Campanha de 2026 começa com 13 presidenciáveis após registro no TSE
6 veículos de centro · 3 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
9 fontes políticas
Como decidimos →Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
6 veículos de centro · 3 veículos de direita

9 fontes políticas
Como decidimos →A campanha eleitoral de 2026 começou oficialmente no domingo, 16 de agosto, um dia depois do fim do prazo de registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). São 13 candidatos à Presidência da República. Nos estados, São Paulo terá sete candidatos ao governo e 14 ao Senado, o Rio de Janeiro tem 16 nomes disputando duas vagas de senador e o Pará registrou seis candidaturas ao governo estadual. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores, a disputa reedita o segundo turno de 2022 entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem Felício Ramuth (MDB) como vice, e Fernando Haddad (PT), que deixou o Ministério da Fazenda em março de 2026 e formou chapa com Márcio França (PSB). No Pará, a governadora Hana Ghassan (MDB) tenta a reeleição com coligação de 12 partidos e tem Dr. Daniel (Podemos) como principal adversário. O primeiro turno será em 4 de outubro e o eventual segundo turno em 25 de outubro. Os registros ainda dependem do aval da Justiça Eleitoral.
O fechamento do registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) organiza a disputa de 2026 em torno de eficiência de gestão e responsabilidade fiscal. Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro da Infraestrutura, tenta a reeleição contra Fernando Haddad (PT), que deixou o Ministério da Fazenda em março para entrar na corrida, num confronto lido como referendo sobre a condução da economia federal.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Toda a cobertura converge nos fatos básicos: o prazo de registro no Tribunal Superior Eleitoral terminou em 15 de agosto, a campanha começou oficialmente em 16 de agosto com 13 candidatos à Presidência, São Paulo tem sete candidatos ao governo num reencontro entre Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT), e a votação será em 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro. Também há acordo de que os registros ainda dependem do aval da Justiça Eleitoral.
Encerrado o prazo de registro no Tribunal Superior Eleitoral em 15 de agosto, a campanha de 2026 começou no dia seguinte com 13 candidatos à Presidência da República. Nos estados, São Paulo definiu sete candidatos ao governo e 14 ao Senado, o Rio de Janeiro registrou 16 concorrentes ao Senado e o Pará, seis ao governo. O primeiro turno será em 4 de outubro.
A campanha eleitoral de 2026 começou oficialmente no domingo, 16 de agosto, um dia depois de encerrado o prazo de registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). São 13 candidatos na disputa pela Presidência da República. Nos estados, os quadros também ficaram fechados: São Paulo terá sete candidatos ao governo e 14 ao Senado, o Rio de Janeiro registrou 16 concorrentes às duas vagas de senador e o Pará tem seis candidatos ao governo estadual. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e o eventual segundo turno para 25 de outubro.
A cobertura de centro tratou o momento como um inventário do que foi protocolado. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores, a disputa reedita o segundo turno de 2022 entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tenta a reeleição com Felício Ramuth (MDB) como vice, e Fernando Haddad (PT), que deixou o Ministério da Fazenda em março deste ano e tem Márcio França (PSB) na chapa. Completam a lista Carlos Machado (PCB), Izadora Dias (PCO), Policial Edjane (Agir), Vera Lúcia (PSTU) e Vivian Mendes (UP). No Pará, a governadora Hana Ghassan (MDB) busca a reeleição com uma coligação de 12 partidos e tem em Dr. Daniel (Podemos) o principal adversário; levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado em 4 de agosto indicou 31% contra 29%.
Nas disputas pelo Senado, em que cada estado renova duas das três cadeiras, São Paulo reúne nomes como Guilherme Derrite (PP), Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede) e Salles (Novo), enquanto o Rio de Janeiro tem Benedita da Silva (PT), Carlos Jordy (PL), Marcelo Crivella (Republicanos), Monica Benicio (PSOL) e Pedro Paulo (PSD), entre outros. Uma compilação de centro reuniu as propostas dos 13 presidenciáveis em oito áreas e expôs a distância entre os programas: Flávio Bolsonaro (PL) defende anistia aos envolvidos no 8 de janeiro de 2023, flexibilização da CLT para pagamento por hora e retomada do Programa Nacional de Desestatização, ao passo que Edmilson Costa (PCB) propõe o fim da autonomia do Banco Central, auditoria da dívida pública e estatização dos setores privados de saúde e educação.
É na leitura desse mesmo quadro que as coberturas se separam. Veículos de direita enfatizaram a ausência do PSDB, que governou São Paulo por 28 anos entre 1994 e 2022 e agora não tem candidato, e descreveram as legendas de esquerda fora do arco do PT como siglas menores e sem representatividade, juízo apresentado sem critério explícito. A cobertura de centro deu tratamento paritário às candidaturas, com biografia e trajetória de cada nome, inclusive os de partidos pequenos, e chegou a divergir em detalhes factuais, como a idade de uma das candidatas paulistas. Nenhum veículo de esquerda aparece neste conjunto de fontes; pelo enquadramento habitual desse campo, o ângulo esperado seria o acesso desigual dos partidos menores ao tempo de propaganda e ao fundo eleitoral, além do peso das propostas de proteção social na disputa presidencial.
Em Minas Gerais, a cobertura de centro descreveu a fragmentação do campo da direita na corrida ao Senado. Marcelo Aro (PP) perdeu o apoio de Cleitinho Azevedo (Republicanos), líder nas pesquisas para o governo estadual, depois de já ter enfrentado a filiação do senador Carlos Viana ao PSD e o apoio do governador Mateus Simões (PSD) a adversário. A coligação de Simões decidiu não fechar chapa única para o Senado, e ao menos quatro nomes do mesmo campo político disputam as duas vagas mineiras. Procurada, a assessoria de Aro não respondeu.
O que ainda não se sabe é quantas dessas candidaturas chegarão à urna. Os registros dependem do aval da Justiça Eleitoral, e os tribunais regionais podem levar semanas para julgar cada documentação, com a possibilidade de decisões saírem depois da votação. Também não há, nas fontes reunidas, detalhamento do custo fiscal dos programas de governo, nem pesquisas de intenção de voto para as duas vagas ao Senado em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Como será a primeira eleição presidencial brasileira depois que a inteligência artificial generativa se tornou tecnologia de uso corrente? O que mudou desde 2018 e 2022 e o que apenas se consolidou? No universo de quem estuda campanhas políticas online desde o início dos anos 2000, a questão-chave em 2026 é sobre continuidades, novidades e singularidades na comunicação eleitoral digital deste ano. Resumo aqui algumas das intuições do campo. Em 2018 houve a primeira eleição presidencial...
Cleitinho anunciou que não apoiará o candidato ao Senado

Estado reúne o maior colégio eleitoral do Brasil, com 34,1 milhões de pessoas aptas a votar no pleito deste ano

Candidatos estão confirmados para a eleição. Saiba na Gazeta do Povo quem está na disputa para governador de São Paulo.

Candidatos disputarão as duas cadeiras ao Senado por São Paulo nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Hana Grassan (MDB) disputa a reeleição; tem como principal adversário Dr. Daniel (Podemos). Leia no Poder360.

Candidatos disputarão as duas cadeiras ao Senado pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

A BBC News Brasil preparou um especial interativo com as propostas de todos os candidatos em oito áreas.

A BBC News Brasil preparou um especial interativo com as propostas de todos os candidatos em oito áreas.

Nesta matéria: viés de centro.