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Eurasia Group mantém 55% de chance de reeleição de Lula contra Flávio Bolsonaro

1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•28/09/2026•atualizado em 30/09/2026•Flávio Bolsonaro
Eurasia Group mantém 55% de chance de reeleição de Lula contra Flávio Bolsonaro
Imagem: Brasil 247

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (50%)

Veículos com viés à esquerda

  • Brasil 247Lula tem 55% de chances de vencer a eleição, diz Eurasia GroupConsultoria vê disputa equilibrada com Flávio Bolsonaro, mas considera incumbência e dinâmica da campanha fatores que ainda favorecem o presidente(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Centro0 (0%)

Veículos com viés ao centro

Nenhum veículo de centro cobriu esta história.

Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • O Estado de S.PauloLula mantém 55% de chance de vencer eleição, diz diretor da Eurasia GroupChristopher Garman diz que soma de medidas anunciadas pelo governo e fake news sobre Nossa Senhora Aparecida não são bala de prata, mas reforçam premissa de que, numa eleição empatada, há vantagem ligeira para o petista pelo poder de incumbência; cenário, contudo, permanece muito apertado(abre em nova aba)

    Nesta matéria: viés de centro.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

  • A consultoria vê a disputa praticamente empatada na última semana do primeiro turno.
  • Anúncios do governo, como Desenrola 3.0, aumento do Bolsa Família e proibição das bets, entram no cálculo como vantagem do incumbente.
  • Pesquisas podem errar na estimativa de comparecimento às urnas.

Onde os lados concordam

A cobertura converge em que a Eurasia Group mantém 55% de chance para Lula, que seus modelos indicam empate de 50% a 50% e que a crise do Supremo Tribunal Federal foi o fator que mais desgastou o presidente.

O que ainda está incerto

  • Se a crise do Supremo seguirá no centro do noticiário até um eventual segundo turno.
  • Se novas denúncias contra Flávio Bolsonaro vão surgir e com que efeito.
  • Quanto as pesquisas subestimam o eleitorado de direita.

A consultoria Eurasia Group mantém em 55% a probabilidade de vitória de Lula na eleição presidencial de 2026, com viés de baixa. Seus modelos apontam empate de 50% a 50% com Flávio Bolsonaro, e a vantagem atribuída ao presidente vem da incumbência e de fragilidades ainda não testadas da campanha adversária.

A consultoria de risco político Eurasia Group mantém em 55% a probabilidade de vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, na eleição presidencial de 2026. A estimativa vem com viés de baixa, e a própria consultoria reconhece que seus modelos de previsão apontam hoje uma disputa de 50% a 50% contra o senador Flávio Bolsonaro, do PL. A avaliação foi apresentada por Christopher Garman, diretor executivo para as Américas da Eurasia Group, em entrevista concedida na reta final do primeiro turno.

A consultoria já havia reduzido a chance atribuída a Lula de 60% para 55%. Segundo Garman, a crise do Supremo Tribunal Federal foi o evento que desequilibrou o jogo: ampliou o pessimismo do eleitorado, derrubou a aprovação do presidente no último mês e fez evaporar a vantagem que ele tinha nas simulações de segundo turno. Para o analista, porém, as pesquisas dos últimos dez dias mostram que esse desgaste parou. Ele explica que, numa eleição empatada, a consultoria dá vantagem a quem governa, porque o incumbente pode fazer novos anúncios. Cita a proibição das apostas on-line, o Desenrola 3.0, programa de renegociação de dívidas, e o aumento do Bolsa Família. A segunda razão é que a candidatura de Flávio Bolsonaro ainda não teria sido plenamente testada.

Garman ressalta que os modelos divergem entre si. Os que pesam segurança e corrupção apontam vitória de Flávio. Os que privilegiam a aprovação do governo favorecem Lula. Os baseados em intenção de voto indicam empate. Ele também alerta que os institutos podem errar ao estimar quem vai comparecer às urnas e pelo perfil de quem aceita responder às entrevistas.

A cobertura de centro reproduziu a entrevista em detalhe, incluindo as ressalvas sobre a campanha petista, que teria começado dispersa, e os ventos contrários na economia, como o endividamento das famílias e a queda da confiança do consumidor. Veículos de esquerda destacaram a manutenção do favoritismo de Lula e acrescentaram pesquisas recentes: a Quaest mostrou Lula com 39% e Flávio com 34% no primeiro turno, e o Datafolha registrou 47% a 45% no segundo turno, dentro da margem de erro. Esses veículos deram peso também à informação falsa sobre Nossa Senhora Aparecida, que gerou decisões divergentes entre ministros do Supremo e do Tribunal Superior Eleitoral. Não houve, até o momento, cobertura própria de veículos de direita sobre a projeção.

Fica em aberto se a crise do Supremo continuará dominando o noticiário até um eventual segundo turno, o que a consultoria considera o principal vento contrário à sua aposta. Também não se sabe se novas denúncias contra Flávio Bolsonaro vão surgir, nem quanto as pesquisas estão errando na calibragem do comparecimento.

Eleição presidencial 2026LulaFlávio Bolsonaro

Fontes

Espectro: Direita
Lula mantém 55% de chance de vencer eleição, diz diretor da Eurasia Group
Lula mantém 55% de chance de vencer eleição, diz diretor da Eurasia Group

Christopher Garman diz que soma de medidas anunciadas pelo governo e fake news sobre Nossa Senhora Aparecida não são bala de prata, mas reforçam premissa de que, numa eleição empatada, há vantagem ligeira para o petista pelo poder de incumbência; cenário, contudo, permanece muito apertado

O Estado de S.PauloO Estado de S.Paulo
Espectro: Esquerda
Lula tem 55% de chances de vencer a eleição, diz Eurasia Group
Lula tem 55% de chances de vencer a eleição, diz Eurasia Group

Consultoria vê disputa equilibrada com Flávio Bolsonaro, mas considera incumbência e dinâmica da campanha fatores que ainda favorecem o presidente

Brasil 247Brasil 247

Esquerda

1 fonte

Veículos de esquerda destacam que a Eurasia Group segue vendo Lula como favorito, com 55% de chance, e que o sangramento da campanha petista parou. A leitura enfatiza que as medidas do governo, como o aumento do Bolsa Família e a renegociação de dívidas das famílias, devolveram ímpeto ao presidente na última semana do primeiro turno.

Direita

1 fonte

Pelo prisma da direita, o dado central é que a leitura fria dos modelos da Eurasia Group não aponta favorito, e que o viés a favor de Lula depende da máquina do governo. A crise do Supremo Tribunal Federal e o tema da corrupção, em que o presidente é considerado pouco crível, derrubaram sua vantagem no segundo turno.

Centro

0 fontes

Nenhum veículo de centro cobriu esta história.

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