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Em convenção nacional realizada em Brasília, o PSB oficializou Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente na chapa de reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva e aprovou, por unanimidade, a coligação com a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PC do B). Lula afirmou que vencerá a eleição de 2026, previu vitória no primeiro turno e pediu à militância que use o celular para divulgar as ações do governo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, durante a convenção nacional do PSB realizada em Brasília na quarta-feira, que ele e o vice-presidente Geraldo Alckmin vencerão a eleição de 2026, mesmo que cometam erros a partir de agora. 'Mesmo que eu e ele só erremos daqui para frente, o acerto foi tanto que a gente não perde essas eleições', declarou, ao projetar vitória já no primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
A cobertura de centro relatou os atos formais do encontro. O PSB aprovou, por unanimidade, a coligação com a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PC do B, e oficializou Alckmin como candidato a vice na chapa da reeleição. Os convencionais também referendaram a indicação do presidente do PT como representante legal da coligação e delegaram à Executiva Nacional do PSB decisões futuras. Segundo essa cobertura, o PSB é o segundo partido a confirmar apoio a Lula, depois do PDT, e a candidatura do presidente será formalizada na convenção do PT, em São Paulo, no domingo seguinte. O ato reuniu nove ministros e nomes históricos do partido.
Veículos de direita enfatizaram o tom triunfalista da declaração e o contexto de campanha antecipada, lembrando que a Justiça Eleitoral já havia multado o presidente por propaganda eleitoral antecipada. Também deram relevo ao pedido de Lula para que militantes usem o celular 24 horas por dia na chamada 'guerra da narrativa' e à menção à negativa de vistos a norte-americanos que, segundo o presidente, tentariam interferir no pleito.
Uma leitura de esquerda tenderia a destacar a amplitude da coalizão progressista, que soma PSB, PDT, PSOL, Rede, PC do B e PV, e a fala de Alckmin em defesa da democracia como 'guardiã da liberdade', com críticas ao uso do aparato do Estado no segundo turno de 2022.
Ainda não se sabe como as pesquisas de intenção de voto respondem a esse arranjo, nem qual será a chapa adversária, informações que não constam do material divulgado.
As coberturas convergem nos fatos centrais: o PSB oficializou Alckmin como vice na chapa de Lula, aprovou por unanimidade a coligação de esquerda e centro-esquerda, e Lula previu vitória no primeiro turno.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto descreve os atos da convenção com paridade e reproduz as falas de Lula, Alckmin e João Campos sem adjetivação valorativa. A extensa lista de presentes e as deliberações aprovadas reforçam o caráter factual, típico de centro.
Perspectivas omitidas
Cobertura enxuta e neutra: reproduz a fala de Lula, situa o PSB como segundo partido a apoiar a reeleição e lista a coalizão de esquerda/centro-esquerda sem enquadramento valorativo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O corpo é factual e quase idêntico à cobertura de centro, mas os blocos de 'Leia também' inserem contexto crítico (multa do TRE-SP por propaganda antecipada) que sugere leve inclinação à direita na seleção de contexto; o núcleo, porém, é neutro.

Na convenção do PSB, presidente disse que vencerá no 1º turno e pediu à militância uso do celular para ajudar a campanha. Leia no Poder360.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira, 29, que ele e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) serão reeleitos, mesmo que errem a partir de agora. A declaração foi dada durante a convenção nacional do PSB que oficializou a con

Declaração ocorreu durante a convenção nacional do PSB, que oficializou a continuidade de Alckmin na chapa com Lula
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Perspectivas omitidas


