Lula recebe evangélicos no Palácio do Planalto e promete cobrar paz na ONU
2 veículos de centro · 1 veículo de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2025%2FB%2FP%2FyJRceySPGxPtrcrVDtiQ%2Fpgm-globonews-limpo-ao-vivo-20250924-1559-frame-128705.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu lideranças evangélicas brasileiras, americanas e uma pastora cubana no Palácio do Planalto na quarta-feira, 16 de setembro. Disse que levará à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas uma cobrança pela paz, criticou os membros permanentes do Conselho de Segurança e afirmou que não faz campanha dentro de igrejas.
Em reunião com pastores no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a se comparar a Jesus Cristo, associando o vermelho do PT ao sangue de Cristo e a própria barba à aparência de Jesus, num gesto lido como aceno ao eleitorado evangélico antes da eleição de outubro.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Centro e direita relatam que Lula recebeu pastores no Palácio do Planalto e afirmou que não faz comício em igreja, católica ou evangélica, e que política se faz na rua.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu pastores brasileiros e americanos no Palácio do Planalto, disse que levará a defesa da paz à Assembleia Geral da ONU e afirmou que não faz campanha em igrejas. A cobertura de direita destacou as comparações que ele fez com Jesus Cristo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu lideranças evangélicas no Palácio do Planalto na quarta-feira, 16 de setembro. Participaram pastores brasileiros e americanos, além de uma pastora cubana. O advogado-geral da União, Jorge Messias, e a primeira-dama, Janja da Silva, também estiveram no encontro. Segundo o presidente, Janja ajudou a organizar a reunião.
A menos de uma semana de viajar a Nova York, Lula disse que levará à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas uma cobrança pela paz. A Assembleia começa na terça-feira, 22 de setembro, e o Brasil tradicionalmente abre os discursos dos chefes de Estado. Aos pastores, o presidente criticou os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança: Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido. Afirmou que esses países poderiam acabar com todas as guerras, mas são eles que as começam, produzem armas e vendem armas.
Todas as coberturas registraram a mesma frase sobre religião e política. Lula disse que não aceita convite para fazer comício em assembleia de igreja, católica ou evangélica, e que, se quiser fazer política, faz na rua. O presidente também pediu apoio das igrejas para uma política de cuidado com a população idosa que, segundo ele, o governo pretende implementar no ano que vem, caso seja reeleito.
O grupo recebido inclui a Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, descrita como próxima do presidente. O movimento defendeu recentemente Jorge Messias em meio à crise que envolve a Advocacia-Geral da União, a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal. Na reunião, Messias lembrou que cresceu em uma igreja batista de Teresina e citou a multiplicação dos pães ao elogiar o presidente.
A cobertura de centro relatou o encontro como agenda presidencial. Parte dela deu destaque ao recado sobre guerras e ao discurso na ONU; outra parte priorizou a crítica ao uso político da religião e as falas de Messias. Veículos de direita enfatizaram outro trecho: Lula voltou a se comparar a Jesus Cristo. Ele disse que explicava o vermelho do Partido dos Trabalhadores com o sangue de Cristo e a própria barba com a aparência de Jesus. Esses veículos apresentaram a reunião como parte de um esforço do petista para se aproximar do eleitorado evangélico antes da eleição de outubro, e mencionaram que o presidente disse ter recebido uma generosidade especial de Deus. Até o momento, não houve cobertura de veículos de esquerda sobre o encontro.
Ainda não se sabe como será a política de cuidado com idosos mencionada pelo presidente, nem quanto custaria. Também não foi divulgado o texto final do discurso na ONU, e as fontes não detalharam quem foram os demais pastores presentes.
Presidente relacionou a cor vermelha do PT ao sangue de Jesus e afirmou que usa a barba como referência a Jesus

Presidente se reuniu com representantes da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, no Planalto. Reunião também contou com a presença do AGU, Jorge Messias

Também estiveram presentes no encontro o advogado-geral da União, Jorge Messias, e a primeira-dama, Janja da Silva, que, segundo Lula, ajudou a organizar a reunião.
