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Flávio Bolsonaro faz motociata em Aracaju e expõe racha do PL em Sergipe

1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•27/09/2026•atualizado em 28/09/2026•Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro faz motociata em Aracaju e expõe racha do PL em Sergipe
Imagem: CartaCapital

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (50%)

Veículos com viés à esquerda

  • CartaCapitalFlávio Bolsonaro tenta reeditar motociatas do pai, mas expõe rachas do bolsonarismo em SergipeCoube ao candidato a vice, Alfredo Gaspar, a tentativa de distensionar o ambiente(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • G1Flávio Bolsonaro cumpre agenda com motocarreata em SergipeFlávio Bolsonaro em Sergipe participa de mobilização política com motocarreata na zona sul de Aracaju ao lado de lideranças locais do PL neste domingo.(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

  • Distribuição do fundo partidário em Sergipe: 6 milhões de reais para o casal Rodrigo e Moana Valadares, 300 mil para Ricardo Marques e 250 mil para Coronel Rocha.
  • Propostas anunciadas pelo presidenciável: redução da maioridade penal, carteira de motorista para menores, castração química para estupradores e exploração do petróleo sergipano.
  • Apostas on-line proibidas por medida provisória desde a sexta-feira anterior ao ato, com projeto de lei a caminho do Congresso para criar crimes específicos.

Onde os lados divergem

  • A cobertura de centro apresenta Ricardo Marques e Coronel Rocha como aliados que participaram normalmente da agenda; a de esquerda afirma que ambos ficaram separados do grupo, fora da recepção no aeroporto e fora da motocarreata.
  • O centro trata o dia como vitrine de propostas de segurança e petróleo; a esquerda trata o mesmo dia como demonstração de racha provocado pela divisão do fundo de campanha.
  • Veículos de direita não publicaram cobertura própria, e nenhum contraponto desse campo aparece no conjunto.

Onde os lados concordam

As duas coberturas registram o mesmo fato central: o candidato do PL à Presidência fez motocarreata em Aracaju no domingo, acompanhado do vice Alfredo Gaspar, e reuniu no evento os candidatos do partido ao Senado e ao governo de Sergipe.

O que ainda está incerto

  • A direção nacional do PL não explicou publicamente o critério de repartição do fundo de campanha em Sergipe.
  • Não se sabe se Ricardo Marques e Coronel Rocha mantêm apoio à candidatura presidencial até a votação.
  • O presidenciável deixou o evento sem falar com a imprensa e não respondeu sobre a ausência de uma das candidaturas ao Senado no site oficial da campanha.

O candidato do PL à Presidência levou a Aracaju o formato de ato que marcou o governo de seu pai. Enquanto a agenda seguia com discurso sobre segurança pública e petróleo, candidatos do próprio partido ficaram fora do trio elétrico e da motocarreata, num atrito que as coberturas ligam à divisão desigual do fundo de campanha em Sergipe.

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, cumpriu agenda de campanha em Aracaju no domingo, 27 de setembro. Ele desembarcou no Aeroporto Santa Maria ao lado do candidato a vice, Alfredo Gaspar, subiu a um trio elétrico na Orla de Atalaia e seguiu em motocarreata até o Mirante do bairro Treze de Julho, na Zona Sul da capital sergipana. O formato reedita as motociatas que marcaram o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A cobertura de centro relatou o ato pelo roteiro e pelo conteúdo do discurso. Diante dos apoiadores, o candidato defendeu a redução da maioridade penal, a carteira de motorista para menores de idade, a castração química para estupradores de mulheres e crianças e a criação de programas de empreendedorismo. Também prometeu explorar o petróleo do litoral sergipano, ao dizer que essa riqueza seria tirada do fundo do mar para o povo do estado. Nessa narrativa, os principais nomes do PL local aparecem juntos: o candidato ao Senado Rodrigo Valadares, o candidato ao governo de Sergipe Ricardo Marques, a candidata a deputada federal Moana Valadares e o também candidato ao Senado Coronel Rocha.

Veículos de esquerda contaram o mesmo domingo a partir do que não apareceu no palanque. Segundo essa cobertura, Ricardo Marques e Coronel Rocha estavam no local, mas ficaram embaixo do trio elétrico, separados dos demais integrantes do partido, e não participaram da recepção no aeroporto nem acompanharam o carro aberto da motocarreata. Rodrigo Valadares teria chamado os dissidentes a subir ao trio em nome da unidade da direita, e Coronel Rocha, coronel reformado da Polícia Militar, virou-se de costas durante o discurso e afirmou que o dirigente vai destruir a sigla. O pano de fundo apontado é o dinheiro: pelos registros prestados à Justiça Eleitoral, o casal Valadares recebeu 6 milhões de reais da direção nacional do PL, enquanto Ricardo Marques ficou com 300 mil reais e Coronel Rocha, com 250 mil reais. Em seu discurso, o presidenciável declarou apoio apenas a Rodrigo Valadares.

Os dois relatos também pesam de forma diferente o trecho em que o candidato atacou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por causa das apostas on-line, proibidas por medida provisória do governo federal desde a sexta-feira anterior ao ato. Flávio associou o petista aos cassinos on-line, e a cobertura de esquerda acrescentou que as apostas de quota fixa foram legalizadas em 2018, sob Michel Temer, e ganharam regras de exploração e tributação em 2023, antes de o próprio governo recuar com a proibição e anunciar um projeto de lei para criar crimes específicos no setor.

Até o momento, veículos de direita não publicaram cobertura própria do ato, o que deixa sem registro direto a leitura desse campo sobre o tamanho da mobilização de rua e sobre a repartição de recursos dentro do partido.

O que ainda não se sabe é como a direção nacional do PL explica o critério de distribuição do fundo de campanha, se Ricardo Marques e Coronel Rocha seguirão apoiando a candidatura presidencial e se a candidatura ao Senado que não aparece no site oficial da campanha será incluída. Nem Rodrigo Valadares nem a cúpula nacional do partido responderam publicamente às críticas, e o presidenciável deixou o evento sem falar com a imprensa.

Eleição presidencial 2026EleiçõesFlávio Bolsonaro

Fontes

Espectro: Esquerda
Flávio Bolsonaro tenta reeditar motociatas do pai, mas expõe rachas do bolsonarismo em Sergipe
Flávio Bolsonaro tenta reeditar motociatas do pai, mas expõe rachas do bolsonarismo em Sergipe

Coube ao candidato a vice, Alfredo Gaspar, a tentativa de distensionar o ambiente

CartaCapitalCartaCapital
Espectro: Centro
Flávio Bolsonaro cumpre agenda com motocarreata em Sergipe
Flávio Bolsonaro cumpre agenda com motocarreata em Sergipe

Flávio Bolsonaro em Sergipe participa de mobilização política com motocarreata na zona sul de Aracaju ao lado de lideranças locais do PL neste domingo.

G1G1

Esquerda

1 fonte

A tentativa de reeditar as motociatas do ex-presidente Jair Bolsonaro terminou escancarando a desigualdade interna do PL em Sergipe. Enquanto o casal Rodrigo e Moana Valadares, que controla o diretório estadual, recebeu 6 milhões de reais da direção nacional, o candidato ao governo ficou com 300 mil e um dos candidatos ao Senado com 250 mil. O resultado apareceu no palanque: dissidentes separados do grupo, costas viradas durante discurso e apoio declarado a um só nome.

Centro

1 fonte

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do Partido Liberal (PL) à Presidência, fez ato de campanha em Aracaju no domingo, 27 de setembro, com motocarreata da Orla de Atalaia até o bairro Treze de Julho.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

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    Flávio Bolsonaro faz ato de campanha e motocarreata em Aracaju, da Orla de Atalaia ao bairro Treze de Julho
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