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Pesquisa do instituto AtlasIntel divulgada em 3 de agosto de 2026 aponta empate técnico na disputa pelo governo do Acre entre a governadora Mailza Assis, do PP, com 35,2% das intenções de voto, e o senador Alan Rick, do Republicanos, com 33,1%. A diferença de 2,1 pontos é inferior à margem de erro de 3 pontos percentuais. O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, do PSDB, aparece em terceiro, com 18,5%. O levantamento ouviu 997 eleitores, tem intervalo de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
Uma pesquisa do instituto AtlasIntel, contratada por um veículo de notícias local e divulgada na segunda-feira, 3 de agosto de 2026, mostra empate técnico na disputa pelo governo do Acre. A governadora Mailza Assis, do PP, aparece com 35,2% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno, contra 33,1% do senador Alan Rick, do Republicanos. A diferença de 2,1 pontos percentuais é menor que a margem de erro do levantamento, de 3 pontos para mais ou para menos, o que coloca os dois na mesma faixa estatística. Em terceiro lugar aparece o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, do PSDB, com 18,5% das intenções de voto.
O levantamento ouviu 997 eleitores no estado e tem intervalo de confiança de 95%. O campo foi encerrado em 2 de agosto de 2026, e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número AC-07815/2026. Segundo o próprio instituto, o estudo custou 39 mil reais e foi pago pelo veículo que o encomendou, informação divulgada junto com a íntegra dos resultados.
Além do primeiro turno, a pesquisa simulou três cenários de segundo turno, todos com a presença do senador do Republicanos. No confronto direto com a governadora, o empate dentro da margem de erro se mantém. Diante do prefeito de Rio Branco, o resultado também é de empate técnico. O único cenário em que há vantagem clara é contra Thor Dantas, do PSB, derrotado na simulação. Para as duas cadeiras do Senado em disputa pelo Acre, os nomes mais bem posicionados são os de Marcio Bittar, do PL, Gladson Cameli, do PP, e Mara Rocha, do Republicanos. Num segundo cenário, sem a presença do ex-governador, quem aparece à frente são a deputada do Republicanos e o senador do PL.
A cobertura de centro concentrou-se na aritmética do empate e na transparência da ficha técnica, detalhando amostra, período de campo, intervalo de confiança, custo do estudo e os registros na Justiça Eleitoral, além de apontar o terceiro colocado e o financiamento do levantamento. Veículos de direita reproduziram os mesmos números e acrescentaram uma ressalva metodológica de caráter editorial, lembrando que pesquisas divulgadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apurado nas urnas e defendendo que esse tipo de dado seja lido como leitura de momento, e não como previsão. Até o momento, veículos de esquerda não deram destaque ao levantamento, de modo que a cobertura disponível não traz uma leitura crítica sobre o peso dos mandatos em exercício na formação das intenções de voto nem sobre o fato de o estudo ter sido encomendado por um veículo privado.
Os dois relatos convergem na leitura central: não há favorito estatístico na corrida pelo governo do estado, e a disputa está concentrada em nomes do campo conservador, já que o único pré-candidato testado fora desse bloco aparece apenas como adversário derrotado em cenário de segundo turno.
Ainda não se sabe qual é o percentual exato de cada um dos três cenários simulados de segundo turno, nem os números da avaliação de governo aferida pela mesma pesquisa, citada mas não detalhada nos textos. Há também divergência entre as coberturas sobre o início da coleta de campo, apontado ora como 22 de julho, ora como 28 de julho, com as duas versões concordando apenas quanto ao encerramento, em 2 de agosto. As candidaturas ainda não estão formalizadas, as coligações não foram fechadas e não há, na cobertura disponível, reação das campanhas envolvidas nem comparação com levantamentos anteriores que permita medir tendência.
As coberturas convergem nos mesmos números e na mesma leitura: Mailza Assis (PP) com 35,2% e Alan Rick (Republicanos) com 33,1% configuram empate técnico, porque a diferença de 2,1 pontos é menor que a margem de erro de 3 pontos. Também há acordo sobre Tião Bocalom (PSDB) em terceiro, sobre os três cenários de segundo turno testados e sobre a ficha técnica de 997 entrevistados com registro no TSE.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de agência: manchete descritiva, números logo no lead, explicação aritmética do empate técnico e ficha técnica completa, incluindo custo de R$ 39 mil e os dois números de registro no TSE. Nomeia os partidos sem adjetivar, dá o terceiro colocado e não sugere favoritismo. Não há vocabulário valorativo nem seleção de dados que beneficie um dos lados. Boa parte do restante da página é conteúdo de navegação e publicidade, sem efeito sobre o enquadramento.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do publisher ser de direita, o texto é reportagem de dados: apresenta os percentuais, nomeia partidos e explicita metodologia (997 entrevistados, margem de 3 pontos, registro AC-07815/2026). O único trecho valorativo é a nota institucional sobre por que o veículo publica pesquisas, que introduz ceticismo metodológico ao lembrar as discrepâncias de 2022, mas essa ressalva é dirigida ao método e não a um dos candidatos. Sem vocabulário ideológico, sem enquadramento favorável a algum lado.

Nova pesquisa da AtlasIntel mostra como está a corrida para o governo e o Senado pelo Acre nas eleições 2026. Leia mais na Gazeta do Povo

Governadora tem 35,2% das intenções de voto e senador registra 33,1%; pesquisa também simulou cenários de 2º turno . Leia no Poder360.
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Perspectivas omitidas



