Pesquisa Nexus aponta 49% de desaprovação a Lula e 46% de aprovação
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
- CNN BrasilNexus/BTG: avaliação negativa de Lula é de 45%; positiva, 36%Foram entrevistados 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 27 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- CNN BrasilNexus/BTG: Lula é desaprovado por 49%; aprovação é de 46%Foram entrevistados 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 27 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Briefing
O que importa para você
- A desaprovação de 49% e a aprovação de 46% estão separadas por três pontos percentuais, com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.
- No cenário de segundo turno testado, Lula tem 46% e Flávio Bolsonaro, 44%.
- A pesquisa é registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07557/2026 e foi paga pelo Banco BTG Pactual, informação que permite ao leitor verificar a íntegra.
- A série é semanal: a rodada anterior saiu em 21 de setembro, o que permite acompanhar o movimento até a eleição.
Onde os lados divergem
- A cobertura de centro trata os dois indicadores separadamente e prioriza a estabilidade da série, mantendo o cenário de segundo turno fora do eixo da matéria.
- Veículos de direita escolhem como fato principal o saldo negativo do governo e o empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva, com 46%, e o senador Flávio Bolsonaro, com 44%, tratando o resultado como risco eleitoral.
- Nenhum veículo de esquerda cobriu o levantamento no material analisado.
Onde os lados concordam
Todas as versões da cobertura reproduzem os mesmos números: 49% de desaprovação, 46% de aprovação, 45% de avaliação ruim ou péssima e 36% de ótima ou boa. Há convergência também na metodologia informada, com 2.000 entrevistas por telefone entre 25 e 27 de setembro e margem de erro de dois pontos percentuais, e no reconhecimento de que as variações da semana ficam dentro dessa margem.
O que ainda está incerto
- As matérias não trazem recortes por região, renda, escolaridade ou religião que mostrem onde a aprovação se sustenta.
- Não há cenário de primeiro turno detalhado nas versões publicadas nem data anunciada para a próxima rodada.
- Nem o governo federal nem as campanhas citadas se manifestaram sobre os números até a publicação das matérias.
O instituto Nexus divulgou em 28 de setembro de 2026 uma pesquisa em que 49% dos eleitores desaprovam a administração de Luiz Inácio Lula da Silva e 46% aprovam. O levantamento ouviu 2.000 eleitores por telefone entre 25 e 27 de setembro, tem margem de erro de dois pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
O instituto Nexus divulgou nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2026, uma pesquisa contratada pelo Banco BTG Pactual em que 49% dos eleitores dizem desaprovar a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, enquanto 46% afirmam aprovar. Outros 5% não souberam ou não responderam. No mesmo levantamento, 45% avaliam o governo como ruim ou péssimo, 36% como ótimo ou bom e 19% como regular, com 1% de indecisos.
A coleta ouviu 2.000 eleitores por telefone entre os dias 25 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-07557/2026.
Na comparação com a rodada anterior, divulgada em 21 de setembro, a desaprovação oscilou de 50% para 49% e a aprovação permaneceu em 46%. Na avaliação da gestão, o índice de ruim ou péssimo ficou estável em 45%, o de ótimo ou bom passou de 35% para 36% e o de regular foi de 18% para 19%. Todas as variações estão dentro da margem de erro, ponto que aparece em todas as versões da cobertura.
A cobertura de centro organizou a notícia em torno da metodologia e da separação entre dois indicadores distintos: a aprovação do trabalho do presidente, em que a desaprovação está em 49%, e a avaliação da gestão, em que o polo negativo soma 45%. Esses textos registram de forma explícita que a queda de um ponto na desaprovação está dentro da margem de erro e evitam descrever o movimento como tendência.
Veículos de direita enfatizaram o saldo desfavorável ao governo e trouxeram para o centro da matéria o cenário de segundo turno testado na mesma pesquisa, em que Luiz Inácio Lula da Silva tem 46% contra 44% do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, diferença que passou de um para dois pontos percentuais desde a rodada de 21 de setembro. Nesse enquadramento, o título afirma que a desaprovação chega a 49% e a legenda da imagem descreve um índice que cresce à medida que a eleição se aproxima, embora o próprio corpo da matéria informe que o número recuou de 50% para 49%.
Veículos de esquerda não haviam publicado sobre este levantamento no material analisado, de modo que não há leitura própria desse campo sobre os números divulgados nesta segunda-feira.
A divergência entre as coberturas está menos nos dados, que são idênticos, e mais no que cada lado escolhe como manchete. A cobertura de centro destaca a estabilidade da série e a ressalva estatística; a de direita destaca a distância de nove pontos entre avaliação negativa e positiva da gestão e o empate técnico no segundo turno. Nenhuma das versões apresenta voz do governo, de adversários ou de analistas independentes para interpretar os resultados.
O que ainda não se sabe: o levantamento divulgado não traz, no material publicado, recortes por região, faixa de renda, escolaridade ou religião que permitam identificar onde a aprovação se sustenta e onde ela cede. Também não há cenário de primeiro turno detalhado nas versões disponíveis, nem data anunciada para a próxima rodada. Não houve manifestação do governo federal nem das campanhas citadas sobre os números até a publicação das matérias analisadas.
Fontes

Foram entrevistados 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 27 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Foram entrevistados 2.000 eleitores, entre os dias 25 e 27 de setembro; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Gestão é aprovada por 46% dos eleitores; diferença está dentro da margem de erro