Edson Fachin arquiva cinco casos do inquérito das fake news, entre eles o do PCO
1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
2 fontes políticas
Como decidimos →Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

2 fontes políticas
Como decidimos →A cobertura de esquerda pôs o Partido da Causa Operária e Rui Costa Pimenta no centro, relatando a prescrição do caso, e listou de forma descritiva os outros quatro procedimentos encerrados pelo despacho, incluindo os de Gilson Machado e Alex Brasil. O texto registrou que os arquivamentos por falta de provas podem ser revistos.
A cobertura de direita concentrou-se no caso de Flávia Magalhães, governanta que vive nos Estados Unidos, e destacou no título que a investigação era conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes. O texto relatou que ela passou a ser investigada após críticas a Moraes e ao STF e que a PGR não encontrou provas de atuação coordenada.
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Esquerda e direita relatam que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República e revogou a prisão preventiva de Flávia Magalhães por falta de provas.
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, encerrou em 28 de outubro de 2026 cinco procedimentos do inquérito das fake news. O caso do PCO e de Rui Costa Pimenta prescreveu; os demais, incluindo o da governanta Flávia Magalhães, que teve a prisão revogada, foram arquivados por falta de provas.
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, o STF, encerrou na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, cinco procedimentos ligados ao inquérito das fake news, aberto em 2019. As decisões atenderam a pedidos da Procuradoria-Geral da República, a PGR, e alcançaram o Partido da Causa Operária, o PCO, e seu presidente, Rui Costa Pimenta, além de uma governanta brasileira que vive nos Estados Unidos, um ex-ministro e um deputado estadual.
No caso do PCO, Fachin reconheceu a prescrição. A apuração tratava de postagens de junho de 2022 com críticas ao tribunal. Como o crime de incitação tem pena máxima de seis meses e passaram três anos sem interrupção do prazo, o ministro declarou extinta a punibilidade de Rui Costa Pimenta. Nos outros casos, o fundamento foi a falta de provas. A investigação contra Flávia Cordeiro Magalhães foi arquivada, e a prisão preventiva dela, expedida em dezembro de 2023, foi revogada. A PGR concluiu que não havia indício de atuação coordenada com grupos de desinformação. Também foram encerradas a apuração sobre o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, relacionada a um passaporte para Mauro Cid, e a do deputado estadual catarinense Alex Brasil. Uma última, sobre um canal do Telegram, terminou porque os administradores não puderam ser identificados.
Até o momento, os dois veículos que cobriram o caso convergem no essencial: a decisão partiu de pedido da PGR e encerrou a prisão preventiva da governanta. Nenhum veículo de centro cobriu o caso no conjunto analisado.
Os enfoques foram diferentes. Veículos de esquerda destacaram o PCO e Rui Costa Pimenta no título e listaram, de forma descritiva, todos os procedimentos encerrados, registrando que os arquivados por falta de provas podem ser reabertos e que o sigilo dos autos foi retirado. Veículos de direita concentraram-se em Flávia Magalhães e enfatizaram no título que a investigação era conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes. O texto relatou que ela passou a ser investigada após publicar críticas a Moraes e ao STF e deu espaço à defesa, que questionava a competência do tribunal e pedia que ela pudesse visitar a mãe, hospitalizada em Recife. Essa cobertura não mencionou os demais casos do despacho. Nenhum dos textos trouxe manifestação de Moraes ou da Polícia Federal sobre o arquivamento.
Até a tarde de 29 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, não havia registro de reação do ministro Alexandre de Moraes nem de recurso contra as decisões. Também não estava claro se a Polícia Federal pretendia apresentar elementos novos que permitissem reabrir alguma das apurações arquivadas por falta de provas.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta quarta-feira (28) o arquivamento da investigação contra Flávia

Decisão do ministro também encerra apurações sobre fake news contra ex-ministro e parlamentar
