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Levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado em 12 de agosto de 2026 mede a disputa presidencial no estado de Mato Grosso. No cenário estimulado de primeiro turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 43% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 33%, seguidos por Renan Santos (Missão), com 8%, e Ronaldo Caiado (PSD), com 6%. Romeu Zema (Novo) e Augusto Cury (Avante) marcam 1% cada, e um bloco com outros sete nomes soma 1%. Brancos e nulos são 4% e indecisos, 3%. Na simulação de segundo turno entre os dois primeiros colocados, o senador registra 51% e o presidente, 37%. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 7 e 11 de agosto, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, foi contratada pelo próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MT-04560/2026.
A pesquisa Real Time Big Data divulgada em 12 de agosto de 2026 mede a disputa presidencial apenas no estado de Mato Grosso e coloca o senador Flávio Bolsonaro à frente do presidente Lula nos dois cenários testados. Esta análise reúne o que a cobertura registrou, o alcance real do recorte estadual e as lacunas que o levantamento não responde.
A pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira, 12 de agosto de 2026, mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República no estado de Mato Grosso. No cenário estimulado de primeiro turno, o senador aparece com 43% e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 33%. Na sequência vêm Renan Santos (Missão), com 8%, e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), com 6%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o escritor Augusto Cury (Avante) registram 1% cada, e um bloco reunindo outros sete concorrentes soma mais 1%. Votos em branco e nulos representam 4% da amostra, e 3% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Na simulação de segundo turno entre os dois primeiros colocados, a distância aumenta. O senador marca 51% das intenções de voto no estado, contra 37% do presidente. São 14 pontos percentuais de diferença, acima da margem de erro do levantamento. Nesse cenário, brancos e nulos somam 6%, e outros 6% não souberam ou não responderam.
A metodologia é a mesma nas duas versões da cobertura e não é objeto de disputa. O instituto entrevistou 1.600 eleitores de Mato Grosso entre os dias 7 e 11 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo MT-04560/2026. Tanto o veículo de direita quanto a cobertura de centro reproduziram os percentuais dos dois cenários sem divergência de um único ponto, o que reduz a margem para disputa sobre os fatos e desloca a discussão para o significado dos números.
É aí que a cobertura se diferencia. Veículos de direita enfatizaram a liderança já no título, apresentando o resultado como vantagem consolidada nos dois cenários testados e concentrando o texto na distância entre o primeiro e o segundo colocado. A cobertura de centro relatou o mesmo levantamento em registro de agência, com o nome do instituto no título em vez do resultado, remissões a outras disputas eleitorais em andamento e um aviso explícito ao leitor de que o texto foi produzido com apoio de ferramentas automatizadas a partir dos relatórios do instituto, sob revisão da redação. Nenhum veículo de esquerda havia registrado o levantamento até o fechamento desta análise, e a ausência é ela própria um dado: o único enquadramento crítico disponível ao leitor teria de vir dos limites técnicos declarados na própria pesquisa, e não de uma leitura ideológica alternativa. Vale a advertência que nenhuma das duas coberturas faz de forma destacada: trata-se de um retrato de um único estado, e o resultado não descreve a corrida presidencial no país.
O que ainda não se sabe é considerável. A divulgação não traz cenário nacional nem comparação com levantamentos anteriores em Mato Grosso, o que impede afirmar se algum candidato subiu ou caiu no estado. Não há recortes internos da amostra por sexo, renda, escolaridade ou região, nem cenários alternativos de segundo turno com outros nomes. Também não foram apuradas reações das campanhas citadas, e não há na cobertura confronto com resultados de outros institutos no mesmo período. Sem esses elementos, o que existe é uma fotografia estadual de cinco dias de campo, tecnicamente registrada, cuja projeção sobre a disputa nacional segue sendo interpretação, não medição.
As duas coberturas disponíveis reproduzem exatamente os mesmos percentuais e a mesma metodologia, sem divergência sobre os fatos: 43% a 33% no primeiro turno, 51% a 37% no segundo, amostra de 1.600 eleitores de Mato Grosso e registro do levantamento no TSE.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de agência: descreve os dois cenários com percentuais idênticos aos do outro veículo, sem adjetivo valorativo sobre qualquer candidato e sem inferência política além da constatação aritmética de que a diferença de 14 pontos está fora da margem de erro. Explicita a metodologia e o protocolo MT-04560/2026 e informa ao leitor que o texto foi gerado com apoio de ferramentas automatizadas sob revisão da redação. Enquadramento factual neutro, sem eixo ideológico identificável.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O corpo é um relato factual e enxuto dos percentuais do instituto, sem vocabulário valorativo, sem adjetivação sobre os candidatos e com bloco de metodologia completo (1.600 entrevistados, campo entre 7 e 11 de agosto, margem de 2 pontos, registro MT-04560/2026). Apesar do publisher de direita e do título em caixa alta que amplifica a liderança, o texto em si não constrói enquadramento ideológico, o que sustenta CENTER com confiança moderada. A escolha editorial de publicar um recorte estadual favorável sem qualquer contraste nacional é o único sinal de seleção.

A pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (12) mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na liderança das intenções

Pesquisa ouviu 1.600 pessoas em todo o território do Mato Grosso; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos
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Perspectivas omitidas



