Davi Alcolumbre tira PEC da maioridade penal da pauta do Senado à espera da Câmara
2 veículos de esquerda · 2 veículos de centro · 2 veículos de direita

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Veículos de esquerda relataram que Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, retirou da pauta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal e disse ter atendido a um pedido de Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados. Dois dos três textos são relatos descritivos, com o conteúdo das propostas. O terceiro dá voz à líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), que chamou a decisão de positiva e afirmou que o debate está contaminado pelo processo eleitoral. Nenhum dos três textos traz o placar de 38 a 36, a acusação de quebra de acordo feita pelo líder do PL ou um relato de pedido de Luiz Inácio Lula da Silva a Motta.
Com base em Agência Brasil e Portal Vermelho
A cobertura de centro relata que Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, decidiu em 4 de novembro não votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal, a pedido de Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados.
Com base em Folha de S.Paulo
Veículos de direita relataram o adiamento decidido por Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, com ênfases diferentes entre os textos. Dois deles põem o governo no centro: um afirma que Luiz Inácio Lula da Silva ligou para Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara dos Deputados, e outro liga a decisão a negociações com o Palácio do Planalto.
Com base em Terra Brasil Notícias e O Estado de S.Paulo
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Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tirou da pauta de 4 de novembro a PEC que reduz a maioridade penal e disse que vai aguardar a Câmara dos Deputados. Ele atribuiu a decisão a um pedido de Hugo Motta; parte da cobertura registra a atuação do governo Lula, e o PL acusa quebra de acordo.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu em 4 de novembro não levar ao plenário a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal. Ele disse que atendeu a um pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e que vai esperar a votação dos deputados antes de deliberar no Senado.
A decisão veio um dia depois de o Senado aprovar a PEC da Segurança Pública sem tratar da idade penal. A oposição queria incluir o tema nesse texto e perdeu. Depois disso, o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, passou a buscar a votação direta em plenário. A cobertura de centro informa 53 assinaturas no requerimento; em texto de direita, o próprio Braga fala em mais de 50.
Ao menos um texto de cada lado registra os mesmos pontos de partida: o pedido de Motta e a fala de Alcolumbre de que o colega se comprometeu a votar em novembro. Veículos de esquerda, a cobertura de centro e veículos de direita também descrevem as propostas em disputa. A do senador Camilo Santana (PT-CE) reduz a idade para 16 anos só em crimes hediondos. A do senador Rogério Marinho (PL-RN) fixa 16 anos como regra geral e 14 anos em crimes hediondos e outros delitos graves. Na Câmara, uma comissão especial analisa outra PEC, relatada pelo deputado Mendonça Filho (PL-PE).
As diferenças aparecem no papel do governo. Veículos de direita deram mais peso ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não de modo uniforme. Um texto afirma, sem indicar a origem da informação, que Lula ligou para Motta; outro liga a decisão a negociações com o Palácio do Planalto; um terceiro fica no pedido de Motta e na relação entre as Casas. A cobertura de centro atribui a fontes que, sob orientação de Lula, o ministro José Guimarães e a líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), procuraram os dois presidentes. Nos três textos de veículos de esquerda não há relato de pedido de Lula a Motta. Um deles traz Leitão dizendo que a decisão foi positiva e que o debate está contaminado pelo processo eleitoral.
Os relatos também divergem sobre quem separou o tema. Dois textos de veículos de esquerda atribuem a separação a Alcolumbre, enquanto o terceiro cita a derrota dos senadores bolsonaristas na votação. A cobertura de centro diz que foi o plenário, e textos de veículos de direita informam o placar de 38 votos a 36. A acusação de quebra de acordo também não aparece da mesma forma. O líder do PL, Carlos Portinho (RJ), a fez em plenário, e ela está em texto de direita, que credita outra publicação como fonte, e na cobertura de centro. Os três textos de esquerda não a registram, embora Leitão afirme que ninguém da base prometeu aprovar a redução naquele dia. Um texto de direita afirma ainda que Lula passou a defender o que por anos combateu.
Até o fim da tarde de 5 de novembro, quando saiu a matéria mais recente do conjunto, a data da votação na Câmara seguia em aberto nos textos analisados. Alcolumbre citou novembro, mas Motta disse a jornalistas em 4 de novembro que não havia combinado data, e nenhuma matéria posterior trouxe fala nova dele. O prazo do relatório também varia: até o fim do mês, em texto de esquerda; entre a última semana de novembro e a primeira de dezembro, na cobertura de centro. Nem Lula nem Motta aparecem confirmando a ligação relatada. O texto final da Câmara não estava definido, e o relator dizia que o debate seguia aberto. O corpo do texto de centro chegou truncado, e esta leitura se limita ao que foi recebido.
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, retirou da pauta a Proposta de Emenda à Constituição que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Na decisão, anunciada nessa quarta-feira (4), Alcolumbre disse que vai aguardar a votação do tema na Câmara dos Deputados para depois colocá-lo em votação no Senado. Ele afirmou que atendeu a um pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta, que se comprometeu a votar a proposta em novembro. "Eu conversei com o presidente Hugo Motta, e ele me disse: eu criei uma comissão especial.
Presidente do Senado disse que atendeu a pedido de Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados
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Nesta matéria: perspectiva omitida.