Cookies e medição

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar
  • Convide e ganhe
  • Seja PLUS
  • PLUS

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
Fuja da Blha
Carregando cobertura...

Sobre

  • O que é Fuja da Bolha
  • Metodologia
  • Como recomendamos
  • Critérios de Veículos

Recursos

  • Ponto Cego
  • Eleição 2026
  • Batalha
  • Em Alta
  • Mapa Político
  • Para Você
  • Podcasts
  • Veículos
  • Planos

Legal

  • Privacidade
  • Termos de Uso

Suporte

  • Central de Ajuda
  • Abrir chamado

Contato

contato@fujadabolha.com.br

YouTubeInstagram

2026 Fuja da Bolha é mais um produto NeXTIME. Todos os direitos reservados.

Fuja da Blha
  • Início
  • Ponto Cego
  • Mapa Político
  • Eleição 2026
  • Buscar
  • Planos
  • Ajuda
  • Entrar
  • Cadastrar

1.327.0

Início
Ponto
Eleição
Buscar
TSE+46STF+44Eleições 2026+39André Mendonça+39Flávio Dino+39Quaest+34Conferência Nacional dos Bispos do Brasil+23Kassio Nunes Marques+11Caso Banco Master+9Proibição das bets+5Senado Federal+5Benedita da Silva+5
ver todos

Bispo JB Carvalho, de igreja de Flávio Bolsonaro, condena culto mariano

1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro

Redação Fuja da Bolha•3 fontes•26/09/2026•atualizado em 28/09/2026•Flávio Bolsonaro
Bispo JB Carvalho, de igreja de Flávio Bolsonaro, condena culto mariano
Imagem: Notícias ao Minuto Brasil

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

3 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (33%)

Veículos com viés à esquerda

  • ICL NotíciasPastor ligado a Flávio critica devoção católica a Maria e cita ‘Rainha dos Céus’Em uma passagem reproduzida pelo pastor Sérgio Lourenço, Carvalho afirma que “Deus odeia o culto à Rainha dos Céus”. A argumentação apresentada pelo bispo(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Centro2 (67%)

Veículos com viés ao centro

  • Notícias ao Minuto BrasilPastor de Flávio Bolsonaro diz: "Deus odeia o culto à Rainha dos Céus" (abre em nova aba)

    Nesta matéria: falácia identificada.

  • MetrópolesPastor de Flávio Bolsonaro diz: “Deus odeia o culto à Rainha dos Céus”Autor de A Bomba, JB Carvalho critica a devoção católica a Maria; Flávio foi batizado na igreja fundada pelo bispo(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Conhecer o Mapa Político

Briefing

O que importa para você

  • Para o eleitor católico, a controvérsia atinge o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro a pouco mais de duas semanas do feriado de 12 de outubro, dedicado a Nossa Senhora Aparecida.
  • O feriado está previsto na Lei nº 6.802/1980, que um projeto de 2008 tentou alterar e foi arquivado, então nada muda na regra atual.
  • Para quem acompanha a campanha, o caso define se a promessa de consagrar o país a Jesus Cristo será tratada como fé pessoal ou como programa de governo.

Onde os lados divergem

  • A cobertura de esquerda mede o custo político da proximidade entre o bispo e a família Bolsonaro e trata o caso como ameaça ao Estado laico.
  • A cobertura de centro prioriza a documentação dos trechos e delimita o que não pôde ser confirmado.
  • Uma peça de centro insere o episódio numa suposta ofensiva evangélica contra símbolos católicos, ligação que a fonte original não fez.
  • Veículos de direita não deram cobertura própria, e a defesa da liberdade religiosa do pastor não aparece em nenhuma reportagem do conjunto.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura concorda que os trechos são atribuídos a um livro de 2001 do bispo JB Carvalho, que a igreja Comunidade das Nações é frequentada por Flávio Bolsonaro, batizado ali em 2024, e que a associação entre a devoção a Nossa Senhora e cultos antigos é interpretação religiosa do autor, sem respaldo histórico estabelecido. Também há convergência de que a Igreja Católica distingue veneração de adoração.

O que ainda está incerto

  • Nem JB Carvalho nem a Comunidade das Nações se manifestaram sobre os trechos atribuídos ao livro, e não se sabe se o bispo mantém a posição.
  • Não há resposta de Flávio Bolsonaro sobre endossar ou não o conteúdo doutrinário, nem detalhe da contestação atribuída à sua campanha.
  • Não está esclarecido se o religioso ocupa qualquer função formal na pré-candidatura, e nenhum dado sustenta a leitura de bastidores sobre efeito eleitoral.

O bispo JB Carvalho, fundador da Comunidade das Nações, igreja frequentada pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, condena o culto à Rainha dos Céus em trechos de um livro de 2001. A passagem voltou a circular em meio à disputa eleitoral e à reação de católicos a falas do senador sobre religião.

O bispo JB Carvalho, fundador da igreja Comunidade das Nações, afirma em trechos atribuídos ao livro A Bomba: a verdade pode ser explosiva, publicado em 2001 pela editora Doxxa, que Deus odeia o culto à Rainha dos Céus. A passagem, reproduzida no blog do pastor Sérgio Lourenço, voltou a circular nesta semana e alcançou a disputa presidencial porque a igreja é frequentada pelo senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, batizado ali em 2024 ao lado da esposa, Fernanda Bolsonaro.

No texto, o bispo recorre aos capítulos 7 e 44 do livro bíblico de Jeremias, nos quais habitantes do antigo reino de Judá oferecem incenso, alimentos e libações a uma divindade feminina. Para ele, esse povo atribuía a tal entidade a prosperidade que deveria reconhecer no Deus de Israel, e a prática está ligada à destruição de Judá e ao exílio na Babilônia. Em outra parte da obra, Carvalho associa a devoção católica a Maria a cultos antigos, citando Ninrode, Semíramis e Tamuz, e compara a imagem de uma mãe com uma criança à iconografia de Maria com o menino Jesus.

Toda a cobertura converge nos mesmos fatos verificáveis e nas mesmas ressalvas. A leitura do bispo é apresentada como interpretação religiosa do autor, e não como consenso histórico: a suposta origem da devoção mariana no culto a Semíramis não é fato estabelecido. As reportagens também registram que a Igreja Católica distingue a veneração dedicada a Nossa Senhora da adoração, reservada exclusivamente a Deus. Há convergência ainda sobre o calendário que liga o religioso ao senador: o batismo em 2024, a escolha da própria igreja para a primeira aparição pública dois dias depois do anúncio da pré-candidatura, em 7 de dezembro de 2025, o exemplar de Metanoia levado por Flávio Bolsonaro ao pai, Jair Bolsonaro, na Superintendência da Polícia Federal em 25 de novembro de 2025, e o livro A jornada de meninos a homens levado por Michelle Bolsonaro em 6 de janeiro de 2026. Em vídeo de 24 de agosto de 2026, o senador declarou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo, fala que provocou reação de fiéis católicos nas redes e chegou a homilias de bispos na basílica de Nossa Senhora Aparecida.

As divergências estão na moldura, não nos fatos. Veículos de esquerda destacaram a proximidade entre o bispo e a família Bolsonaro, dedicando seção própria a essa relação e encadeando batismo, pré-candidatura, livros levados à prisão e a promessa de consagrar o país, num arranjo que mede o custo político da associação e sublinha o risco ao Estado laico. A cobertura de centro concentrou-se na documentação: citou o trecho com editora e ano, nomeou o blog que o reproduziu e delimitou de forma expressa o que as fontes consultadas não permitem confirmar, como a afirmação atribuída ao bispo de que orações católicas dirigidas a Maria seriam recebidas por demônios. Uma peça de centro foi além e situou o caso dentro de uma suposta ofensiva evangélica contra símbolos católicos, incluindo um projeto de lei do deputado Victório Galli que pretendia trocar a expressão Padroeira do Brasil por Padroeira dos brasileiros católicos apostólicos romanos na Lei nº 6.802/1980, rejeitado em comissão e arquivado em 2008, além de um relato de bastidores segundo o qual a reação de católicos poderia beneficiar o presidente Lula. Entre os veículos de direita mapeados, o episódio não recebeu cobertura própria, o que caracteriza um ponto cego: os argumentos previsíveis desse campo, a liberdade religiosa do pastor, a distância de 25 anos entre o livro e a eleição e a ausência de cargo formal do bispo na campanha, não apareceram em reportagem alguma do conjunto.

O que ainda não se sabe é decisivo para dimensionar o caso. Nenhuma das coberturas ouviu JB Carvalho ou a Comunidade das Nações sobre os trechos atribuídos ao livro, nem esclareceu se o bispo mantém hoje a mesma posição. Também não há resposta de Flávio Bolsonaro sobre se endossa o conteúdo doutrinário, e a contestação atribuída à campanha aparece mencionada sem detalhamento. Segue em aberto se o religioso exerce qualquer função na pré-candidatura e qual o efeito eleitoral concreto da controvérsia entre eleitores católicos, já que nenhuma das peças apresenta dado que sustente a leitura de bastidores sobre esse impacto.

Eleição presidencial 2026ReligiãoFlávio Bolsonaro

Fontes

Espectro: Esquerda
Pastor ligado a Flávio critica devoção católica a Maria e cita ‘Rainha dos Céus’
Pastor ligado a Flávio critica devoção católica a Maria e cita ‘Rainha dos Céus’

Em uma passagem reproduzida pelo pastor Sérgio Lourenço, Carvalho afirma que “Deus odeia o culto à Rainha dos Céus”. A argumentação apresentada pelo bispo

ICL NotíciasICL Notícias
Espectro: Centro
Pastor de Flávio Bolsonaro diz: "Deus odeia o culto à Rainha dos Céus"
Pastor de Flávio Bolsonaro diz: "Deus odeia o culto à Rainha dos Céus"

 

Notícias ao Minuto BrasilNotícias ao Minuto Brasil
Espectro: Centro
Pastor de Flávio Bolsonaro diz: “Deus odeia o culto à Rainha dos Céus”
Pastor de Flávio Bolsonaro diz: “Deus odeia o culto à Rainha dos Céus”

Autor de A Bomba, JB Carvalho critica a devoção católica a Maria; Flávio foi batizado na igreja fundada pelo bispo

MetrópolesMetrópoles

Centro

2 fontes

O bispo JB Carvalho, fundador da igreja Comunidade das Nações, condena o culto à Rainha dos Céus em trechos atribuídos ao livro A Bomba: a verdade pode ser explosiva, publicado em 2001. A igreja é frequentada pelo senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, batizado ali em 2024 junto com a esposa, Fernanda Bolsonaro. Nos trechos, reproduzidos no blog do pastor Sérgio Lourenço, o bispo usa os capítulos 7 e 44 do livro bíblico de Jeremias para condenar oferendas a uma divindade feminina e associa a devoção católica a Maria a cultos antigos ligados a Ninrode, Semíramis e Tamuz. A própria cobertura registra que essa origem não é fato histórico estabelecido e que a Igreja Católica distingue a veneração dedicada a Nossa Senhora da adoração, reservada a Deus. O episódio ganha peso político porque, em vídeo de 24 de agosto de 2026, Flávio Bolsonaro afirmou que, se eleito, um de seus primeiros atos seria decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo.

Esquerda

1 fonte

A cobertura à esquerda trata o caso como evidência de que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro se apoia em uma teologia que hostiliza a maior confissão religiosa do país. O bispo JB Carvalho, dono da igreja onde o senador foi batizado e onde escolheu aparecer em público depois de anunciar a pré-candidatura, sustenta em livro que Deus odeia o culto à Rainha dos Céus e associa a devoção a Nossa Senhora a cultos pagãos, tese sem respaldo histórico.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

Mais sobre Flávio Bolsonaro

  • Flávio Bolsonaro acusa a CNBB de ajudar o PT com desinformação e é criticado por bispo, Caiado e Messias
    60% Esquerda·40% Centro·5 fontes
    Esquerda 60%Centro 40%5 fontes
  • Flávio Bolsonaro faz motociata em Aracaju e expõe racha do PL em Sergipe
    50% Esquerda·50% Centro·2 fontes
    Esquerda 50%Centro 50%2 fontes
  • Jato ligado a Daniel Vorcaro levou Flávio Bolsonaro dos EUA em janeiro de 2025
    28% Esquerda·72% Centro·18 fontes
    Esquerda 28%Centro 72%18 fontes

Linha do Tempo

  1. 24 de ago. de 2026, 00:00
    Flávio Bolsonaro publica vídeo em que promete decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo caso chegue à Presidência
    metropoles.comiclnoticias.com.br