Omar Aziz lidera pesquisa ao governo do Amazonas com Lula desaprovado por 49%
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Duas pesquisas divulgadas em 26 de agosto de 2026 mediram a avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. No recorte nacional, o instituto Gerp registrou 51% de desaprovação e 43% de aprovação, com 6% sem opinião formada, índices que oscilaram dentro da margem de erro em relação ao início do mês, quando eram 53% e 42%. No Amazonas, o Real Time Big Data apurou 49% de desaprovação e 46% de aprovação ao mandato, com 5% que não souberam responder. O mesmo levantamento estadual traz Omar Aziz, do PSD, na liderança da corrida ao governo do Amazonas com 34%, e Capitão Alberto Neto, do PL, à frente na disputa pelas duas vagas ao Senado, com 24%. Ambos os estudos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral, ouviram eleitores entre 21 e 25 de agosto e declaram margem de erro de dois pontos percentuais com 95% de confiança.
A quarta-feira consolidou um quadro de desgaste do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em duas frentes. No país, o instituto Gerp mediu 51% de desaprovação contra 43% de aprovação, com a reprovação à frente em todas as rodadas da série.
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Veículos com viés ao centro
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Todas as coberturas reproduzem os mesmos percentuais e a mesma metodologia: campo entre 21 e 25 de agosto, margem de erro de dois pontos percentuais, 95% de confiança e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Há convergência também no fato central de que a desaprovação supera a aprovação do governo Lula nos dois recortes, o nacional e o do Amazonas.
Duas pesquisas divulgadas em 26 de agosto de 2026 mediram o humor do eleitor com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva: 51% de desaprovação no recorte nacional, pelo instituto Gerp, e 49% no Amazonas, pelo Real Time Big Data. O mesmo estudo estadual traz Omar Aziz na liderança para o governo do Amazonas e Capitão Alberto Neto à frente na disputa pelas duas vagas ao Senado.
Duas pesquisas divulgadas na quarta-feira, 26 de agosto de 2026, recolocaram a avaliação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva no centro do debate eleitoral, uma no recorte nacional e outra no Amazonas. O instituto Gerp apontou 51% de desaprovação e 43% de aprovação ao trabalho da Presidência, com 6% que dizem não saber avaliar a gestão. No mesmo dia, o Real Time Big Data mostrou que, entre os amazonenses, 49% desaprovam o mandato e 46% aprovam, com 5% que não souberam responder.
O levantamento do Amazonas foi além da avaliação de governo. No cenário estimulado para o governo estadual, Omar Aziz, do PSD, lidera com 34%, seguido por Roberto Cidade, do União Brasil, com 22%, e pela Professora Maria do Carmo, do PL, com 21%, os dois últimos empatados dentro da margem de erro. David Almeida, do Avante, aparece com 14% e Cabo Daciolo, do Mobiliza, com 4%. No cenário espontâneo, em que nenhum nome é apresentado ao entrevistado, 53% não souberam ou não responderam, sinal de uma disputa ainda aberta. Para as duas vagas ao Senado, Capitão Alberto Neto, do PL, aparece com 24%, à frente de Wilson Lima, do União Brasil, com 19%, de Eduardo Braga, do MDB, com 18%, e de Plínio Valério, do PSDB, com 14%.
A cobertura de centro concentrou-se na metodologia e na comparação entre rodadas. Foram 2.400 eleitores ouvidos por telefone no levantamento nacional e 1.600 entrevistados no Amazonas, ambos entre 21 e 25 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais, intervalo de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral. Esses veículos destacaram que os índices nacionais oscilaram dentro da margem desde o início de agosto, quando a desaprovação era de 53% e a aprovação, de 42%, o que sustenta uma leitura de estabilidade, e informaram custo e financiamento do estudo estadual.
Veículos de direita deram peso à tabulação completa dos cenários e aos seis simulados de segundo turno no Amazonas, em que a Professora Maria do Carmo aparece à frente de Omar Aziz por 43% a 42% e Aziz supera Roberto Cidade por 42% a 41%, ambos empates técnicos. Essa cobertura acrescentou ressalva metodológica explícita, ao lembrar que pesquisas publicadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado das urnas e que os números divulgados influenciam decisões de partidos, de lideranças políticas e os humores do mercado financeiro. Veículos de esquerda não deram destaque aos dois levantamentos no material analisado, e por isso não há, no conjunto, um enquadramento que conteste a leitura de desgaste do governo ou que ponha em primeiro plano os 46% de aprovação registrados no Estado.
Um dado atravessa os dois recortes. No Amazonas, o mesmo estudo aponta empate técnico entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, em eventual segundo turno. A avaliação qualitativa do governo no Estado é mais dura do que a nota de aprovação: 40% classificam a gestão como ruim ou péssima, 31% como boa ou ótima e 27% como regular.
O que ainda não se sabe é como esses números se distribuem dentro do Estado. Nenhuma das publicações detalha recortes por renda, escolaridade, faixa etária ou município do Amazonas, nem apresenta série histórica estadual que permita medir se a desaprovação de 49% subiu ou caiu ali. Também não há, nos textos, reação da Presidência, dos partidos citados ou dos pré-candidatos aos resultados, e o levantamento do Amazonas aparece com números de protocolo diferentes nas duas coberturas, sem que nenhuma delas explique a divergência. A votação do primeiro turno está marcada para 4 de outubro.
Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Estado de 24 a 27 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais. Leia no Poder360.

Foram ouvidos 2.400 eleitores entre os dias 21 e 25 de agosto; a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa divulgada pelo Real Time Big Data mostra como está o cenário eleitoral no Amazonas para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Levantamento da Real Time Big Data indica que 46% aprovam o presidente; 40% consideram o governo ruim ou péssimo no estado
