Candidato do PSTU Hertz Dias defende fim da escala 6x1 em São José dos Campos
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro · 2 veículos de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fq%2FQ%2FBbXdZwS8C4CMZsKWom5g%2Fglobo-canal-4-20260827-2000-frame-106380.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro · 2 veículos de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fq%2FQ%2FBbXdZwS8C4CMZsKWom5g%2Fglobo-canal-4-20260827-2000-frame-106380.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
Hertz Dias, candidato do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) à Presidência da República em 2026, fez campanha na porta de fábricas de São José dos Campos, no interior de São Paulo, pouco antes do início da jornada de trabalho. Professor de História nascido em São José de Ribamar, no Maranhão, ele concorre com Vanessa Portugal como vice, em chapa isolada e sob o número 16. A proposta central apresentada aos trabalhadores foi o fim da escala 6x1, sem redução de salários ou direitos, e a redução da jornada para 36 horas semanais, com aumento de impostos sobre bilionários para custear a adaptação de pequenas e médias empresas. Na mesma semana, o Tribunal Superior Eleitoral suspendeu a campanha digital de outro concorrente ao Planalto por falta de comunicação de perfis de propaganda à Justiça Eleitoral.
A campanha de Hertz Dias levou a pauta da jornada de trabalho para onde ela é vivida: o portão de fábrica, no horário em que o operário bate o cartão. O fim da escala 6x1 aparece na candidatura do PSTU como reparação histórica a quem sustenta a produção sem tempo de descanso, e não como concessão.
A candidatura de Hertz Dias, do PSTU, coloca no debate presidencial um programa de ruptura com a economia de mercado: além do fim da escala 6x1 e da jornada de 36 horas semanais, defende estatizar mineração, petróleo e energia, controlar os grandes bancos, expropriar empresas de setores estratégicos, taxar grandes fortunas e desapropriar grandes propriedades rurais.
6 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: falácia identificada.
Todos os lados registram que Hertz Dias disputa a Presidência pelo PSTU, com Vanessa Portugal na vice e o número 16, e que o fim da escala 6x1 com jornada de 36 horas semanais é a proposta central da candidatura, apresentada diretamente a trabalhadores em São José dos Campos.
O candidato do PSTU à Presidência, Hertz Dias, levou a proposta de fim da escala 6x1 para a porta de fábricas em São José dos Campos. Enquanto a cobertura de esquerda detalhou o programa socialista da chapa, a de direita voltou-se para a decisão do Tribunal Superior Eleitoral sobre propaganda digital na disputa presidencial.
O candidato do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) à Presidência da República, Hertz Dias, levou a campanha para a porta de fábricas de São José dos Campos, no interior de São Paulo, pouco antes do início da jornada de trabalho. Professor de História, nascido em São José de Ribamar, no Maranhão, ele concorre ao Palácio do Planalto com Vanessa Portugal na vice, em chapa isolada e sob o número 16 na urna. Já foi candidato a vice-governador do Maranhão, a vice-presidente da República e a governador do Maranhão antes desta disputa.
Diante dos trabalhadores, Hertz Dias resumiu a proposta que virou o centro da candidatura: o fim da escala 6x1, sem redução de salários ou de direitos, e a diminuição da jornada semanal para 36 horas. Segundo ele, a medida funcionaria como reparação histórica para a classe trabalhadora e geraria empregos de imediato; a adaptação de pequenos e médios empresários, afirmou, seria bancada por aumento de impostos sobre bilionários. Esse é o ponto em que as diferentes coberturas convergem: a agenda de campanha aconteceu, a fala foi essa, e a redução da jornada é a bandeira principal da chapa.
A cobertura de centro se ateve ao registro da agenda e à citação literal do candidato, sem avaliar a proposta, e complementou o quadro com os dados oficiais do registro eleitoral, que na ocasião ainda constava como aguardando julgamento na Justiça Eleitoral, com a coligação declarada como partido isolado. Veículos de esquerda foram além do dia de campanha e detalharam o programa: fim da pejotização, redução progressiva da jornada para ampliar postos de trabalho, planejamento da produção conforme as necessidades da população, taxação de grandes fortunas, estatização de setores considerados estratégicos como mineração, petróleo e energia, controle dos grandes bancos, reforma agrária com desapropriação de grandes propriedades, demarcação de terras indígenas e quilombolas, desmilitarização das polícias e mudanças na política de drogas. Nessa leitura, os baixos salários e a precarização do trabalho decorrem da estrutura econômica vigente, e a candidatura se define abertamente no campo socialista.
A divergência de enquadramento aparece no que cada lado escolhe iluminar. Para veículos de esquerda, a lista de propostas é o próprio conteúdo da notícia, apresentada sem contraditório e como resposta à concentração de riqueza. Veículos de direita não trataram da agenda em São José dos Campos: enfatizaram o outro flanco da disputa presidencial, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que suspendeu a campanha digital de outro concorrente ao Planalto, com interrupção de repasses do Fundo Eleitoral, bloqueio de gastos com valores já recebidos e proibição de participar de debates em rádio, televisão e podcasts. Segundo a decisão, partidos e candidatos precisam informar todas as contas usadas para propaganda: perfis antigos só podem ser usados 48 horas após o registro, e canais criados durante a campanha devem ser comunicados em até 24 horas. O ministro responsável sustentou que a exigência preserva ao mesmo tempo a liberdade de expressão e a igualdade entre candidatos, e permite fiscalização pela Justiça Eleitoral, pelo Ministério Público e pelos adversários. Vale notar que o título dessa cobertura fala em suspensão de campanha, quando a medida alcança a propaganda digital.
O que ainda não se sabe é considerável. Nenhuma cobertura apresentou cálculo do custo da redução da jornada para 36 horas semanais, nem estimativa de quantos empregos seriam criados ou de quanto renderia o aumento de impostos sobre bilionários. Não há nas matérias qualquer avaliação externa, de economistas ou de entidades empresariais e sindicais, sobre a viabilidade das propostas de estatização e expropriação. Também não se sabe quando a Justiça Eleitoral julgará o registro da chapa, nem se a decisão sobre propaganda digital atingirá outras candidaturas ou será revista em recurso. Nenhuma pesquisa de intenção de voto aparece nas coberturas para dimensionar o alcance da candidatura.
Professor, rapper e ativista do movimento negro, Hertz Dias leva à disputa presidencial um projeto socialista com foco na defesa dos trabalhadores, no combate ao racismo e em mudanças estruturais na economia e na segurança pública

Esta é a quinta eleição em que Dias participa, e a segunda vez que tenta ser presidente do Brasil

Veja aqui o perfil do(a) candidato(a) a presidente(a) Hertz Dias (PSTU), seu número na urna e declaração de bens nas eleições 2026

Wilson Grassi, do Democrata, recebeu punição semelhante a de Renan Santos

Hertz Dias, candidato do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) à Presidência da República em 2026, está situado no campo da esquerda radical

Candidato disse que, se eleito, vai garantir políticas de valorização da mão de obra e do emprego, e defendeu mudanças na jornada de trabalho.

Ainda não há outra notícia sobre Hertz Dias.