Rogério Marinho planeja viagens pelos estados para disputar presidência do Senado
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O veículo de esquerda do conjunto publicou a reportagem creditada aos repórteres Raphael Di Cunto e Carolina Linhares e a uma agência, a mesma que sustenta o resumo de centro. O texto relata que Rogério Marinho pretende viajar pelos estados, visitar senadores eleitos, governadores e lideranças locais e mobilizar a base bolsonarista, em um plano que o texto atribui a aliados. Registra a contagem de 38 votos sólidos entre 81 senadores, a aposta de Davi Alcolumbre em votos no PL e a carta programática de Marinho, citando duas fontes. O texto não traz avaliação própria do veículo sobre a disputa e informa que Marinho não retornou o pedido de comentário até a publicação.
Com base em ICL Notícias
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, pretende viajar pelos estados para mobilizar a base bolsonarista a favor de sua candidatura à presidência do Senado, segundo quatro aliados. A conta deles é de 38 votos sólidos entre os 81 senadores, e seriam necessários 41 para vencer a votação de 1º de fevereiro de 2027.
Com base em Folha de S.Paulo
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O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, planeja percorrer o país para buscar votos de direita na eleição da presidência do Senado, marcada para 1º de fevereiro de 2027. Segundo aliados, ele conta com 38 dos 41 votos necessários, enquanto Davi Alcolumbre negocia apoios dentro do PL. As informações são de 6 de novembro de 2026.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, pretende viajar pelos estados para mobilizar a base bolsonarista a favor de sua candidatura à presidência do Senado. A estratégia foi descrita em reportagem publicada em 6 de novembro de 2026, segundo quatro aliados do parlamentar. A eleição para comandar a Casa está marcada para 1º de fevereiro de 2027, quando 81 senadores votarão em escrutínio secreto.
A cobertura de centro relatou que a estratégia parte de dois pontos. O primeiro é fidelizar os votos de senadores eleitos pela direita que poderiam votar em Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por relações pessoais e porque o voto é secreto. O segundo é conseguir ao menos mais três votos para chegar aos 41 necessários. Pela conta dos aliados de Marinho, ele teria 38 votos sólidos, entre senadores de partidos de direita e centro-direita, como PL, Novo, Republicanos e PP. A senadora Tereza Cristina (PP-MS) também se coloca como candidata desse grupo.
Segundo o texto, Alcolumbre aposta em pelo menos cinco votos dentro do PL e em outros de partidos de direita, ao negociar cargos no governo Lula e em agências reguladoras, relatorias de projetos importantes e funções no Legislativo. Na quarta-feira, 4 de novembro, ele escolheu o senador Eduardo Gomes (PL-TO) para relatar a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Aliados de Marinho reconhecem que Alcolumbre dispõe de mais instrumentos, porque deve contar com a ajuda do governo Lula. Para contrabalançar, Marinho deve visitar senadores eleitos, governadores e lideranças locais e estimular eleitores favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal a pedir apoio dos senadores em quem votaram. O texto afirma que Alcolumbre virou alvo nas eleições nacionais por travar esse impeachment.
Marinho também planeja convidar o senador Efraim Filho (PL-PB) para coordenar a campanha, o que, segundo dois aliados, demonstraria unidade na direita. O texto lembra que Efraim é amigo de Alcolumbre e foi seu companheiro de partido, e que o nome dele consta da planilha de Alcolumbre como voto em fevereiro. Efraim nega e diz que segue com a bancada do PL e com Marinho.
O senador prepara ainda uma carta programática para lançar a candidatura. O texto aponta que ela contrasta com o discurso feito por Marinho em ato da bancada do PL, no qual chamou o presidente Lula de inconsequente. No documento, o candidato deve afirmar que não será um presidente de oposição ao governo e ao STF, que defenderá a independência do Legislativo e que não poupará ministros do Supremo em caso de desvios de conduta.
O veículo de esquerda do conjunto publicou a mesma reportagem, com a assinatura dos mesmos repórteres e crédito de agência, acrescentando a indicação de duas fontes para o conteúdo da carta e a observação de que Marinho não retornou até a publicação. Como os dois textos têm origem compartilhada, a coincidência entre eles não funciona como confirmação independente dos fatos. Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a noite de 6 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, Marinho não havia comentado a estratégia, a carta não havia sido divulgada e o convite a Efraim Filho ainda era apresentado como plano. Também não havia resposta de Alcolumbre às contas atribuídas a ele, e a contagem de 38 votos continuava vinda apenas dos aliados de Marinho.
Líder da oposição discute estratégia para unificar direita e convidar Efraim Filho, aliado de Alcolumbre, para campanha

(Folhapress) - Em busca de garantir o voto dos congressistas de direita, o senador Rogério Marinho (PL-RN) pretende viajar pelo país para mobilizar a base
