Governo espera encontro entre Teresa Leitão e Alcolumbre nesta semana
4 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
5 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
- CNN BrasilGoverno espera encontro entre Teresa Leitão e Alcolumbre nesta semanaNova líder do governo no Senado pediu reunião ao presidente da Casa ainda na semana passada; data da agenda ainda precisa ser marcada(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- CNN BrasilLula se reúne com Teresa Leitão, nova líder do governo no SenadoOs dois discutiram as principais pautas que hoje estão tramitando na Casa Alta; reunião deve definir liderança do PT no Senado(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- Poder360Lula faz 1ª reunião com Teresa Leitão, nova líder do Governo no SenadoA liderança ficou vaga após Jaques Wagner se tornar alvo da PF por suspeita de recebimento de propina no caso Master. Leia no Poder360.(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Briefing
O que importa para você
- A PEC reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e implementação gradual em 14 meses.
- O prazo para aprovar antes do recesso é curto: três semanas até 18 de julho.
- Sessão temática sobre os impactos do fim da 6x1 ocorre em 1º de julho.
Onde os lados divergem
- Esquerda enquadra o fim da 6x1 como conquista histórica dos trabalhadores e a resistência do Senado como obstáculo a uma demanda popular.
- Direita enfatiza o desgaste do governo, a troca de líder motivada por operação da PF e defende que o Senado revise os impactos econômicos antes de aprovar a PEC.
Onde os lados concordam
Todos os lados reconhecem que Teresa Leitão assumiu a liderança do governo no Senado após a saída de Jaques Wagner, alvo da PF, e que a prioridade do Planalto é aprovar a PEC do fim da escala 6x1 antes do recesso de 18 de julho.
O que ainda está incerto
- A data do encontro entre Teresa Leitão e Alcolumbre ainda não foi marcada.
- Quais mudanças o Senado pretende propor ao texto da PEC.
- Quem será o novo líder do PT no Senado, entre Camilo Santana e Beto Faro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira, 29 de junho, a senadora Teresa Leitão, do PT de Pernambuco, no Palácio do Planalto. Foi o primeiro encontro entre os dois desde que ela assumiu a liderança do governo no Senado, tornando-se a primeira mulher a ocupar a função. Participou também da reunião o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães. A prioridade declarada do governo é destravar a chamada PEC do fim da escala 6x1, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com dois dias de descanso e implementação gradual em 14 meses.
Teresa Leitão substitui o senador Jaques Wagner, que deixou o cargo após se tornar alvo da operação Compliance Zero, da Polícia Federal. A apuração investiga o Banco Master e seu fundador, Daniel Vorcaro, e Wagner é suspeito de ter recebido propina em troca de atuação no Congresso em favor da instituição. A nova líder já está na metade do mandato de oito anos e não disputará as eleições deste ano, o que, segundo a cobertura, lhe dá mais tempo para se dedicar à articulação política.
Veículos de centro relataram que o Planalto aguarda, ainda nesta semana, um encontro entre Teresa Leitão e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá. A relação entre o governo e a presidência da Casa segue desgastada desde a rejeição do nome de Jorge Messias, advogado-geral da União, para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal. Foi a primeira vez em 132 anos que o Senado rejeitou um indicado à Corte, episódio apontado por aliados como um dos fatores que pesaram contra a permanência de Wagner na liderança. A cobertura de centro também registrou que o otimismo do governo sobre aprovar a PEC antes do recesso, marcado para 18 de julho, diminuiu nos últimos dias, diante do prazo curto de três semanas.
Veículos de esquerda enfatizaram a dimensão social e simbólica do momento: a chegada da primeira mulher à liderança governista e o fim da escala 6x1 como conquista histórica da classe trabalhadora, com mobilização de sindicatos nas ruas em defesa do texto. Nesse enquadramento, a resistência do Senado em pautar a proposta aparece como obstáculo a uma demanda popular legítima. Também é valorizada a PEC da Segurança Pública, que daria status constitucional ao Sistema Único de Segurança Pública e aos fundos nacionais de segurança e penitenciário.
Veículos de direita enfatizaram o desgaste do governo e o pano de fundo de suspeição: a troca de líder motivada por uma operação da Polícia Federal, a sucessão de derrotas do Planalto no Senado e a postura de Alcolumbre, que já descartou votar a PEC diretamente no plenário e afirmou que a Casa não será apenas 'carimbadora' da versão aprovada pela Câmara. Nesse recorte, ganha relevo a existência de pautas de alto impacto fiscal para a União em tramitação e a intenção declarada do governo de aprovar os textos antes das eleições para usá-los como bandeira, o que, na leitura desses veículos, levanta dúvidas sobre a urgência real.
O que ainda não se sabe é a data exata do encontro entre Teresa Leitão e Alcolumbre, que até o fechamento das matérias não havia sido fechada. Também permanece em aberto quais mudanças o Senado pretende propor ao texto da PEC, qual será o novo líder do PT na Casa, decisão prevista para esta semana entre Camilo Santana e Beto Faro, e se haverá tempo hábil para aprovar a proposta antes do recesso parlamentar.
Fontes

A Reuters havia informado que equipes técnicas dos Estados Unidos e do Irã deveriam se reunir nos próximos dias

Nova líder do governo no Senado pediu reunião ao presidente da Casa ainda na semana passada; data da agenda ainda precisa ser marcada

Os dois discutiram as principais pautas que hoje estão tramitando na Casa Alta; reunião deve definir liderança do PT no Senado

A liderança ficou vaga após Jaques Wagner se tornar alvo da PF por suspeita de recebimento de propina no caso Master. Leia no Poder360.

A liderança ficou vaga após Jaques Wagner se tornar alvo da PF por suspeita de recebimento de propina no caso Master. Leia no Poder360.