Instituição Fiscal Independente estima R$ 40 bi em medidas de campanha de Lula
1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Veículos de direita destacaram a cifra de R$ 40 bilhões de gastos não previstos no orçamento e detalharam o restante do relatório da Instituição Fiscal Independente, como a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre aposentadoria especial fora da conta de 2027 e as operações de crédito que não entram no resultado primário. Um deles reproduziu o pedido da IFI por um plano fiscal crível e associou as medidas ao gasto do governo durante a campanha pela reeleição.
A cobertura de centro registrou que a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, estimou que medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha eleitoral representam desequilíbrio fiscal adicional. O texto disponível desse veículo ficou restrito ao primeiro parágrafo; os números do relatório aparecem completos nas demais matérias do conjunto.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
3 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
As coberturas de centro e de direita relatam a mesma estimativa da Instituição Fiscal Independente: reajuste do Bolsa Família, fim das bets e pacote de MEIs somam R$ 40 bilhões fora do orçamento, com déficit primário de 0,5% do PIB em 2026 e potencial de 1,0% do PIB em 2027.
A Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado, estimou em R$ 40 bilhões o desequilíbrio fiscal não orçado de três medidas anunciadas por Lula na campanha: reajuste do Bolsa Família, fim das bets e pacote de MEIs. O relatório projeta déficit primário de 0,5% do PIB em 2026 e de até 1,0% em 2027.
A Instituição Fiscal Independente, a IFI, órgão ligado ao Senado Federal, estimou que três medidas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a campanha eleitoral representam R$ 40 bilhões de desequilíbrio fiscal adicional, não previsto no orçamento. São elas o reajuste do Bolsa Família, a perda de arrecadação com as apostas esportivas, conhecidas como bets, e o pacote voltado aos microempreendedores individuais. O cálculo está no Relatório de Acompanhamento Fiscal de outubro, divulgado na quinta-feira, 29 de outubro.
A conta deixa de fora outras promessas apresentadas na campanha para valer a partir de 2027, como a extensão do programa Pé-de-Meia ao ensino superior e a isenção de tarifa no transporte coletivo aos fins de semana.
As coberturas de centro e de direita convergem nos números centrais. A IFI projeta déficit primário de 0,5% do Produto Interno Bruto em 2026. Com os novos compromissos e as divergências da instituição em relação ao Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2027, o déficit potencial chegaria a 1,0% do PIB no ano seguinte. Como a IFI calcula ser necessário um superávit primário de 2,1% do PIB para estabilizar a dívida pública, o relatório aponta a necessidade de um ajuste equivalente a cerca de 3 pontos percentuais do PIB. Os diretores Marcus Pestana e Alexandre Andrade afirmam no documento que, sem um ajuste fiscal consistente, não haverá retomada relevante dos investimentos nem dinheiro para financiar políticas públicas essenciais.
Veículos de direita foram além do número principal. Um deles registrou que, com a reeleição de Lula, a IFI não espera mudanças bruscas na política econômica, mas pede o anúncio, o mais rápido possível, de um plano crível para os próximos quatro anos e de quem comandará o Ministério da Fazenda, diante da volatilidade dos mercados após a eleição. O mesmo texto encerrou citando levantamento próprio segundo o qual as medidas lançadas na campanha pela reeleição custaram R$ 405 bilhões. Outro veículo de direita detalhou o restante do relatório: o projeto de orçamento de 2027 não contabiliza o impacto de R$ 13 bilhões de uma decisão do Supremo Tribunal Federal sobre aposentadoria especial; a projeção do governo para o Benefício de Prestação Continuada supõe queda de beneficiários que os dados até agosto não confirmam; e os pagamentos com créditos concedidos com recursos do orçamento saltaram de R$ 71,7 bilhões em 2023 para R$ 220,3 bilhões até outubro de 2026, operações que não afetam as metas formais, mas pesam sobre a dívida. O texto também registrou que a alta do juro neutro, para 6,1% ao ano, eleva para 2,9% do PIB o superávit necessário.
A cobertura de centro, de um único veículo, chegou ao conjunto apenas com o primeiro parágrafo, que reproduz a estimativa da IFI sem os números do déficit. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a noite de 29 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, nenhum dos textos trazia resposta do governo federal ou do Ministério da Fazenda às estimativas da IFI. Também não havia detalhamento de quanto cada uma das três medidas pesa nos R$ 40 bilhões, nem cálculo do impacto do Pé-de-Meia universitário e da tarifa zero nos fins de semana.
Instituição Fiscal Independente, órgão ligado ao Senado, estima déficit primário efetivo de 1% do PIB em 2027

Instituição Fiscal Independente (IFI) aponta que novas medidas somam R$ 40 bi em gastos não previstos,; déficit primário para 2026 aumenta.

A Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão ligado ao Senado Federal, estima que medidas anunciadas pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na campanha eleitoral - apenas o reajuste do Bolsa Família, a perda da arrecadação das bet
