Itaguaí e outras seis cidades elegem prefeitos em eleições suplementares
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A votação devolveu a decisão às urnas depois que a Justiça Eleitoral puniu abusos de poder político e econômico, e o resultado reparte as prefeituras entre vários partidos.
Sete municípios elegeram prefeito e vice em eleições suplementares no domingo, 25 de outubro de 2026, no mesmo dia do segundo turno das eleições gerais. Os eleitos governam até 31 de dezembro de 2028.
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2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Os relatos de centro e de esquerda concordam que sete cidades votaram em 25 de outubro de 2026, por decisão da Justiça Eleitoral, e que os eleitos governam até o fim de 2028.
Sete municípios de cinco estados elegeram prefeito e vice em eleições suplementares no domingo, 25 de outubro de 2026. As votações foram determinadas pela Justiça Eleitoral após cassações e indeferimentos de registro, e os eleitos governam até o fim de 2028.
Sete municípios brasileiros escolheram novos prefeitos e vice-prefeitos no domingo, 25 de outubro de 2026, no mesmo dia do segundo turno das eleições gerais. As eleições suplementares ocorreram em Arroio do Sal (RS), Santana do Itararé (PR), Macedônia, Martinópolis e Narandiba (SP), Itaguaí (RJ) e Goiatins (TO). Os eleitos cumprirão mandato até 31 de dezembro de 2028.
A cobertura de centro explicou que esse tipo de votação acontece quando a Justiça Eleitoral identifica problemas que comprometem o resultado de uma eleição anterior. Na maioria dos casos, as eleições municipais de 2024 foram anuladas depois da cassação das chapas eleitas, por motivos como abuso de poder político ou econômico e compra de votos. Em Martinópolis, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo cassou o prefeito Valdeci Soares dos Santos Filho, do Republicanos, e o vice Marcos Rogério Matarazo, do Podemos, porque a administração apresentou um projeto de lei de reestruturação de cargos sem observar os requisitos legais. Em Narandiba, foram cassados o prefeito Danillo Carvalho dos Santos, do Republicanos, e a vice Joana Rita Ribas Branco, do MDB, por abuso de poder econômico, em ação que alegava captação ilícita de votos por pagamentos via Pix e doações de materiais de construção. Seis cidades também fizeram plebiscitos sobre limites territoriais, como o de Chopinzinho e São João, no Paraná, sobre a Comunidade do Alto Mirim.
Os veículos de esquerda, em reportagem publicada um dia depois, concentraram-se no resultado das urnas. Em Itaguaí, a maior das sete cidades, com 100 mil eleitores aptos, foi eleito Haroldinho Jesus, do PDT, com mais de 58 mil votos, 77%. Em Goiatins, venceu Max Luz, do Solidariedade, com cerca de 3,8 mil votos. Em Santana do Itararé, Zé Izac, do PT, teve pouco mais de 2 mil votos. Em Arroio do Sal, Felipe Valim, do MDB, recebeu 4,5 mil votos. Em Martinópolis, Beto Leite, do União, obteve 8,2 mil votos, e em Macedônia, Vado, do PSD, teve 1.835 votos. Em Narandiba, Claudião Damacena, do União, liderou com cerca de 2,1 mil votos, mas a definição oficial depende do julgamento da Justiça Eleitoral, porque a candidatura está sub judice. O segundo colocado é Pedrinho, do PRD.
Até o momento, nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado, e por isso não é possível descrever um enquadramento próprio desse campo. Os dois relatos convergem nos fatos centrais: sete cidades, mesma data, mandato até o fim de 2028 e motivo ligado a decisões da Justiça Eleitoral.
O que ainda não se sabe: o resultado definitivo em Narandiba, que depende do julgamento sobre a candidatura de Claudião Damacena, e os percentuais de votos dos eleitos na maioria das cidades, que não foram detalhados.
Além das eleições suplementares, moradores de seis cidades também participarão de plebiscitos neste domingo para opinar sobre mudanças nos limites territoriais de municípios.

No mesmo dia do segundo turno das eleições gerais, eleitoras e eleitores de cidades no Rio de Janeiro, Tocantins, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul também voltaram às urnas para definir seus prefeitos em eleições municipais suplementares.