Lula tem nota média 3,8 e Flávio Bolsonaro 2,9 em sabatinas do segundo turno
3 veículos de esquerda · 5 veículos de centro · 1 veículo de direita

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Lula e Flávio Bolsonaro foram sabatinados em dias seguidos por uma emissora de TV, antes do segundo turno de 25 de outubro. Colunistas deram nota média 3,8 a Lula e 2,9 a Flávio.
A cobertura de esquerda destacou a firmeza de Lula ao ligar os ataques ao STF à prisão de Jair Bolsonaro e as dificuldades de Flávio com os aliados e com a emissora.
A cobertura de direita enfatizou a mobilização organizada por aliados do presidente contra a sabatina de Flávio e as críticas dos colunistas a falhas de Lula.
9 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) foram entrevistados por Renata Lo Prete em dias seguidos, a dez dias do segundo turno. A cobertura registra as notas dos colunistas, os panelaços e o almoço do candidato do PL com a cúpula da emissora.
Os dois candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), foram sabatinados em dias seguidos por uma grande emissora de TV. Lula foi entrevistado na quinta-feira, 15 de outubro, e Flávio na sexta-feira, 16, ambos pela jornalista Renata Lo Prete, em transmissão ao vivo. A ordem foi definida por sorteio, com representantes dos partidos. O segundo turno está marcado para 25 de outubro.
A cobertura de centro relatou que colunistas de um jornal do mesmo grupo deram a Lula a nota média de 3,8, numa escala de 1 a 5, e a Flávio, 2,9. Segundo esses colunistas, Lula esteve mais tranquilo e afirmativo do que no primeiro turno, defendeu a redução da maioridade penal para crimes hediondos, cobrou reformas no Supremo Tribunal Federal (STF) e disse ter conduzido de forma técnica a investigação do caso Banco Master. Errou, na avaliação deles, ao afirmar que não sabia que o Bolsa Família ficou quase quatro anos sem reajuste, e foi criticado por não sinalizar controle de gastos.
Flávio, de acordo com os mesmos colunistas, começou sereno e bem ensaiado, comprometeu-se a manter direitos sociais, a respeitar o resultado das urnas e voltou a defender o fim da reeleição. Ficou irritadiço ao responder sobre Daniel Vorcaro, o caso Dark Horse, o ajuste fiscal de R$ 200 bilhões e o papel do pai, Jair Bolsonaro, num eventual governo. Disse que nomear Jair não está no radar e descartou o irmão Eduardo como chanceler.
Veículos de esquerda deram mais espaço às provocações de Lula. Segundo essa cobertura, o presidente afirmou que querem cassar o ministro Alexandre de Moraes porque ele prendeu o pai de Flávio, e lembrou a prisão, naquele dia, de Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e deputado estadual eleito no Rio, ligado à família Bolsonaro. Também destacaram o almoço de Flávio com João Roberto Marinho e Paulo Tonet, dirigentes da emissora, horas antes da sabatina. A emissora informou que a área de jornalismo não participou e que visitas institucionais de candidatos são rotina. Auxiliares ouvidos por um colunista disseram que Lula não teria sido convidado.
Os panelaços contra a entrevista de Flávio apareceram em diferentes enquadramentos. A cobertura de centro registrou protestos em bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro e recordou o histórico desse tipo de manifestação. Veículos de direita enfatizaram que os atos, em capitais de todo o país, foram organizados por aliados de Lula, e citaram o deputado federal eleito André Janones, que convocou o protesto pelas redes e por um grupo de WhatsApp com 4,8 milhões de integrantes.
O que ainda não se sabe é o efeito das entrevistas sobre os eleitores indecisos, já que as notas refletem a opinião de colunistas e não pesquisas. Também não há resposta pública completa de Flávio sobre o destino do dinheiro de Vorcaro enviado ao exterior, tema que ele tratou com irritação. A campanha de Lula não comentou a acusação de que os panelaços foram organizados. Os candidatos voltam a se encontrar no debate de domingo, 18, na TV Bandeirantes.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez uma provocação ao senador Flávio Bolsonaro (PL) durante sabatina promovida pela Globo, na noite desta

Presidente é entrevistado por Renata Lo Prete à noite. Em Capelinha, candidato do PL participa de ato com Nikolas Ferreira e Cleitinho

Presidenciável estava acompanhado pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral de sua campanha presidencial, e por um assessor de imprensa, antes da sabatina do Jornal Nacional

Candidatos à Presidência que disputam o segundo turno foram sabatinados pela jornalista Renata Lo Prete na quinta e na sexta-feira

Os dois candidatos que disputam o segundo turno foram sabatinados pela jornalista Renata Lo Prete

Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi sabatinado nesta sexta-feira, um dia depois do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Protestos foram registrados antes e durante a participação do candidato à Presidência em sabatina nesta sexta-feira (16)

A conversa foi conduzida pela jornalista Renata Lo Prete e faz parte da cobertura do segundo turno das Eleições 2026.

André Janones, eleito deputado federal, foi principal articulador das ações, pelo grupo de Whatsapp ‘Exército do Lula’

Nesta matéria: perspectiva omitida.