Leonardo Avalanche assume candidatura do PRTB à Presidência após renúncia de Marçal
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Como decidimos →O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) substituiu Pablo Marçal por Leonardo Avalanche como candidato à Presidência da República. A troca foi protocolada em 14 de setembro, último dia do prazo legal, após Marçal renunciar. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) havia indeferido por unanimidade o registro de Marçal, por falta de filiação no prazo e por inelegibilidade até 2032. A nova chapa, com Silvia Helena da Silva Pereira como vice, aguarda julgamento no TSE.
O PRTB exerceu o direito previsto na legislação eleitoral de substituir seu candidato dentro do prazo, colocando o presidente nacional da sigla, Leonardo Avalanche, no lugar de Pablo Marçal. Por esse prisma, o foco está na responsabilidade do partido de manter o projeto político diante das decisões do Tribunal Superior Eleitoral, na trajetória de Avalanche à frente da legenda e na contestação da defesa de Marçal, que renunciou sem concordar com os fundamentos da Corte.
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O PRTB substituiu Pablo Marçal por Leonardo Avalanche como candidato à Presidência da República em 14 de setembro, último dia do prazo legal. A troca veio depois de o Tribunal Superior Eleitoral rejeitar o registro de Marçal por unanimidade. A nova chapa, com Silvia Helena da Silva Pereira como vice, ainda aguarda julgamento.
O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) substituiu Pablo Marçal por Leonardo Avalanche como candidato à Presidência da República nas eleições de 2026. A troca foi protocolada na segunda-feira, 14 de setembro, último dia do prazo legal para substituição de candidaturas, depois que Marçal apresentou carta de renúncia. Avalanche, presidente nacional da sigla, era até então o candidato a vice e também renunciou a essa posição para assumir a cabeça de chapa.
A mudança ocorre três dias depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) indeferir, por unanimidade, o registro de Marçal. A Corte acolheu o argumento do Ministério Público Eleitoral de que ele não estava filiado ao PRTB em abril, prazo final de filiação para disputar a eleição de outubro, quando ainda integrava o União Brasil. Marçal também está inelegível até 2032, por condenação ligada à campanha à Prefeitura de São Paulo em 2024.
Os relatos convergem nos pontos principais. A nova vice da chapa é Silvia Helena da Silva Pereira, nome grafado como Silvia Hellen em parte das matérias. A chapa já aparece no sistema de divulgação de candidaturas do TSE. Avalanche, de 48 anos, nasceu em Anápolis, em Goiás, assumiu o comando do PRTB em 2024 e coordenou a campanha de Marçal a prefeito de São Paulo naquele ano. Em nota, afirmou que lutou até o último minuto para manter Marçal na disputa e que os dois decidiram, juntos, seguir o projeto com o nome dele.
A cobertura de centro concentrou quase todo o volume de matérias e trouxe os detalhes processuais. Parte dela registrou que a candidatura de Avalanche aparece como aguardando julgamento e ainda depende do aval do colegiado do TSE, embora a relatora, a ministra Estela Aranha, já tenha deferido o demonstrativo de regularidade de atos partidários do PRTB. A advogada de Marçal, Allinne Garcia, disse em nota que a renúncia não significa concordância com as decisões da Corte.
Uma reportagem de centro foi além e detalhou o histórico do novo candidato. Ao TSE, Avalanche declarou mais de R$ 491 milhões em criptomoedas, R$ 2,23 milhões em obras de arte e mais de R$ 1 milhão em joias. Ele é réu na Justiça Eleitoral de São Paulo por violência política e associação criminosa, acusado pelo Ministério Público de fraudar a eleição interna do partido e de ameaçar uma correligionária. Também responde a uma ação penal na Justiça Eleitoral do Distrito Federal. Avalanche contesta todas as acusações e diz que vai rebatê-las no processo.
Veículos de direita noticiaram a troca em tom factual, com ênfase no cumprimento do prazo legal e na trajetória de Avalanche dentro do partido, incluindo o afastamento do comando em 2025 e o retorno ao cargo por decisão da Justiça Eleitoral. Não foram identificadas matérias de veículos de esquerda sobre a substituição até o momento.
Ainda não se sabe quando o plenário do TSE vai julgar o registro da nova chapa nem se haverá impugnação. Também seguem sem desfecho os processos contra Avalanche em São Paulo e no Distrito Federal, e os registros divergem sobre a profissão declarada pelo candidato.
Apesar de já constar no sistema oficial do TSE, troca ainda precisa de aval do colegiado. Com a substituição de Marçal, a vice de chapa passaria a ser Silvia Hellen da Silva Pereira, nascida em Anápolis, no estado de Goiás.

Dirigente até então disputava como vice na chapa do influenciador, que está inelegível até 2032

Partido fez substituição depois de Marçal renunciar à candidatura; TSE havia rejeitado registro por unanimidade. Leia no Poder360.

Presidente do PRTB deixa a posição de vice na chapa e assume a disputa após TSE rejeitar registro de Marçal; nova candidatura ainda aguarda julgamento


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