que o PL apoiou Alcolumbre em 2025 esperando avanços na anistia e escreveu que a aproximação também é vista como forma de diminuir a pressão sobre Moraes. Esse texto calculou uma base potencial de 32 senadores para Marinho, contra 39 que os partidos aliados a Alcolumbre poderiam somar. Outro veículo de direita partiu da conversa de Alcolumbre com ministros do STF, que, segundo a matéria, consideram inconstitucional anistiar crimes contra o Estado Democrático de Direito. Esse texto qualificou como de tom golpista a carta em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se declarou verdadeiro presidente eleito.
Há ainda uma diferença numérica entre os textos de direita sobre a federação União Brasil e Progressistas: um fala em 11 representantes no Senado, o outro em 12 senadores. As matérias não explicam a diferença.
Até a madrugada de 2 de novembro, quando saiu a matéria mais recente do conjunto, o PL ainda não havia oficializado a candidatura de Marinho. Não se sabia se Alcolumbre levaria a anistia à pauta, qual candidatura o senador eleito Arthur Lira (PP-AL) apoiaria, nem como votariam as bancadas do Republicanos, do Podemos e do PSDB. A votação para a Presidência do Senado é secreta, o que, segundo aliados de Alcolumbre citados por um veículo de direita, pode render a ele votos de opositores.
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