
Quaest no Senado: Marina Silva e Derrite à frente em São Paulo, Benedita no Rio
2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
- G1Quaest para o Senado no RJ: Benedita, 15%; Marcelo Crivella, 8%; Carlos Jordy, 6%; Pedro Paulo, 6%; Carlos Portinho, 6%Pesquisa divulgada nesta terça-feira (8) foi encomendada pela Globo.
Análise editorial
O texto apresenta os percentuais do Rio de Janeiro sem adjetivação, informa amostra de 1.302 entrevistados, período de campo de 4 a 7 de setembro, margem de 3 pontos, nível de confiança de 95% e o registro RJ-04768/2026, e ainda publica rejeição e conhecimento de cada nome. Não há vocabulário valorativo nem hierarquia ideológica entre candidatos de PT, PL, PSOL e Republicanos, todos listados com o mesmo tratamento.
A Quaest divulgou em 8 de setembro de 2026 as pesquisas de intenção de voto para o Senado em São Paulo e no Rio de Janeiro. Em São Paulo, Marina Silva e Guilherme Derrite aparecem com 14% cada, e Simone Tebet, com 12%. No Rio, Benedita da Silva lidera com 15%. A indecisão espontânea passa de 80% nos dois estados.
A Quaest divulgou em 8 de setembro de 2026 duas rodadas de intenção de voto para o Senado, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro, as duas maiores bases eleitorais do país. Em São Paulo, no cenário estimulado que consolida o primeiro e o segundo voto para as duas cadeiras em disputa, Marina Silva (Rede) e Guilherme Derrite (PP) aparecem com 14% cada, seguidos por Simone Tebet (PSB), com 12%, André do Prado (PL), com 7%, e Ricardo Salles (Novo), com 3%. No Rio de Janeiro, Benedita da Silva (PT) lidera com 15%, à frente de Marcelo Crivella (Republicanos), com 8%, e de um bloco em que Carlos Jordy (PL), Pedro Paulo (PSD) e Carlos Portinho (PL) somam 6% cada.
Os dois levantamentos foram feitos entre 4 e 7 de setembro. O de São Paulo ouviu 1.800 eleitores, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-00959/2026. O do Rio de Janeiro ouviu 1.302 pessoas de 16 anos ou mais, tem margem de 3 pontos e registro RJ-04768/2026. Nas duas pesquisas, o nível de confiança é de 95%. Em 2026, cada estado e o Distrito Federal elegem dois senadores, numa renovação de 54 das 81 cadeiras, e o eleitor precisa votar em dois nomes diferentes, razão pela qual os institutos consolidam primeiro e segundo voto num total único.
O dado que atravessa toda a cobertura é a indecisão. Na pergunta espontânea, sem lista de nomes, 88% dos eleitores paulistas e 82% dos fluminenses não souberam citar um candidato ao Senado. No Rio de Janeiro, esse índice caiu de 88% para 82% desde a rodada anterior, e Benedita da Silva subiu de 10% para 15% no cenário estimulado, enquanto Marcelo Crivella passou de 6% para 8%.
A cobertura de centro concentrou-se na apresentação metodológica e nas séries de comparação, detalhando primeiro voto, segundo voto, cenário espontâneo e os índices de conhecimento e rejeição no Rio de Janeiro: Marcelo Crivella tem 61% de rejeição e 85% de conhecimento, Benedita da Silva registra 44% de rejeição e 79% de conhecimento, e Waguinho (Republicanos) marca 41% de rejeição. Veículos de direita publicaram os mesmos percentuais de São Paulo, mas acompanharam a tabela de uma nota que relembra as discrepâncias entre pesquisas e resultado das urnas em 2022 e enquadra o levantamento como leitura de momento, não como previsão, além de destacar a posição de Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança Pública, no pelotão da frente. Veículos de esquerda não publicaram análise própria desta rodada até o fechamento; a leitura provável desse campo enfatizaria o crescimento de Benedita da Silva no Rio de Janeiro e a presença de Marina Silva e Simone Tebet entre as mais citadas em São Paulo como sinal de competitividade em uma casa legislativa historicamente conservadora.
O que ainda não se sabe é como se distribuirá a fatia de indecisos, que em São Paulo chega a 26% no cenário estimulado e a 24% no Rio de Janeiro. Também não foram divulgados os índices de rejeição e de conhecimento dos candidatos paulistas nesta rodada, nem a abertura entre primeiro e segundo voto em São Paulo. E, como a diferença entre Marina Silva, Guilherme Derrite e Simone Tebet cabe dentro da margem de erro de 2 pontos, a ordem entre os três não está definida pelos dados publicados.
Briefing
O que importa para você
Cada eleitor vota em dois nomes para o Senado em 2026, e 54 das 81 cadeiras serão renovadas. Em São Paulo, a diferença entre Marina Silva, Guilherme Derrite e Simone Tebet cabe na margem de erro de 2 pontos, ou seja, não há favorito definido. No Rio de Janeiro, Marcelo Crivella tem 61% de rejeição e Benedita da Silva, 44%, os tetos que cada um precisa furar para crescer.
Onde os lados divergem
A cobertura de centro trata a pesquisa como retrato metodologicamente descrito e detalha rejeição, conhecimento e a comparação com a rodada anterior. A cobertura de direita publica a mesma tabela, mas acrescenta ressalva explícita sobre as discrepâncias entre pesquisas e urnas em 2022 e enquadra o levantamento como leitura de momento, não como prognóstico. Veículos de esquerda não publicaram versão própria desta rodada.
Onde os lados concordam
As coberturas de centro e de direita publicam os mesmos números e convergem em três pontos: Marina Silva (Rede), Guilherme Derrite (PP) e Simone Tebet (PSB) formam o pelotão da frente em São Paulo; Benedita da Silva (PT) lidera no Rio de Janeiro com 15%; e a indecisão espontânea passa de 80% nos dois estados.
Linha do Tempo
- 08 de set. de 2026, 00:00Quaest divulga as pesquisas para o Senado em São Paulo e no Rio de Janeiro, com Marina Silva e Guilherme Derrite em 14% e Benedita da Silva em 15%
- 04 de set. de 2026, 00:00Quaest inicia a coleta das pesquisas de intenção de voto para o Senado em São Paulo e no Rio de Janeiro, com campo até 7 de setembro
Fontes

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (8) foi encomendada pela Globo.

Pesquisa divulgada nesta terça-feira (8) foi encomendada pela Globo.

Nova pesquisa da Quaest mostra como está a disputa pelo Senado em São Paulo nas eleições de 2026. Leia na Gazeta do Povo



