Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
André Mendonça+17Caso Banco Master+17Alexandre de Moraes+16STF+16Flávio Dino+12Gilmar Mendes+6Caso Dark Horse+6Daniel Vorcaro+4Edson Fachin+2Polícia Federal+1Luiz Fux+1Kassio Nunes Marques+1
ver todos

Copom reduz Selic a 13,75% ao ano em decisão unânime antes do primeiro turno

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•16/09/2026•Inflação

Resumo da cobertura

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, em 16 de setembro de 2026, na última reunião antes das eleições gerais. Foi o quinto corte seguido e a decisão foi unânime. A taxa volta ao menor nível desde março de 2025. O comunicado fala em moderação gradual da atividade, mercado de trabalho aquecido, expectativas de inflação desancoradas e não se compromete com novos cortes.

1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Alguém precisa ver os dois lados disso?

WhatsApp
Copom reduz Selic a 13,75% ao ano em decisão unânime antes do primeiro turno
Imagem: Revista Oeste

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • Valor EconômicoBC corta a Selic para 13,75% ao ano, em última reunião pré-eleiçõesCom a queda, a taxa vai ao menor patamar desde março de 2025, quando estava em 13,25%
    Análise editorial

    Texto de agência, centrado nas citações literais do comunicado: incerteza, desancoragem das expectativas, efeitos da política fiscal e balanço de riscos assimétrico. Informa o levantamento com 120 instituições (118 esperavam corte). Sem vocabulário valorativo.

    Qualidade argumentativa
    68/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    2

    Perspectivas omitidas

    • Não informa as projeções de inflação do Copom para 2026, 2027 e o horizonte relevante
    • Não traz a reação de governo, setor produtivo ou analistas à decisão
Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • Revista OesteNa última reunião antes da eleição, BC corta juros pela 5ª vez seguida, para 13,75%Com a decisão do Copom, taxa Selic alcançou o menor nível em um ano e meio, desde março de 2025
    Matéria: Centro

    Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.

    Análise editorial

    Apesar de o veículo ser de direita, o texto é essencialmente factual: relata o corte de 0,25 ponto, cita o comunicado do Banco Central, o IPCA do IBGE, a meta do Conselho Monetário Nacional e o Focus. O único traço de enquadramento é destacar a 'última reunião antes da eleição' e a menção à política fiscal, sem adjetivação.

    Qualidade argumentativa
    63/100
    Manipulação emocional
    10/100
    Clickbait
    20/100
    Fontes citadas
    4

    Perspectivas omitidas

    • Não detalha o balanço de riscos do Copom (quatro fatores de alta e três de baixa)
    • Não explica a relação entre a proximidade da eleição e a decisão, apesar de usá-la como gancho da manchete

O Comitê de Política Monetária do Banco Central reduziu a Selic de 14% para 13,75% ao ano, no quinto corte seguido de 0,25 ponto e na última reunião antes do primeiro turno. A decisão foi unânime, mas o comunicado cita expectativas de inflação desancoradas e não garante novos cortes.

O Comitê de Política Monetária, o Copom, do Banco Central reduziu a taxa básica de juros, a Selic, de 14% para 13,75% ao ano. A decisão foi anunciada no fim da tarde de quarta-feira, 16 de setembro, ao término de uma reunião de dois dias. Foi a quinta reunião seguida com corte de 0,25 ponto percentual e a última antes das eleições gerais, cujo primeiro turno acontece em 4 de outubro.

A decisão foi unânime entre os sete integrantes do colegiado, presidido por Gabriel Galípolo. Com ela, a Selic volta ao menor patamar desde março de 2025. O corte era amplamente esperado: um levantamento com 120 instituições financeiras e consultorias mostrou que 118 projetavam a redução.

No comunicado, o Banco Central afirmou que a atividade econômica passa por uma moderação gradual, principalmente em setores mais cíclicos, enquanto o mercado de trabalho segue aquecido. O texto registra que a inflação cheia e a média dos núcleos desaceleraram e estão abaixo do teto do intervalo de tolerância, mas ainda acima da meta de 3%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, informou deflação de 0,32% em agosto, com alta acumulada de 4,22% em doze meses. O Copom projeta inflação de 5,2% em 2026, de 3,9% em 2027 e de 3,2% no primeiro trimestre de 2028.

O colegiado não se comprometeu com novos cortes. Segundo o comunicado, o cenário de incerteza, a desancoragem das expectativas e os riscos elevados exigem serenidade e cautela, e a extensão do ciclo dependerá de novas informações. O balanço de riscos continua assimétrico, com quatro fatores que podem elevar a inflação e três que podem reduzi-la. Entre os fatores de alta estão choques do petróleo, a inflação de serviços, um câmbio mais depreciado e estímulos à demanda que enfraquecem a transmissão da política monetária. O ambiente externo, com os conflitos no Oriente Médio e a incerteza sobre os juros em economias avançadas, também foi citado.

A cobertura de centro concentrou-se no conteúdo literal do comunicado, no balanço de riscos e na expectativa do mercado, destacando o alerta sobre a política fiscal doméstica e seus efeitos sobre os ativos financeiros. Veículos de direita deram peso ao calendário, apresentando o corte como a decisão da última reunião antes da eleição, e acrescentaram os números do Relatório Focus, que apontam inflação de 4,9% em 2026, acima do teto da meta, Selic em 13,75% no fim do ano e 12% em 2027. Até o momento, não houve cobertura de veículos de esquerda sobre a decisão, de modo que ângulos como o custo do crédito para famílias ou o efeito dos juros sobre o emprego não apareceram no noticiário analisado.

Ainda não se sabe se o Copom manterá o ritmo de cortes nas duas reuniões que restam no ano, marcadas para 3 e 4 de novembro e para 8 e 9 de dezembro, já depois das eleições. Também não está claro como o resultado das urnas e as sinalizações sobre a política fiscal vão pesar nas expectativas de inflação que o Banco Central diz monitorar com atenção.

Briefing

O que importa para você

  • A Selic de 13,75% é a referência para o custo do crédito, das dívidas e do rendimento da renda fixa.
  • O Relatório Focus espera a Selic em 13,75% no fim de 2026 e em 12% em 2027.
  • A próxima decisão sai em 4 de novembro, depois do segundo turno de 25 de outubro.

Onde os lados concordam

  • A cobertura de centro e a de direita registram o corte de 0,25 ponto, para 13,75% ao ano, unânime e esperado pelo mercado.
  • Ambas destacam que o Banco Central não se comprometeu com novos cortes e pede cautela diante de expectativas desancoradas.

O que ainda está incerto

  • Se o Copom manterá cortes de 0,25 ponto em novembro e dezembro.
  • Como o resultado eleitoral e a política fiscal vão afetar as expectativas de inflação monitoradas pelo Banco Central.
InflaçãoJurosPolítica Monetária

NeXTverso·Publicidade

Dezesseis formas de decidir. Uma é a sua.

As funções cognitivas de cada tipo, e o teste gratuito que aponta o seu.

Ver os 16 tipos

NeXTverso·Publicidade

Duas pessoas, seis dimensões, uma leitura

Doze perguntas, um convite, e a comparação de personalidade, valores e estilo de vida.

Ver como funciona

Fontes

Espectro: Direita
Na última reunião antes da eleição, BC corta juros pela 5ª vez seguida, para 13,75%
Na última reunião antes da eleição, BC corta juros pela 5ª vez seguida, para 13,75%

Com a decisão do Copom, taxa Selic alcançou o menor nível em um ano e meio, desde março de 2025

Revista OesteRevista Oeste
Espectro: Centro
BC corta a Selic para 13,75% ao ano, em última reunião pré-eleições
BC corta a Selic para 13,75% ao ano, em última reunião pré-eleições

Com a queda, a taxa vai ao menor patamar desde março de 2025, quando estava em 13,25%

Valor EconômicoValor Econômico

Centro

1 fonte

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano, em 16 de setembro de 2026, na última reunião antes das eleições gerais. Foi o quinto corte seguido e a decisão foi unânime. A taxa volta ao menor nível desde março de 2025. O comunicado fala em moderação gradual da atividade, mercado de trabalho aquecido, expectativas de inflação desancoradas e não se compromete com novos cortes.

Direita

1 fonte

O Copom reduziu a Selic para 13,75% ao ano, mas deixou claro que a cautela continua: as expectativas de inflação estão desancoradas e a política fiscal doméstica pesa sobre a política monetária e os ativos financeiros. Na última reunião antes das eleições, o Banco Central alertou que estímulos à demanda e ao consumo enfraquecem os canais de transmissão dos juros e podem levar a atividade acima do produto potencial.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Leia em seguida

Federal Reserve sobe juros pela primeira vez em três anos e dólar fica em R$ 5,15
Esquerda e centro · 2 fontesFederal Reserve sobe juros pela primeira vez em três anos e dólar fica em R$ 5,15

Linha do Tempo

  1. 09 de dez. de 2026, 00:00Programado
    Última reunião do Copom de 2026 define a taxa Selic
    revistaoeste.com
  2. 04 de nov. de 2026, 00:00Programado
    Termina a sétima reunião do Copom de 2026, que define a Selic após as eleições
    revistaoeste.com
  3. 04 de out. de 2026, 00:00Programado
    Primeiro turno das eleições gerais no Brasil
    revistaoeste.com
  4. 17 de set. de 2026Hoje
  5. 16 de set. de 2026, 21:30
    Copom corta a Selic de 14% para 13,75% ao ano, em decisão unânime e quinto corte seguido
    valor.globo.comrevistaoeste.com
  6. 11 de set. de 2026, 12:00
    IBGE divulga IPCA de agosto com deflação de 0,32% no mês e alta de 4,22% em doze meses
    revistaoeste.com

Continuar lendo

  • Copom do Banco Central corta Selic para 13,75% ao ano em decisão unânime

    Copom do Banco Central corta Selic para 13,75% ao ano em decisão unânime

    50% Centro·50% Direita·2 fontes
    Centro 50%Direita 50%2 fontes
  • Boletim Focus mantém inflação de 2026 em 5,02% com Selic estável a 13,75%

    Boletim Focus mantém inflação de 2026 em 5,02% com Selic estável a 13,75%

    33% Esquerda·67% Centro·3 fontes
    Esquerda 33%Centro 67%3 fontes
  • Urgente: COPOM diminui juros da taxa Selic

    Urgente: COPOM diminui juros da taxa Selic

    75% Centro·25% Direita·4 fontes
    Centro 75%Direita 25%4 fontes