Flávio Dino trava no STF decisão sobre unir casos de Moraes e Mendonça
2 veículos de esquerda · 5 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
8 fontes políticas
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O ministro Flávio Dino pediu vista na terça-feira e suspendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento da questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes para reunir as petições que envolvem os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso do Banco Master. O placar provisório proclamado pelo presidente da Corte, Edson Fachin, ficou em 4 a 3 pela manutenção dos processos separados, sem contar o voto de Dino. A sessão foi marcada por bate-bocas entre Gilmar e Mendonça e por um pedido de desculpas da ministra Cármen Lúcia ao povo brasileiro. O prazo regimental da vista é de até 90 dias, e a sessão prevista para 23 de setembro foi mantida.
A cobertura de esquerda destacou a defesa de tratamento igual para todas as autoridades citadas no material do caso Master. Gilmar Mendes, autor da questão de ordem, acusou André Mendonça de dar condução político-eleitoral ao caso, de ter encomendado o relatório sobre Alexandre de Moraes às vésperas da eleição e de ter levantado o sigilo antes da análise do plenário.
A cobertura de direita tratou o pedido de vista de Flávio Dino como manobra que adia para depois das eleições a definição sobre investigar Alexandre de Moraes e aproxima o presidente Luiz Inácio Lula da Silva da crise no Supremo.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
O ministro Flávio Dino pediu vista e suspendeu no Supremo Tribunal Federal a questão de ordem sobre reunir as petições de Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso do Banco Master. O placar provisório ficou em 4 a 3 pela separação, e o prazo da vista é de até 90 dias. Esquerda e direita divergiram sobre o sentido do adiamento.
O ministro Flávio Dino pediu vista na terça-feira, 15 de setembro, e suspendeu no Supremo Tribunal Federal o julgamento da questão de ordem que discute se as petições envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso do Banco Master devem tramitar juntas. A proposta foi apresentada pelo decano Gilmar Mendes. Com a suspensão, a Corte não chegou a decidir se abre investigação contra Moraes.
No encerramento, o presidente do tribunal, Edson Fachin, proclamou placar provisório de 4 a 3 pela manutenção dos processos separados. Votaram assim Fachin, Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Gilmar, Cristiano Zanin e Moraes defenderam a reunião. Dino havia acompanhado Gilmar, mas seu voto ficou fora da proclamação depois do pedido de vista. Kassio Nunes Marques declarou impedimento e Dias Toffoli, suspeição. Pelas regras do tribunal, o prazo da vista é de até 90 dias, e a sessão já marcada para 23 de setembro foi mantida.
A sessão foi tensa. Gilmar acusou Mendonça de postura policialesca, e os dois trocaram acusações em plenário. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que as mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro não indicavam ilícito de sua parte. A revelação de mensagens de Vorcaro citando filhos de Nunes Marques e de Fux elevou a temperatura, e Cármen Lúcia pediu desculpas aos colegas e aos brasileiros pelo ambiente de conflito. Dino justificou a vista dizendo que o debate havia chegado a termos que degradam a imagem do tribunal.
A cobertura de centro concentrou-se no placar, no prazo regimental e no clima do plenário. Parte dela registrou que a retomada deve ficar para depois das eleições. Outra parte ouviu o entorno do candidato Flávio Bolsonaro, que passou a tratar a indefinição como munição de campanha contra Moraes e Dino. Um levantamento de comentários nas redes sociais apontou que quase metade das menções classificou a postura de Moraes como parcial ou política.
Veículos de esquerda destacaram os argumentos pela reunião das petições. Relataram que Gilmar acusou Mendonça de condução político-eleitoral do caso e de levantar o sigilo do relatório antes da análise do plenário. Deram espaço à tese de Dino de que o juiz natural vale também para investigações preliminares e à fala de Moraes de que nem a Polícia Federal nem a Procuradoria-Geral da República pediram investigação contra ele. Registraram ainda a posição de Mendonça, para quem os dois casos têm bases distintas.
Veículos de direita enfatizaram o efeito político do adiamento. Analistas ouvidos afirmaram que a vista empurra o tema para depois do primeiro turno e aproxima o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do escândalo, porque Dino foi ministro da Justiça do governo e Zanin foi advogado de Lula. Para esses veículos, o adiamento reforça a percepção de proteção corporativa. A mesma cobertura reconheceu que não é possível afirmar que houve coordenação com o Palácio do Planalto.
Ainda não se sabe quando Dino devolverá os autos nem quando a Presidência do tribunal marcará a retomada. Também segue em aberto se, com os processos separados, o plenário autorizará a investigação sobre Moraes, e qual será o peso das mensagens de Vorcaro que citam familiares de outros ministros.
Aliados do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro veem na sessão do STF desta terça (15) um combustível para discurso contra ministros e atual configuração da Corte

O Supremo Tribunal Federal teve ontem uma sessão tensa e recheada de troca de ofensas entre os ministros. A Corte não decidiu quando acontecerão os julgamentos contra os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça. Flávio Dino pediu vistas no final da tarde, postergando o julgamento para até 90 dias. Qual a repercussão política desta sessão? Qual o peso das mensagens de celular de Vorcaro mencionando os filhos dos ministros Nunes Marques e Luiz Fux? Flávia Tavares, Pedro Doria, Mano Ferreira
Hoje, ‘No Pé do Ouvido, com Yasmim Restum, você escuta essas e outras notícias: Julgamento, que só deve ser retomado após as eleições, teve troca de desaforos com André Mendonça de um lado e Gilmar Mendes e o próprio Moraes do outro. Revelação de relações de Vorcaro com os filhos de Nunes Marques e Luiz Fux contribuiu para tornar a sessão ainda mais tensa, a ponto de Cármen Lúcia pedir desculpas aos brasileiros diante da crise no Supremo. SUS oferece vacina contra pneumonia para idosos acima de
Pedido de vista de Flávio Dino adiou julgamento sobre investigação de Moraes e ampliou o desgaste político para Lula na eleição de 2026.

Levantamento com 358 mil comentários destaca a percepção dos brasileiros sobre a atuação de ministros do STF durante julgamento da última terça-feira (15)

Julgamento, que só deve ser retomado após as eleições, teve troca de desaforos com André Mendonça de um lado e Gilmar Mendes e o próprio Moraes do outro. Revelação de relações de Vorcaro com os filhos de Nunes Marques e Luiz Fux contribuiu para tornar a sessão ainda mais tensa, a ponto de Cármen Lúcia pedir desculpas aos brasileiros diante da crise no Supremo. SUS oferece vacina contra pneumonia para idosos acima de 85 anos. Série Slow Horses, da Apple TV, é renovada para oitava temporada. E ex-
O ministro Flávio Dino pediu vista e interrompeu nesta terça-feira (15) o julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) da questão de ordem que discute a reunião das petições envolvendo Alexandre de…

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Nesta matéria: perspectiva omitida.