Eduardo Riedel, do Progressistas, lidera os cenários testados para o governo de Mato Grosso do Sul e aparece em vantagem na tentativa de reeleição. A pesquisa Real Time Big Data, divulgada em 10 de setembro, atribui 42% das intenções de voto ao atual governador no cenário estimulado. Fábio Trad, do Partido dos Trabalhadores, vem em seguida com 26%, uma diferença de 16 pontos percentuais.
João Henrique Catan, do Partido Novo, registra 13%. Delcídio Amaral, do Partido Renovação Democrática, tem 5%; Renato Gomes, do Democracia Cristã, aparece com 3%; Lucien Rezende, do Partido Socialismo e Liberdade, soma 2%; e Jefferson Bezerra, do Agir, marca 1%. Daniel Lemes, do Partido da Causa Operária, não pontuou. Brancos e nulos representam 4%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou não responderam.
O instituto também simulou um segundo turno entre Riedel e Trad. Nesse confronto, o governador chega a 57%, enquanto o deputado federal registra 32%. Outros 5% dizem que votariam em branco ou anulariam o voto, e 6% permanecem indecisos ou não responderam. A distância entre os candidatos é maior nessa simulação do que no cenário de primeiro turno, mas o resultado continua sujeito à margem de erro e às mudanças de campanha até a votação.
O levantamento ouviu 1.600 eleitores de Mato Grosso do Sul entre 5 e 9 de setembro. A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MS-00223/2026. O texto não informa quem contratou o estudo nem descreve se as entrevistas foram presenciais, telefônicas ou realizadas por outro método.
Até o momento, apenas um veículo cobriu o caso no cluster, relatando a liderança de Eduardo Riedel, os percentuais de todos os candidatos e os parâmetros metodológicos disponíveis. Por se tratar de cobertura de fonte única, não há comparação documentada entre enquadramentos editoriais distintos. Os números mostram a posição dos candidatos durante o período de coleta, mas não explicam as razões das preferências nem medem, no material disponível, a evolução em relação a uma rodada anterior.
Ainda não se sabe como eventos de campanha, alianças e exposição dos candidatos poderão alterar o quadro. Também faltam no texto o nome do contratante e detalhes do método de coleta, informações úteis para uma avaliação mais completa. O dado mais sólido é o retrato registrado entre 5 e 9 de setembro: Riedel liderava o primeiro turno e ampliava a vantagem em uma disputa direta com Trad.