
Crivella e Benedita lideram disputa pelo Senado no RJ, diz pesquisa
11 veículos de centro · 2 veículos de direita
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Uma sequência de pesquisas de intenção de voto divulgadas entre 27 e 31 de julho de 2026 mapeou a disputa pelo Senado em pelo menos seis estados. No Rio de Janeiro, três institutos diferentes colocaram os mesmos dois nomes à frente: a deputada federal Benedita da Silva (PT) e o ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos). Os patamares variam muito conforme a metodologia, e todos os levantamentos estão registrados na Justiça Eleitoral.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Uma sequência de pesquisas de intenção de voto divulgadas entre 27 e 31 de julho de 2026 mapeou a disputa pelo Senado em pelo menos seis estados. No Rio de Janeiro, três institutos diferentes colocaram os mesmos dois nomes à frente: a deputada federal Benedita da Silva (PT) e o ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella (Republicanos).
Direita
O conjunto de pesquisas mostra o campo de centro-direita competitivo em quase todos os estados medidos, com um ex-prefeito do Rio empatado ou à frente da candidata do PT e nomes ligados ao combate à corrupção e ao agronegócio disputando as segundas vagas. A leitura da direita destaca ainda a rejeição elevada dos líderes e a disparidade entre institutos como razão para ceticismo sobre a fotografia divulgada.
13 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
É a cobertura mais completa do levantamento no estado: lista todos os onze nomes do cenário estimulado, apresenta a pesquisa espontânea com 84,1% de indefinição e detalha a rejeição dos quatro mais citados. Sem adjetivação partidária. O 'com folga' do título é sustentado pela distância de 8 pontos para o terceiro colocado, embora sugira mais separação entre os dois líderes do que a margem permite.
Perspectivas omitidas
Texto direto, sem adjetivação: percentuais dos seis primeiros colocados, índices de rejeição dos dois líderes, ficha metodológica com registro no TSE e um bloco adicional sobre a corrida ao governo estadual, com variação em relação à rodada anterior do mesmo instituto. Tratamento igual a nomes de PT, Republicanos, PSD, União e PL.
Perspectivas omitidas
Cobertura enxuta e correta: informa os percentuais dos dois primeiros, calcula corretamente o empate técnico dentro da margem de 2,5 pontos, e detalha amostra, municípios, confiança, registro e custo. Nenhum enquadramento ideológico identificável.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O corpo entrega os quatro cenários completos e a ficha metodológica, mas o enquadramento é interpretativo: chama o eleitor de 'nostálgico', lê os números como reedição de uma 'velha rixa' entre petistas e tucanos e afirma que 'o bolsonarismo fica em segundo plano'. É análise editorializada sobre dinâmica partidária, sem defesa de mercado, de redução do Estado ou de responsabilidade individual, e sem crítica valorativa a nenhum campo, por isso não configura enquadramento de direita apesar do perfil do veículo.
Uma sequência de pesquisas de intenção de voto divulgadas entre 27 e 31 de julho de 2026 desenhou o primeiro retrato consolidado da disputa pelo Senado em pelo menos seis estados. No Rio de Janeiro, centro da cobertura, três institutos diferentes chegaram ao mesmo par de nomes na frente: a deputada federal Benedita da Silva, do PT, e o ex-prefeito do Rio Marcelo Crivella, do Republicanos. Neste ano, cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores, e o eleitor declara duas opções de voto, o que explica por que os institutos somam citações de primeira e segunda escolha em vez de trabalhar com a lógica de vaga única.
Os números variam bastante conforme quem pergunta. No levantamento Genial/Quaest divulgado em 27 de julho, com 1.200 eleitores fluminenses ouvidos entre 21 e 25 de julho, Benedita aparece com 11% a 12% e Crivella com 8% a 9%, num quadro em que os indecisos somam 22% a 23% e mais de um terço do eleitorado declara voto branco, nulo ou abstenção. Um dia depois, a Real Time Big Data, que ouviu 2.000 pessoas de 23 a 27 de julho, inverteu a ordem: Crivella com 17% a 19% e Benedita com 14% a 15%, dentro da margem de 2 pontos. Em 31 de julho, a Paraná Pesquisas, com 1.600 entrevistas presenciais de 28 a 30 de julho, mediu patamares muito mais altos, 29,8% para Benedita e 25,4% para Crivella, também em empate técnico. O mesmo levantamento mostra que os dois lideram a rejeição do estado, com 28,9% e 28,2%.
Fora do Rio, o pacote de pesquisas apontou Álvaro Dias na frente no Paraná, com 20% e quatro nomes empatados pela segunda vaga; Gladson Cameli liderando no Acre com 25%; Helder Barbalho e Éder Mauro à frente no Pará; Marília Campos e Aécio Neves na dianteira em Minas Gerais; e Marília Arraes seguida de Humberto Costa em Pernambuco. Todos os levantamentos citados informam amostra, período de campo, margem de erro, nível de confiança e número de registro na Justiça Eleitoral.
A cobertura de centro, que concentrou a maior parte das matérias, ficou na descrição metodológica: percentuais por cenário, tamanho da amostra, protocolo no Tribunal Superior Eleitoral e advertência sobre empate técnico. Foi também nessa faixa que apareceu o contexto institucional da vaga fluminense. A pesquisa ocorreu cerca de dois meses depois de o governador Cláudio Castro desistir de disputar o Senado, em 28 de maio, após ficar inelegível por oito anos por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, decisão ligada a acusações sobre uma fundação estadual, entre elas a manutenção de uma folha de pagamento com 18 mil contratados sem concurso público. Para o lugar dele, o partido indicou um senador em exercício.
Veículos de direita deram ênfase à leitura partidária dos números. No Paraná, destacaram o desempenho de um ex-senador crítico ao governo federal e a presença, entre os empatados pela segunda vaga, de um ex-procurador da Lava Jato e de um deputado do PL. Em Minas Gerais, sublinharam que a disputa reedita a rivalidade entre petistas e tucanos e que os pré-candidatos alinhados ao bolsonarismo ficaram entre a quarta e a sexta posições. Veículos de esquerda praticamente não apareceram nesta cobertura, e o enquadramento associado a esse campo tende a sublinhar outro ângulo dos mesmos dados: a liderança de mulheres ligadas ao campo popular em mais de um estado e o peso do voto nulo e da indecisão entre eleitores de menor renda, historicamente os últimos a definir o voto.
O que ainda não se sabe é por que institutos que ouviram o mesmo eleitorado na mesma semana chegaram a patamares tão distantes no Rio de Janeiro. Nenhuma das matérias compara as metodologias de estímulo e de contagem das duas opções de voto, e nenhuma explica a diferença entre 12% e 29,8% para a mesma candidata. Também segue em aberto a confirmação das candidaturas em convenção partidária, a recomposição das alianças em Minas Gerais depois do impasse em torno da candidatura ao governo estadual e o comportamento do bloco de indecisos, que em vários cenários supera a soma dos primeiros colocados.

Segundo Paraná Pesquisa, Pedro Paulo aparece na 3ª colocação com 17,2% das intenções de voto

Petista tem 29,8% das intenções de voto, enquanto republicano conta com 25,4%, segundo pesquisa

Levantamento da Paraná Pesquisas entrevistou 1.600 eleitores do Estado, de 28 a 30 de julho; margem de erro é de 2,5 pontos percentuais

Marília Campos (PT) tem 24% em cenário; 2º vaga está entre Marcelo Aro (PP), Aécio Neves (PSDB) e Carlos Viana (PSD) empatados tecnicamente

Marília Campos (PT) e Aécio Neves (PSDB) são favoritos à Casa Alta do Congresso, superando nomes do PL declaradamente alinhados ao bolsonarismo

Pesquisa Genial/Quaest mostra que a candidata do PDT aparece à frente nos 4 cenários testados. Leia no Poder360.

A corrida pelas duas vagas ao Senado no Paraná segue indefinida, de acordo com a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta

Levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 21 e 25 de julho e simula diferentes combinações de pré-candidatos.

Levantamento Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores de 22 a 25 de julho; margem de erro é de 2 p.p.. Leia no Poder360.

Carlos Portinho, Pedro Paulo e Márcio Canella aparecem empatados na disputa pelo 3º lugar das intenções de voto dos fluminenses

Levantamento ouviu 1.200 eleitores entre os dias 21 e 25 de julho e simula diferentes combinações de pré-candidatos.

Levantamento da Real Time Big Data entrevistou 2.000 pessoas com 16 anos ou mais no Rio de Janeiro. Leia no Poder360.

Levantamento ouviu 900 pessoas entre os dias 21 e 25 de julho; margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de o veículo ter perfil editorial à direita, o texto se limita a reproduzir os três cenários da pesquisa com paridade entre candidatos de PT, PL, Novo, PSD e MDB, sem adjetivação valorativa. O único desvio é o título em caixa alta ('ELEIÇÕES 2026'), traço de captação de clique, não de enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas



