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Datafolha mostra Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 44% a um mês da eleição
8 veículos de esquerda · 9 veículos de centro · 4 veículos de direita
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Pesquisa Datafolha divulgada em 3 de setembro de 2026 aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno: 46% a 44%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No primeiro turno, o presidente tem 38% e o senador 33%, com o escritor Augusto Cury em terceiro, com 8%. Levantamentos de outros institutos divulgados na mesma semana chegam a resultados equivalentes, com alternância de quem aparece numericamente à frente, e pesquisas estaduais mostram um mapa dividido, com ampla vantagem do presidente no Nordeste e liderança do senador no Sul, no Distrito Federal e no Amazonas.
Esquerda
Para a cobertura à esquerda, o retrato das pesquisas confirma que a base social do presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua ancorada nos eleitores mais vulneráveis e nas regiões historicamente atendidas por políticas de transferência de renda e de acesso a serviços públicos.
Centro
Pesquisa Datafolha divulgada em 3 de setembro de 2026 aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno: 46% a 44%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Direita
Na leitura à direita, o dado central é o encolhimento da vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva: a diferença no segundo turno caiu de quatro para dois pontos em duas semanas e já é menor do que a margem de erro, num quadro em que 42% dos eleitores consideram o governo ruim ou péssimo e apenas 31% o avaliam como ótimo ou bom.
21 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Os números do primeiro e do segundo turno na Paraíba são reproduzidos com fidelidade, mas a escolha de enquadrar o resultado como 'goleada' e o bloco final de apelo ao 'jornalismo comprometido com a democracia' contra a 'ameaça bolsonarista' fixam um enquadramento favorável ao campo governista.
Perspectivas omitidas
A apuração é rica em números, mas o texto organiza a narrativa a partir do desempenho do campo governista, com expressões como 'o time de Lula também ocupa as duas primeiras posições' e ênfase na vantagem de 30 pontos, o que denota enquadramento simpático à esquerda.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O corpo é essencialmente uma lista de percentuais, sem enquadramento ideológico explícito, e chega a registrar a avaliação negativa do governo. Há falhas de edição, como a repetição do mesmo candidato na lista de percentuais e divergência na data de campo, que reduzem a confiança sem alterar o viés.
Perspectivas omitidas
Os dados do Piauí são fiéis ao levantamento, mas o vocabulário de 'goleada' e a identificação do adversário como 'o filho de Jair Bolsonaro' reforçam enquadramento de campo, típico de cobertura à esquerda.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Ainda que o veículo tenha perfil de esquerda, a matéria informa sem atenuação que o senador lidera o primeiro turno e venceria o segundo entre os gaúchos, listando todos os cenários com os percentuais originais.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
O texto informa com clareza que a vantagem numérica em três dos quatro cenários é dos candidatos de direita e contextualiza o tamanho do colégio eleitoral, sem adjetivação valorativa.
Perspectivas omitidas
Expressões como 'domínio absoluto' e a caracterização do eleitorado adversário como migração 'para a extrema direita' revelam enquadramento militante, embora os percentuais e a metodologia estejam corretamente reportados.
Perspectivas omitidas
A explicação metodológica do agregador é sólida e transparente, mas o texto atribui a abertura de vantagem do presidente em maio à revelação de vínculos do adversário com um banqueiro, sem sustentar a relação causal e sem ouvir o outro lado.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
O texto explicita que a vantagem de um ponto do senador está dentro da margem de erro de 1,8 ponto, compara com a rodada anterior e cita levantamento concorrente com resultado invertido, sem vocabulário valorativo para nenhum dos lados.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do perfil editorial do veículo, o texto se limita a expor percentuais, diferenças e margem de erro, classificando corretamente cada cenário como empate técnico ou vantagem, sem adjetivação política.
Perspectivas omitidas
Uma sequência de pesquisas divulgadas no início de setembro de 2026 recolocou a corrida presidencial no empate técnico. O Datafolha mostra Luiz Inácio Lula da Silva com 46% e Flávio Bolsonaro com 44% no segundo turno, enquanto outros institutos alternam quem aparece numericamente à frente. Abaixo, o que cada lado da cobertura enfatizou e onde os números divergem.
A um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, uma sequência de pesquisas divulgadas entre 3 e 4 de setembro de 2026 recolocou a disputa presidencial no terreno do empate técnico. O levantamento do Datafolha, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03669/2026, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, com 46% das intenções de voto em um eventual segundo turno, contra 44% do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão no mesmo patamar estatístico. Na rodada anterior do mesmo instituto, divulgada em 21 de agosto, o presidente tinha 47% e o senador, 43%. No cenário de primeiro turno, o petista aparece com 38% e o adversário com 33%, enquanto o escritor Augusto Cury, do Avante, subiu seis pontos e chegou a 8%, isolando-se na terceira posição.
Os números não estão isolados. O instituto PoderData, em parceria com a Aya, ouviu 3 mil pessoas em 716 municípios e apontou o senador com 45% contra 44% do presidente, a primeira vez desde maio que ele aparece numericamente à frente naquele levantamento. A Quaest, divulgada na véspera, trouxe o cenário invertido, com 42% para o presidente e 41% para o senador. A pesquisa Futura, em parceria com o 100% Cidades, registrou 45,6% a 45,2%. Um agregador que reúne apenas levantamentos registrados na Justiça Eleitoral projeta 44,7% para o presidente e 44% para o senador. Todos os resultados ficam dentro das margens de erro informadas. Na rejeição, o Datafolha mediu 47% de eleitores que não votariam de jeito nenhum no senador e 45% que dizem o mesmo sobre o presidente.
O mapa estadual, medido sobretudo pela AtlasIntel, é de contrastes. No Piauí, o presidente tem 60,3% contra 19,3%. Na Bahia, 55,7% a 25,7% nos votos válidos. Na Paraíba, 51,8% a 28,1%. No Ceará, pelo Datafolha, 52% a 21%. No Rio Grande do Sul, o senador lidera o primeiro turno com 41,3% contra 39,7% e venceria o segundo turno por 50,4% a 42%. No Distrito Federal, tem 42,4% a 36,8%. No Amazonas, aparece com 41,3% a 39,2% no primeiro turno e 48% a 41,3% no segundo.
A leitura dos lados diverge. Veículos de esquerda destacaram a dimensão das vantagens do presidente no Nordeste, a aprovação de 64% do governo federal no Ceará e a concentração do voto petista entre eleitores de baixa renda, com ensino fundamental e entre mulheres, além de associarem a recuperação do senador ao desgaste institucional em Brasília. A cobertura de centro concentrou-se na metodologia e nos recortes do eleitorado, com percentuais por região, gênero, idade, escolaridade, renda, religião e cor, e destacou os grupos em que a diferença é menor, como homens, moradores do Sudeste, pardos e eleitores com ensino médio, sempre anexando a margem de erro específica de cada segmento. Veículos de direita enfatizaram o encurtamento da distância entre os dois candidatos, a avaliação negativa do governo, que ficou em 42% de ruim ou péssimo contra 31% de ótimo ou bom, e compararam o quadro atual com o de 2022, quando o petista tinha 13 pontos de vantagem no mesmo ponto do calendário e ainda assim venceu por 50,9% a 49,1%.
Há pontos que nenhuma cobertura resolve. As entrevistas do Datafolha foram a campo enquanto vinham a público novas mensagens entre o empresário Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, o que limita medir o efeito da crise sobre as intenções de voto. Também não há resposta sobre a consistência do salto de Augusto Cury, atribuído por adversários a impulsionamento artificial nas redes sociais e negado pela campanha do escritor. Não se sabe, ainda, quanto das diferenças entre institutos vem do método de coleta, já que parte dos levantamentos é feita por telefone e parte por recrutamento digital. Por fim, resta indefinido como o ato convocado para 7 de setembro e a reta final do horário eleitoral gratuito vão mexer nos 2% de indecisos e nos 9% que hoje declaram voto branco ou nulo no confronto direto.
Todos os lados reproduzem os mesmos números do Datafolha: 46% para Luiz Inácio Lula da Silva e 44% para Flávio Bolsonaro no segundo turno, 38% a 33% no primeiro, com margem de erro de dois pontos percentuais. Há convergência também sobre a redução da diferença em relação à rodada de 21 de agosto, sobre o salto de Augusto Cury para 8% e sobre o contraste regional, com ampla vantagem do presidente no Nordeste e liderança do senador no Sul e no Distrito Federal.

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Diferença entre os dois cai de quatro para dois pontos e reforça cenário apertado entre os principais candidatos

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Aprovação do governo Lula atinge 64% no Ceará, com forte apoio entre mulheres e eleitores de baixa renda; confira os números da pesquisa Datafolha

O Agregador Carta/Colectta mostra, para cada candidato, uma projeção baseada no conjunto das pesquisas eleitorais registradas na Justiça Eleitoral

Nesse mesmo período da campanha, petista tinha vantagem bem maior sobre o pai de Flávio, que cresceu na reta final

Levantamento do instituto indica em quais setores da sociedade o presidente e senador empatam e em quais grupos petista ou bolsonarista lideram.

Levantamento ouviu 2.002 entrevistados entre os dias 1º e 2 de setembro; margem de erro é de dois pontos, para mais ou para menos

No 1º turno, Flávio registra 41,3% das intenções de voto, contra 39,2% de Lula — empate dentro da margem de erro, que é de 3 pontos
Texto de apuração factual: percentuais dos quatro cenários, oscilações em relação a agosto, série desde dezembro e ficha técnica, com menção neutra ao contexto do Supremo Tribunal Federal e à sabatina dos candidatos.
Perspectivas omitidas
O texto dá espaço equivalente às leituras das duas campanhas, cita a avaliação negativa do governo e as apostas do adversário no ato de rua e na crise do Supremo Tribunal Federal, sem endossar nenhuma das interpretações.
Perspectivas omitidas
A rejeição dos dois principais candidatos é apresentada em paralelo, com variação em relação à rodada anterior e sem favorecimento. O único ponto frágil é a generalização sobre o limiar de rejeição, atribuída a fontes não identificadas.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Reúne os percentuais dos dois turnos, as oscilações desde a rodada anterior e o contexto do horário eleitoral, do debate e da crise no Supremo Tribunal Federal, com a ressalva explícita de que o campo já estava em andamento quando o caso veio a público.
Perspectivas omitidas
Reportagem de serviço, sem enquadramento ideológico: apresenta o cenário de primeiro turno e os recortes por região, gênero, idade, escolaridade, renda, religião e cor. A inconsistência numérica e a inclusão de um candidato inelegível na lista de um cenário que o exclui são falhas de edição.
Perspectivas omitidas
Cada recorte vem com diferença em pontos e margem de erro específica, e o texto distingue explicitamente empate técnico de vantagem. As mudanças em relação à rodada anterior são apresentadas para os dois candidatos com o mesmo tratamento.
Perspectivas omitidas
Texto curto e estritamente descritivo, com percentuais, brancos e nulos, indecisos e ficha técnica. A ausência da leitura de empate técnico é omissão relevante, não sinal de viés.
Perspectivas omitidas
A matéria reproduz o enunciado exato das perguntas do questionário, distingue empate técnico de vantagem e informa recrutamento digital, amostra e margem, sem enquadramento valorativo.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto registra o empate técnico no primeiro turno e a vitória do senador no segundo turno gaúcho apenas com percentuais e margem de erro. O resumo gerado por ferramenta automatizada é sinalizado ao leitor, o que preserva a transparência.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O enquadramento é o do acirramento, sustentado no dado de que a diferença caiu de quatro para dois pontos, sem vocabulário ideológico. Os demais cenários aparecem com os percentuais de cada adversário.
Perspectivas omitidas
Os números históricos são exatos, mas a seleção do recorte sustenta a tese de que o candidato da direita tende a crescer na reta final, com destaque para o desfecho apertado de 2022, o que favorece a leitura do campo conservador.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
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