Guilherme Derrite diz que não votará em Davi Alcolumbre para presidir o Senado
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O senador eleito Guilherme Derrite, do Progressistas de São Paulo, anunciou nas redes sociais que não votará pela recondução de Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, à presidência do Senado. A declaração saiu no mesmo dia em que a Federação União Progressistas oficializou apoio à reeleição de Alcolumbre. Nenhum veículo de centro cobriu o caso no conjunto analisado; os fatos vêm da única matéria disponível.
A única cobertura, de um veículo de direita, centrou o relato nas falas de Derrite: a defesa de que a oposição se una em torno de um único candidato do campo conservador e a crítica à falta de avanço dos pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal. A decisão da cúpula da federação aparece como contraste, e o texto não registrou resposta de Alcolumbre.
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O senador eleito Guilherme Derrite anunciou que não votará pela recondução de Davi Alcolumbre à presidência do Senado, no mesmo dia em que a Federação União Progressistas oficializou apoio ao atual presidente. Derrite defende um candidato único do campo conservador e cita a falta de avanço dos pedidos de impeachment de ministros do Supremo.
O senador eleito Guilherme Derrite, do Progressistas de São Paulo, anunciou que não votará pela recondução de Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, à presidência do Senado. A declaração foi feita nas redes sociais na quarta-feira, 28 de outubro, no mesmo dia em que a Federação União Progressistas, formada pelo Progressistas e pelo União Brasil, oficializou apoio à reeleição do atual presidente da Casa.
Até o momento, apenas um veículo cobriu o caso, e ele é classificado como de direita. Nenhum veículo de esquerda nem de centro cobriu a história no conjunto analisado.
Segundo esse relato, Derrite defendeu que os partidos de oposição se unam em torno de um único candidato do campo conservador. Entre os nomes que considera viáveis, citou o senador Rogério Marinho, do Partido Liberal do Rio Grande do Norte, e a senadora Tereza Cristina, do Progressistas de Mato Grosso do Sul. "Não votarei em Davi Alcolumbre para ser reconduzido à presidência do Senado", afirmou o senador eleito.
O veículo de direita destacou que a posição de Derrite está ligada à condução dos pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal. O senador eleito criticou a falta de avanço dessas solicitações e defendeu que o Senado exerça suas atribuições constitucionais. Para ele, isso só será possível com um presidente da Casa comprometido com as pautas do grupo.
A postura de Derrite contrasta com a da cúpula da própria federação. Em nota oficial, os presidentes das duas legendas, Antonio Rueda, do União Brasil, e Ciro Nogueira, do Progressistas, manifestaram apoio à continuidade de Alcolumbre no comando do Senado. A federação terá uma bancada de 12 senadores na próxima legislatura.
A eleição para a presidência do Senado está prevista para fevereiro de 2027. Para vencer, o candidato precisa da maioria absoluta dos 81 senadores, ou seja, ao menos 41 votos, caso todos participem da votação.
A matéria analisada não registrou resposta de Alcolumbre nem a posição de outros senadores da federação sobre a divergência. Também não detalhou quais pedidos de impeachment estão parados.
Até a manhã de 29 de outubro, quando saiu a matéria analisada, não se sabia se outros parlamentares da federação acompanhariam Derrite, nem se a oposição já havia definido um nome único para enfrentar Alcolumbre na disputa.
Derrite contraria PP e diz que não vai votar em Alcolumbre UOL Notícias
O senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP) anunciou que não votará pela recondução de Davi Alcolumbre (União-AP) à presidência do Senado.
